Uêba => Preview do novo formulário do envio de links

Bem, o novo formulário de envio de links do Uêba está praticamente pronto.

Faltam algumas revisões, que serão feitas no devido tempo, correções ortográficas, coisas que ficaram para quando eu estiver com a cabeça mais fria, pois passei a semana toda na labuta fazendo com que o formulário ficasse da forma que eu queria.

Para criar este formulário eu parti de UM ponto primordial: facilitar a vida do colaborador, tanto na parte de informações a quem ainda não está familiarizado com o Uêba, coisa que foi feita com o uso de avisos flutuantes e ícones de interrogação, quanto na própria operação do formulário. Para esta segunda parte, eu cai em campo pesquisando em sites estrangeiros o que apresentava a melhor, mais rápida e mais elegante usabilidade. O crédito principal vai para o Digg, e sua lista de categorias em forma de texto clicável.

conteudo

A preocupação em ter algo melhor e mais rápido vem do fato de que os colaboradores passarão a informar o “tipo de conteúdo dominante” das páginas indicadas, isso é uma velha reivindicação dos usuários, saber exatamente como o conteúdo vai ser entregue na página final, se na forma de texto, vídeo, imagens, animação ou áudio. Para não tornar o formulário repetitivo, usamos ícones clicáveis nesta primeira fase, que é composta de apenas cinco itens, e apresentamos as categorias na forma de lista em texto com campos clicáveis.

categorias

Outra mudança que houve foi incorporar a verificação do link e imagem de captcha à primeira página no formulário de envio economizando tempo do colaborador. Além disso, sempre que o sistema detectar que o conteúdo é inédito com uma boa margem de certeza, ele será adicionado à fila de moderação sem necessidade de uma segunda confirmação, nos outros casos, o colaborador será convidado a interagir novamente.

O formulário está funcionando nesta página. Podem usar e abusar, ele não está gravando URLs na base de dados.

Novamente, agradeço qualquer feedback que puder ser dado!

Uêba => Quer opinar sobre o novo sistema de categorias?

Em 2001, ou seja, sete anos atrás, mais ou menos por esta época eu estava começando a finalização do a primeira versão do Uêba, que os mais antigos devem lembrar-se, chamava-se Fidido. De lá para cá um longo caminho foi percorrido, MUITA coisa mudou e é chegada a hora de começar a implementação da sétima versão do site, a versão que trará mais novidades, entre todas que já existiram.

Estas mudanças ocorrerão aos poucos, e em grosso modo passam pelas seguintes fases:

1. Mudança na categorização de links, e subseqüente mudança na rotina de envios. (em execução)
2. Migração para um sistema que funcionará próximo a real time, trazendo o tempo de publicação de 72 horas para algo mais próximo a 24 horas.
3. Lançamento do primeiro lote de novos serviços (à serem revelados).
4. Lançamento de um novo visual para o site, condizente com os novos serviços, e preparação para o lote final de serviços deste pacote.

Eu sei que já iniciei uma discussão no Twitter envolvendo o item número 2, e seu fim era balizar algumas decisões minhas, em específico, esta mudança da rotina de publicação, e a seu tempo, eu trarei o assunto à pauta de maneira mais ampla, expondo o máximo que puder ser exposto sem que isso represente risco de segurança ao sistema que será implementado. Mas por agora, eu quero discutir um assunto que é pauta freqüente de discussão, com MUITA gente.

Bem, eu não escondo que o Uêba nasceu com estética Fark, minha intenção foi trazer o formato usado por um dos sites que eu achava mais interessante cá para o Brasil, e começar a ser capaz de publicar o máximo de conteúdo nacional possível. Eu não tinha experiência, eu não sabia direito o que fazer, e foi tudo muito na cara e coragem, felizmente muitos usuários abraçaram a idéia, aliás, fico feliz em ver que alguns continuam desde os primórdios visitando o Uêba. Mas por conta desta inexperiência, eu terminei por importar integralmente o sistema de categorias do site que serviu de base.

