Ao contrário do que diz o velho clichê, propaganda não é a alma do negócio. Criatividade é. Ao menos essa é a opinião deste Blogueiro que vos escreve e teve a honra de fazer parte, lá pelos idos de 1992, de fazer parte da 3ª turma de publicidade da Bahia. Quando vejo então uma campanha da produtora canadense GGRP que abusa da criatividade ao criar o folder abaixo para os seus clientes, me convenço, mais uma vez de que estou certo.
Dentro do que parece um simples cartão de papelão, os diretores de criação de agências de publicidade por toda a América do Norte (principais clientes em potencial da mesma), encontraram um disco de vinil com exemplos da capacidade de engenharia de som da produtora. A grande sacada – afinal, quem ainda usa discos de vinil? – no entanto, era que o tal cartão se transformava em um toca discos antigo que funcionava com o girar de um lápis. Boa! Muito boa!
A fonte para este post veio do próprio Blog da GGRP e pode ser visto aqui. Para conhecer um pouco mais sobre a produtora, visite o seu site. Eu pessoalmente gostei muito da forma como eles se apresentam. Como dizemos no Twitter, #ficaadica
Esta é a interface do aparelho, mas ela não é a captura em vídeo de um telefone funcionando com o Windows Phone 7, mas sim um simulador que permite desenvolvedores de softwares para a plataforma testarem aplicativos no aparelho. Quando foi oficialmente lançado, o simulador decepcionou alguns desenvolvedores, visto que eles não tiveram acesso à várias das funcionalidades que foram exibidas durante a Mix 10.
Mas como a curiosidade é imbatível, um cidadão chamado Dan Ardelen conseguiu fazer um ‘jailbreak’ no simulador, e liberou uma versão em que praticamente todas as funções do novo sistema operacional estão livres para brincar, com o software em maõs o pessoal da TechAU.tv fez alguns vídeos mostrando as várias telas e funções do novo sistema operacional mobile da Microsoft.
Prato cheio para os curiosos de plantão, e viva o Vimeo que permite vídeos em formatos não-tradicionais.
As 60 fotos deste post são uma combinação de imagens de diferentes lugares da Terra tiradas pelo satélite Landsat 7. Usando filtros de cores diferentes a NASA conseguiu um composto de imagens reunidos dentro dos 8 espectros de cores que o satélite proporciona resultando nestas imagens em RGB – sistema de cores aditivas formado por Vermelho (Red), Verde (Green) e Azul (Blue) usadas, principalmente para reproduzir imagens em dispositivos eletrônicos como monitores de TV e computador, “datashows”, scanners e câmeras digitais, assim como na fotografia tradicional ¹.A publicação dessas lindas fotos fazem parte do esforço da NASA de aproximar-se do cidadão comum.
O meu fetiche, como já disse antes, são relógios. É impossível para mim passar na frente de uma vitrine de qualquer joalheria, relojoaria, bancada de supermercado ou o que seja e não ficar um bom tempo analisando, estudando, namorando cada um deles. Simplesmente adoro relógios. Quando então descubro que saiu uma lista com os 10 relógios mais caros do mundo, não pensei 2 vezes e logo vim dividir um pouco deste meu fetiche com vocês queridas leitoras e caros leitores do Cybervida, porque, com sabem, de relógios nós entendemos
Breguet pocket watch 1907BA/12
Começando a lista, o Breguet pocket watch 1907BA/12. Um relógio de bolso em uma caixa de ouro 18 quilates, movimento gravado a mão e coroa rotativa bidirecional. Esta beleza sai por módicos U$734,000.oo (ou R$1.3 milhões aproximadamente).
Então você está na balada, gente gritando e o Dj mandando ver naquele bate-estaca ensurdecedor quando sente – Google sabe como – algo vibrando no bolso da sua calça. Você tira o celular do bolso, praticamente transforma-o em cotonete uma haste flexível com ponta de algodão enfiando-o no ouvido, e tenta, em vão ouvir o que estão falando do outro lado da linha enquanto você grita a todos pulmões que está em uma festa e não consegue entender uma só palavra do que estão dizendo e pede para que sua avó – sim. É ela quem está na linha – que mal sabe ver nomes na agenda te mande uma mensagem. Já pode ouvir o som do fósforo riscando e a os primeiros acordes da musiquinha de Missão Impossível na sua cabeça. Quem não passou por isso, ou alguma outra situação em que era impossível falar no celular, que atire a 1ª pedra.