Com o passar dos anos o sistema de categorias atualmente utilizado veio se mostrando cada vez mais inadequado, beirando o caos. As vezes eu mesmo sinto dificuldades em categorizar material, por isso, trago à discussão a proposta de um novo sistema, dando a vocês a oportunidade de opinar sobre a base que eu criei com a ajuda de algumas pessoas que gentilmente trocaram idéias comigo a este respeito.

O que muda? Tudo.

Esqueça o sistema de categorização por tópicos usados atualmente, vamos migrar para um sistema misto trará tipo de conteúdo e editorias. Aliás, está é uma reivindicação antiga no Uêba, dar ao usuário a possibilidade através de um ícone de saber que tipo de conteúdo encontrará em uma página, para isso, dividi os conteúdos em 5 grupos que serão divididos de acordo com o conteúdo predominante do link indicado, à saber:

  • Conteúdo diversificado: quando o principal conteúdo da página indicada, mesmo que acompanhado de fotos, vídeo ou áudio, for texto.
  • Vídeos: quando o principal do conteúdo da página for vídeo, à exceção de vídeos musicais
  • Imagens: quando o principal do conteúdo da página for imagens.
  • Animações: quando o principal conteúdo for animação, interativa ou não, usando tecnologias como Flash, Shockwave, Silverlight, Java, ou qualquer coisa que o valha.
  • Aúdio: quando o principal conteúdo for áudio, inclusive quando se tratar de vídeos musicais.

Pode parecer complicado à primeira vista, mas o colaborador só precisará clicar no ícone correspondente para escolher, estou trabalhando ao máximo o uso de tecnologias que tornem todo o processo brutalmente simples, apesar de que aqui, quando explicado, parecer mais complicado…

Uma vez escolhido o tipo de link, o colaborador escolherá a categoria em si. Aqui foi feita uma divisão em quatro editorias: Diversos, Entretenimento, Tecnologia e Games, e Comportamento e Cotidiano. No caso o usuário terá a opção de escolher entre um dos 32 assuntos listados abaixo (será uma lista em texto, muito parecido com o que o Digg usa atualmente).

1- Diversos

Atualidades
Bofes
Bizarro, Doentio e Esquisito
Ciência e Meio Ambiente
Curiosidades
Design
Esportes Diversos
Estupidez e Idiotices
Eventos
Gatas
Humor, Irônia e Sátiras
Política e Economia
Temas Adultos
Veículos e Meios de Transporte
Outros – Não Categorizáveis

2- Entretenimento

Arte e Cultura
Cinema e Televisão
Música
Passatempo (Animações e Games Para Web)
Utilidade Pública e Ativismo

3- Tecnologia e Games

Arquitetura e Engenharia
Gadgets, Hardware e Mods
Games Consoles (aparelhos e jogos)
Games PC
Geeks e Nerds
Hardware
Sites Úteis
Softwares

4- Comportamento e Cotidiano

Comportamento e Relacionamentos
Cotidiano
Moda e Beleza
Saúde
Viagem, Gastronomia e Turismo

Agora vem a pergunta: o que vocês acham, o que vocês sentem estar faltando, e o que mais querem opinar neste momento?

Dois adendos:

1. por gentileza mantenham os comentários pertinentes ao caso em pauta
2. a implementação deste sistema será feita no correr da próxima semana, então considerarei as opiniões emitidas até o final de semana, quando fecharei o formato e publicarei aqui como ficará.

3. o mais importante, não se assustem com as duas informações, o novo sistema será MUITO mais amigável. Eu estou ralando muito para montar algo que lhes dê o menor trabalho possível ;)

Uêba, digg-likes, Yahoo Posts e “experts”

Nota importante: apesar de eu ser um dos consultores do projeto Yahoo! Posts, não estou aqui exprimindo a opinião do Portal Yahoo nem da LiveAD, exprimo unicamente a minha opinião, com a autoridade de quem há seis anos analisa conteúdo e já publicou, no Uêba, um site que não é propriamente social, mas é colaborativo, mais de 66.000 links.

Mas antes de entrar no post propriamente dito, mais dois esclarecimentos prévios são necessários para que não se distorça o que vem pela frente.

O primeiro é que eu acompanhava Kevin Rose no The Screen Savers e em seu blog, comecei a freqüentar o Digg logo que foi anunciado, fui usuário de primeira hora, e isso aconteceu quando eu estava reformulando o sistema do Uêba para um desenvolvido por mim. Na realidade eu cheguei a adicionar funções que me permitiriam fazer o Uêba funcionar por votos, tal como o Digg, e por duas vezes, uma na época da implantação do novo sistema e outra em meados de 2007, eu balancei muito entre ativar ou não a votação. Em ambos os casos, optei por não ativar. Então, o Uêba não foi o primeiro Digg nacional, simplesmente porque eu não acreditei que o modelo funcionaria aqui.

O segundo é um esclarecimento ao termo autopromoção que eu aplico no site. Ele não é amplo. Eu me refiro apenas àqueles que procuram autopromoção a qualquer custo e não tem o menor senso de autocrítica. Eu não acho ruim receber, no Uêba, material bom enviado pelo próprio produtor, acho péssimo receber material que é clara e notoriamente uma porcaria. Inclusive falei para isto para a Lúcia Freitas e ela publicou aqui.

Isto posto, sigo.

Na raiz do bom funcionamento de um site como o Digg está o aspecto colaborativo, altruísta, de seus usuários, o desejo de indicar algo interessante pelo simples motivo de ser interessante, e certamente sem a ânsia de autopromoção.

A etiqueta não escrita que reinava no Digg à época que eu acompanhava o site, dizia ser aceitável que o usuário enviasse seus links próprios, desde que estes representem uma pequena fração da sua quantidade de contribuições. No Digg, quem enviava muitos links autopromocionais, terminava tendo o domínio banido, ou colocado em hipersensibilidade, ou seja, uma situação em que ao primeiro ‘report this link’ era suficiente para enterrá-lo.

O porquê disso é simples, os links da fila de votação TÊM QUE SER OBRIGATORIAMENTE INTERESSANTES, se não forem os usuários não navegarão por ela e conseqüentemente não se manifestarão a respeito de maneira ativa. Quando o altruísmo sai de campo e o egoísmo deixa de ser aquele bichinho feio, que todo mundo esconde, para ser o rei do pedaço, a fila de votação se torna irrelevante e esdrúxula, e quem vai até ela é simples e friamente quem tem negócios a realizar ali. E por negócios entendam, usuários clones, panelinhas, e qualquer outra forma artificial de promover conteúdo.

Querem um exemplo palpável? Entrem em qualquer digg-Like nacional e façam uma busca pelo extremamente importante assunto para os apreciadores da cultura glútea nacional “Mulher Melancia” e contem a quantidade de links e o brilhantismo das chamadas, chega a ser patético o fato de que todos aqueles links estavam em fila de votação.

Criou-se um ciclo vicioso, uma fila de votação que não é interessante faz com que os links de capa também não o sejam, o que afasta o usuário normal do site como um todo – afinal, se a capa não é interessante, o que poderá ser? – e deixa apenas o usuário que está em busca de autopromoção, que termina por gerar conteúdo que em sua maioria é irrelevante, que torna a fila de votação desinteressante, ad infinitum.

Aliás, as filas de votação de link se resumem a adornos que beiram a inutilidade, eu naveguei sei lá por quantas páginas delas em vários desses digg-like, e a quantidade de votos não seria suficiente para eleger síndico de prédio pequeno.

Pe-pe-pe-pe-pe-pera aí... se as filas de votação de link não têm, ou quase não têm, votos, como é que estes links são promovidos à capa? Em boa fé eu vejo dois cenários possíveis, os votos são todos ou em quase totalidade feitos a partir do site que publica o material, através de botões, ou então estes digg-like não são tão operados por crowdsourcing quanto apregoam ser (coisa que na minha opnião pesaria a favor deles, só precisando ser explicitada).