Pois estes dias podem acabar num futuro próximo, pelo menos para alguns. Ao menos é o que prometem os pesquisadores do Karlsruhe Institute of Technology, ou KIT – Super Máquia feelings? – para os mais íntimos, na Alemanha. Usando eletromiografia, um sistema que consegue “ler” os movimentos dos músculos da face, transformá-los em sinais sonoros, e transmiti-los para o celular. Além do exemplo acima, esta nova tecnologia permitiria, por exemplo, que pudessémos dizer senhas de banco sem o perigo de alguém escutar. Outra grande possibilidade deste sistema seria a popularização dos aparelhos celulares por deficientes auditivos.
O grande problema, no entanto, com sistemas de reconhecimento e transmissão de voz está nas diferentes línguas, dialetos e até mesmo sotaques. As pequenas nuances de cada língua podem facilmente confundir o sistema.Eu, por exemplo, estudei durante meus primeiros anos de vida escolar, em um colégio americano aqui em Salvador. Como neste colégio estudavam, em sua grande maioria, filhos de diplomatas e diretores de empresas estrangeiras na cidade, todas as aulas eram em inglês – até mesmo as de português – e assim passava a maior parte do dia (as aulas iam das 7 da manhã as 3:30 da tarde) falando na língua da rainha.Isso fez com que eu terminasse por cultivar um sotaque um tanto irreconhecível (que usava como arma de conquista até ser fisgado pelo amor da minha vida), já que os músculos responsáveis pela fala foram “treinados” no idioma saxão, e os sotaques nada mais são que os músculos de nossa face acostumados com certos movimentos. Por isso dificilmente um estrangeiro consegue dizer o termo “não” como nós brasileiros. Por isso, talvez o sistema possa ter alguma dificuldade em entender o que digo. Como a empresa responsável pela pesquisa é alemã, chances são de que os idiomas escolhidos sejam sua língua materna e/ou inglês, a princípio. Infelizmente, não encontramos nada sobre o assunto nos diversos Blogs que falaram a respeito do sistema nem no próprio site da KIT.
A fonte deste post é esta que, por sua vez, se inspirou aqui. O site oficial (em alemão e inglês) do KIT pode ser acessado aqui.
Vivemos no mundo do grande, quase todos querem o maior, o mais veloz, o mais possante. Quase sempre. Quando falamos de computadores, o valor se inverte parcialmente, ainda queremos a mais possante, a que tem mais memória e espaço em disco, com a diferença que queremos tudo isso em um tamanho diminuto. Comigo pelo menos é assim, eu nunca me senti tentado à comprar netbooks, sempre achei que eles ofereciam uma péssima relação custo/benefício, mas estas últimas geração que têm trazido mais memória e discos que chegam ou passam dos 160Gb estão ficando cada vez mais tentadoras.
Mas em questão de tamanho, ninguém ganha do USmart MC-1 e suas parcas 4.8 polegadas, isso mesmo 4.8 polegadas, um pouco mais que uma carteira de cédulas. Não, ele não é, obviamente uma máquina para uso prolongado, e seu uso deve ser mais efetivo para pessoas que precisam correr aplicações pequenas baseadas em Windows quando trabalhando em campo, e não queiram, ou possam, investir na produção de um soft específico para smartphones. A esta altura você deve estar se perguntando como é que vai usar um computador com tela de 4.8 polegadas, simples, trata-se de uma tela sensível a toques (resistiva), o que com a ajuda de uma stylus torna a navegação pelo sistema algo relativamente confortável. No vídeo abaixo você pode ver um desenho dos Simpsons rodando com bastante tranquilidade.
O pequeno computador tem um processador Intel Atom Z530 de 1,6GHz, 1Gb de memória RAM e 4Gb de armazenagem (provavelmente SSD), entrada para cartões SD e o sistema operacional é Windows XP, além disso ele pode ser conectado a um teclado Bluetooth que lembra mais o de um smartphone e que conta também com um trackpad. O preço, na gringolândia, não é tão salgado: US$ 300,00.
Finalmente uma dúvida existencial que fazia a vida de muitos de nós um suplício foi respondida: afinal, uma lava lamp funciona ou não funciona em ambientes de alta força gravitacional, como Júpiter?
Afinal, todos têm o direito de ser cafonas, até nas viagens espaciais, oras!
Sério agora, Neil Frasier construiu uma centrífuga em casa para testar o efeito de uma elevada força G, como a que existe em Júpiter, sobre o lava lamp, que para quem não sabe é um ícone da decoração kistch da década de 1960. Fique com o vídeo, e na extensão da postagem, mais fotos.
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