Partindo do princípio que os links não são enviados de forma colaborativa, e sim autopromocional *E* que não se vê votos nas páginas de fila de votação, o que leva a crer que links sejam promovidos com os votos provenientes dos próprios sites que os enviaram ou pela própria editoria do digg-like, a conclusão é muito simples: os digg-like no Brasil só são sociais da boca para fora, factualmente, são um concurso para ver qual site consegue mais votos, mais rapidamente. Reduzem-se pois, a “Top 30” glorificados…

Que fique claro, não estou dizendo que os editores dos digg-like agiram em prol disso, apenas deixaram acontecer. O usuário autopromocional que não tem autocrítica com o que publica em seu próprio site, não dá a mínima para a qualidade de terceiros, eu vejo isso acontecer TODO dia, de 250 links que chegam ao Uêba, quase 200 são descartados, destes pelo meno 50 são absoluto lixo e 50 não teriam sido enviados se o usuário lesse as regras de envio.

O efeito colateral, entretanto, é perverso. Muita gente acha que estes sites são sociais, inclusive alguns “experts”, ou seja, se até gente que supostamente deveria ser capaz de analisar e deduzir a diferença não consegue fazê-lo, o que se dizer do usuário leigo, que vê estes sites pelo que dizem ser e não pelo que são?

Aí chegamos ao Yahoo, Buzz e Yahoo!Posts.

O Buzz é uma ferramenta genial, o fato de cruzar os links com as buscas feitas no portal para calcular relevância, é uma excelente sacada. Mas se o Yahoo o tivesse trazido para o Brasil do jeito que é e pronto, iria encontrar um sem número de pessoas acostumadas à estética existente “a lá Top 30”, “eu envio e meus usuários votam”. Mas o Buzz é uma ferramenta de formato definido, e isso obrigaria o Yahoo a bater de frente com muita gente ao tentar preservar este formato, o que seria um transtorno para a marca.

O fato é que se está apresentando a um grupo de 3 milhões de usuários únicos diários que acessam a capa do Yahoo, um mundo que a maioria ignora, o dos blogs, o dos produtores independentes de conteúdo. E a este grupo de produtores de conteúdo se abre um mundo de possíveis usuários que se pode trabalhar e converter.

O Yahoo, por sua vez, tem nas mãos um laboratório onde poderá exercer uma evangelização, e aos poucos inserir e testar ferramentas de cunho social e/ou semântico, evoluindo o sistema. Em mais de uma ocasião foi declarado por pessoas ligadas ao projeto que o número de blogs irá crescer com o tempo. Pensem bem, vocês acham que o crescimento será barrado pela limitação de publicação manual de conteúdo?

É preciso ser feito um longo e gradual trabalho, e quem sabe um dia, trazer o Buzz para cá. Ou será que nossos “experts” em mídias sociais não conseguem imaginar a evolução de algo?

Uêba e Cybervida ganham novo design ;) (e o CV ainda ganhou um mascote)

Eu sou péssimo em design, demoro décadas para preparar algo que seja minimamente aceitável. Mas nos últimos 30 dias eu acho que dei duas “bolas dentro”, uma é no novo design do Uêba, que está esperando apenas pelo novo logotipo, que eu contratei de uma empresa no exterior, e sobre a qual depois escrevo, ou explicando o processo e dando a dica no caso de boa experiência, ou, dando a dica para que vocês fiquem longe dela ;)

Para quem tiver curiosidade de saber com o Uêba vai ficar, abaixo está o novo template, que já está rodando em uma URL administrativa para eu terminar de debugar. Nesta nova versão eu aliviei bastante o design, reduzindo a quantidade de entidades CSS que eram utilizadas, reduzindo o ruído dentro da área útil do site, deixando ele mais limpo. Os detalhes grunges da lateral só vão ser vistos por quem acessa em 1280*1024 ou maior.

Daí, ontem “baixou” o santo deste novo design do CyberVida, meti as caras e pela segunda vez na vida, eu acho, fiz a parte gráfica de um design e achei legal. De e quebra ainda descolei um mascotezinho legal, ainda não tenho a autorização formal do autor, mas ja estou negociando, um Techno Samurai Gordo ;) , alguém aí sugeriria um nome para ele?

Os 10 erros mais comuns cometidos ao enviar um link para o Uêba

Sei que é óbvio, mas para quem não conhece o site e chegar aqui por um motivo qualquer, vale a explicação de que o Uêba opera como um intermediário entre duas pontas, de um lado o produtor de conteúdo que está em busca de tráfego, ou seja, de visitantes, e de outro o visitante que está procurando conteúdo que seja legal, curioso, inusitado, etc., e esta função de intermediador, exercida mais precisamente este que vos escreve aqui, consiste em tentar filtrar o conteúdo dos produtores para que os visitantes do site tirem o máximo proveito.

O que alguns produtores parecem não entender, é que promover seus sites não é a atividade final do Uêba, a atividade final é entregar conteúdo com qualidade e de forma clara ao usuário. Já a promoção de sites, com alavancagem de tráfego, é um feliz efeito colateral que alguns produtores conquistam.Sim, conquistam. Minha resposta padrão àqueles que agradecem por ter conteúdo publicado no Uêba é: “não precisa agradecer, se seu link foi aprovado, o mérito é puramente seu”. E é, o meu conteúdo são links, se eles são bons, fazem do meu um bom site. Lá, eu não ligo para grife de site/blog, só ligo para uma coisa: “o usuário do Uêba vai gostar deste link?”. E eu sei que nem sempre acerto.

Esta postagem visa principalmente os produtores de conteúdo, que colaboram com envios ao Uêba, mostrando 10 dos erros mais comuns e impeditivos no envio de links, e sua respectiva solução, quando houver.

1. Fontes, as benditas fontes: sendo simples e direto, se na postagem de uma notícia ou algo derivado de notícia em um blog não puder ser encontrado um link para algum site que corrobore o material, o link não será liberado. Mesmo que a postagem seja muito interessante, ela será descartada.

Solução: cite fontes, elas lhe dão mais credibilidade de forma geral, não apenas na hora de ter link aprovado no Uêba.

2. Enxurrada de links: Não envie mais de três link por dia, é perda de tempo…Eu opero sob a suposição de que quando alguém envia muitos links de uma só vez, este alguém não se deu ao trabalho de ser criterioso ao enviá-los. Se este alguém não se dá ao trabalho de selecionar o seu próprio conteúdo, eu também não me darei. Neste caso todos os links são apagados sem análise de conteúdo.

Solução: envie o que você olhar e achar que realmente é uma postagem muito boa, qualidade, e não quantidade.

3. Títulos falsos e/ou apelativos: quando eu digo que todos os links são verificados, é porque todos os links são verificados. Um dos motivos de que os visitantes do Uêba gostam dele é o fato de que vão encontrar o conteúdo que está na descrição. Tentar jogar na esperança de que um link vai ser aprovado sem verificação é furada, simplesmente não acontece.

Solução: só envie links com título condizente.

4. Páginas com rádio embeded: muitos dos usuários do Uêba acessam ao site em computadores que se localizam em ambientes de trabalho, rádios online podem prejudicar estes usuários. Se o site tem rádio o link é descartado sem análise de conteúdo. Eu falei mais longamente sobre este assunto aqui.

Solução: só envie link para o Uêba se um dia você retirar a rádio online de seu site/blog.

5. Próxima gata da capa, ou fotos vazadas: todo mês é o mesmo lengaleng; quando é anunciada a próxima capa de qualquer revista masculina entram vários links anunciando isso, para alguns dias depois entrar outros tantos anunciando que a revista chegou às bancas. Este tipo de informação é tão difundido, que salvas raríssimas exceções, também é descartado sem análise de conteúdo.

Solução: não envie este tipo de conteúdo, salvo no caso de ser um furo realmente digno de nota.

6. Material ilegal: não me interessa se aquele arquivo com um crack que você hospedou no RapidShare é fantabuloso, se você conseguiu o pdf da Playboy de maio do ano que vem, ou se o link para baixar o Heroes que acabou de sair é o mais rápido do universo. Links para pirataria simplesmente não são liberados.

Solução: não envie que não será aprovado.

7. Link de Link: A única ocasião em que um link de link é aprovado é aquela em que seja necessária uma explicação para o conteúdo daquele site seja imprescindível. Em algumas ocasiões apesar de não se imprescindível, uma explicação bem elaborada ajuda na utilização de um site em idioma estrangeiro. Por “bem elaborada” eu quero dizer que explicações meia-boca não serão levadas em consideração.

Solução: quando o link não demandar explicações, não tente inventar um motivo, envie o link direto do conteúdo, isso será lembrando quando você fizer outros envios.

8. Postagem “mercado Persa”: Nada contra ganhar dinheiro, longe de mim. Mas tem postagem de blog que mais parece um “mercado Persa”, o blogueiro está tão preocupado meter links de afiliados que esquece, propositalmente ou não, de postar links adicionais para o conteúdo à que se propõe a postagem. Nada contra ganhar dinheiro, mas quando eu vejo uma postagem que me faz clicar em um link de afiliado achando que é um link de conteúdo, eu simplesmente a descarto.

Solução: diferencie claramente os links de afiliados dos links normais. Exemplos de quem sabe fazer chamada de afiliados de maneira criativa e espirituosa são o Verdade Absoluta e o Eu Podia Tá Matando.

9. “Este é o meu site, e ele é o melhor do universo”: Parabéns, que legal! Espero que você tenha muito sucesso no seu site, MAS, se você quiser que eu publique algo dele no Uêba, envie o link de uma postagem, um link para conteúdo. Eu não publico link para capa de site/blog. Na realidade o meu sistema detecta este tipo de link, e coloca um aviso vermelho escrito: “Link para página principal”. Dependendo da descrição o link é verificado ou não, mas na grande maioria das vezes ele é descartado sem análise de conteúdo.

Solução: ser você for miguxo/miguxa, deculpe, não há solução. Se você for uma pessoa normal, envie o link de algum conteúdo específico.

10. Contos, Crônicas, Críticas e Poesias: é muito difícil ser feita a avaliação deste tipo de conteúdo. Se eu fosse publicar o conteúdo estaria apenas refletindo meu gosto pessoal, não há maneira de ser objetivo. Então, este tipo de conteúdo quase sempre é descartado, novamente, salvas raríssimas exceções.

Solução: procure enviar conteúdo deste tipo apenas se ele for realmente muito bom e curto. Se não for, as chances de aprovação é próxima ao nulo.

Bom proveito!

Não vão me deixar entrar? Eu não faço questão de ver…

E como rastilho de pólvora mais um fato, ou factóide, como prefiram, se alastra pela Blogosfera. Semana passada o que mais agitou foi a reação à campanha do Estadão, e eu fiz um breve apurado disso tudo no Uêba. Amanhã inclusive sai um link bem bacana, para o Ca’Bianca, em que ele fala da versão do Estadão para a morte de Jesus: a forca.

O rastilho desta semana parece que vai ser a decisão de alguns sites bloquearem o acesso aos usuários do Firefox. O primeiro que eu vi tocar no assunto foi o Jânio Sarmento, que encontrou no That’s All Folks, que não cita onde encontrou, mas provavelmente foi no Digg, que encontrou no Slashdot. O Bruno Torres já falou a respeito e a notícia foi tema de nota na Info Online.

Particularmente, desde o dia em que tive meu navegador seqüestrado usando o antigo MyIE (atual Maxthon, que trabalha por cima do IE) virei usuário de FireBird “desde criancinha” mantendo a segunda opção com o Opera. Para quem não sabe Firebird foi o primeiro nome do FireFox, o nome foi trocado por conta de um banco de dados homônimo.

De lá para cá não vi razão para mudar novamente, e na realidade só abro o IE para ver se os 300 hacks necessários para ele entender o CSS de qualquer site funcionam. Considero o Firefox mais seguro, tem seus problemas corrigidos de maneira muito mais ágil que os do Internet Explorer e eu não abro mais mão das minhas extensões favoritas, nem por decreto papal (mesmo porque… deixa para lá).

Mas desta vez eu vou ficar do outro lado da cerca. Acho que da mesma maneira que qualquer pessoa pode optar pelo seu navegador ou cliente de email de preferência, o dono de um site, desde que não cobre pelo acesso, pode optar por limitar o tipo de navegador o acesse. E só diz respeito a ele, e exclusivamente a ele esta decisão.

Por gentileza, antes de me apedrejar entendam que acredito que fazer tal coisa é um pusta tiro no pé, primeiro pela perda de acesso direto, segundo pela animosidade que gerará entre os usuários daquele navegador que simplesmente não indicarão o site. Seja por email, IM ou sites sociais, bye bye boa parte da viralização.

Mas acima de tudo eu acredito na liberdade de escolha, principalmente se o único real prejudicado for aquele que fizer a escolha, mesmo que ela envolva um tiro no pé ou o cidadão se empalar em praça pública.

Em tempo, quando eu verifico links para o Uêba eu uso o Firefox ou o Opera se identificando como tal, e não libero link que eu não consiga verificar, então eu simplesmente não irei acessar o site. Além do quê, quem me garante que a inteção do site em forçar a usar o IE é boa, quem me garante que ele não quer se aproveitar de algum exploit ao qual o queijo suíço, quer dizer, Internet Explorer está sujeito?

Acabe com o Mundo e Concorra a uma PowerBall

Um tempo atrás eu parei para pensar no que aconteceria com o Brasil, se tudo que nossa classe política faz, todas as falcatruas, roubos, crimes, viessem a público… Minha conclusão foi a de que o Brasil acabaria como nós conhecemos, haveria inevitavelmente um rompimento.

Bem, eu joguei esta idéia para algumas pessoas, entre elas o Daniel Bender. Ele deu uma vitaminada e transformou-a em um cenário apocalíptico, um literal fim do mundo.

Está lançada a idéia. Quem é capaz de criar o melhor, ou pior, cenário de final do mundo?

Como disse o Bender na postagem dele, vale tudo: texto, vídeo, animação, ORIGINAL. A única coisa que deve ser respeitada é que haja um desencadeamento e escalonamento da crise que detone com tudo.

Trocando em miúdos, uma coisa deve levar à outra até que chegue ao trágico ou preferêncialmente tragicômico final.

Eu vou decidir qual é o melhor conteúdo enviado, possivelmente com a ajuda do Daniel do Xpock, do Bender e de duas outras pessoas que ainda vou escolher.

O autor do melhor conteúdo, ganha:

- O brinquedo que todo geek deve ter, um NSD Power Ball Signature Series novo na caixa, que ajuda ao combate da desgraçada da L.E.R..

- Promoção do seu material no Uêba, através de um link publicado no topo da lista na sexta-feira 10 de Agosto de 2007. Este link deve render pelo menos 1500 visitantes para o seu blog/site.

O regulamento:

  1. Criar uma postagem em seu blog com o cenário que levou ao apocalipse. Não importa o quão non-sense seja, só precisa ser escalonado, ou seja, a coisa vá ficando cada vez pior, pior e pior! Se a postagem for em vídeo, certifique-se de que ela seja fácil de entender, e que esteja publicada embeded no seu blog. A data limite para o envio do conteúdo é 3 de agosto de 2007.
  2. O seguinte texto, com a mesma formatação que segue, deve aparecer antes da postagem: “O Gilberto Knuttz, do Uêba – Os Melhores Links e Cybervida – Realidade Digital, lançou um meme-concurso-jabá, com o auxílio do Daniel Bender: Acabe com o mundo e concorra à um PowerBall.”.
  3. Enviar Trackback ou postar um comentário informando o endereço da entrada para esta postagem aqui que você está lendo agora, e para esta outra, no site do Bender, que está ajudando na divulgação..

Esclarecimentos:
1. A PowerBall que eu vou enviar não foi adquirida no Brasil, logo, caso você precise de alguma peça de reposição, deverá solicitar diretamente no site da NSD. Eu mesmo já tive partes enviadas sem nenhum custo pela matriz deles na Irlanda.
2. Você participa ciente que o julgamento caberá a mim e a pessoas que eu indicar. Logo, a decisão final é completamente subjetiva e não sujeita à contestações.