Eu vou para Porto de Galinhas, quer ir também?

Cerca de quinze dias atrás, estava eu cansado em um final de dia de trabalho, por volta das oito ou nova da noite, nem lembro ao certo, quando fui fazer a última ‘ronda’ pelas minhas contas de email, e tive uma grata surpresa. Um dos emails falava a respeito de um grupo de blogueiros, eu incluso, que estava sendo convidado a participar de um evento em Porto de Galinhas, na cidade de Ipojuca, Pernambuco.

Minha primeira reação? “Isso é bom demais para ser verdade”. Mas era,  e É, verdade, eu era um dos felizes selecionados para participar do Porto Cai na Rede.

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E você também pode passar 4 dias sensacionais lá, mas já chego a este ponto. Mas antes eu quero rasgar um pouco de seda ;)

Primeiro declarar meu respeito pela capacidade de concretizar um projeto tão ousado, que nasceu das mãos de três blogueiros Recifenses, e foi abraçado pelas instituições de Porto Galinhas. Segundo parabenizar a organização por agir de forma tão transparente, tudo feito às claras, e tudo de forma muito direta, isso é excelente. E terceiro agradecer pelas férias inesperadas, e em tão boa companhia ;-)

Por lá vai estar muita gente boa e vou poder reencontrar caros amigos e conhecer outras pessoas cujo trabalho acompanho, mas não tive ainda a oportunidade de conhecer pessoalmente. Segundo nos informaram, vão ser quatro dias de atividades intensas, vai ter de tudo, de karaokê a passeios de quadriciclo, passando por mergulho, frescobol, passeios de jangada e golfe (tem muito mais, dá uma olhada aqui). E como eu disse antes, você pode entrar na brincadeira!

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A organização do evento separou CINCO vagas para serem distribuídas entre não-convidados, parte delas vai por sorteio, e parte dela, vai por concurso. Os detalhes do concurso ainda não foram revelados, mas você já pode começar a concorrer imediatamente a uma delas, e para tanto só precisa seguir o perfil do evento @portocainarede no Twitter! Simples assim ;)

Agora, para adoçar fiquem com belíssimas fotos de Porto de Galinhas feitas por Omar Junior, que gentilmente as cedeu para publicação aqui no Cybervida, aliás, visitem o Flickr dele que tem muita coisa bacana para ser vista por lá.

Mais fotos na extensão da postagem.


Foto: ©Omar Junior



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Hotel ZERO estrelas, porque luxo é para os fracos

Ok, o Zero Star Hotel é uma instalação de arte criada pelos irmãos Frank e Patrik Riklin, e não um hotel de verdade. Mas sim, pode ser que seja possível você hospedar-se por lá, já que eles estão aguardando contatos de interessados em pernoitar no hotel, para então analisar a possibilidade de abri-lo para hóspedes.

A instalação foi feita dentro de um abrigo anti-aéreo e como você pode ver, é beeeem para lá de rústico. Nesta página, você pode assistir a um vídeo com alguns sofredores hospedes testando as instalações.

A entrada, obviamente, é bem despojada



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Ithaa, o restaurante submarino das Maldivas

Que restaurante em topo de edifício ou casarão que nada, o bacana mesmo é um jantar romântico no Oceano Índico, aliás, embaixo do Oceano Índico, em meio a um azul imaculado e centenas de exemplares da vida marinha lhe rodeando.

O restaurante em pauta é o Ithaa, que fica no Hilton Maldives Resort & SPA e faz parte do projeto de renovação de uma das ilhas em que o resort está instalado e fica 5 metros abaixo do nível do mar. O custo de um jantar, levando em conta o local exótico, é caro, mas não absurdo, variando entre US$ 120 e US$ 245 por pessoa. A notícia é do BloggingWV, e como de costume, mais fotos na extensão da postagem.


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Formação Internacional

Um dos melhores exemplos do que a industria turística pode fazer por uma região é a que existe na “Florida’s Keys”, o conjunto que ilhas que desce ao sul do estado da Flórida e por pouco não chega em Cuba. Na primeira metade do século vinte, os Keys viram sua economia arruinada por conta de um furacão que destruiu a estrada de ferro, que servia de transporte para os hortifrutigranjeiros que entravam nos EUA vindos da Amércia Central por ali, e do advento dos radiofaróis que tornaram a navegação mais segura e acabaram com a segunda maior fonte de renda da ilha, a savatagem de naufrágios. A solução?

Simples: turismo.

É chover no molhado dizer que o Brasil tem uma natural vocação turística. Temos 8 mil quilômetros de costa, temos montanhas, cerrados e selvas, só para citar alguns. Temos também uma infinidade de festas que refletem as diversas culturas de um país continental. E mesmo assim, em 2006, fomos apenas o 37º destino turístico mundial, com 5 milhões de turistas, em um mercado estimado em 840 milhões.

O setor de turismo no Brasil já representa 7,5% da economia nacional e responde por 11% do faturamento do setor de serviços, e a tendência é de expansão. Expansão significa mais postos de trabalho, e maior necessidade de mão de obra especializada, e aqui entra o motivo deste publieditorial.

A Universidade Estácio de Sá, percebendo esta tendência de crescimento está dando ênfase a cursos superiores voltados para a indústria de hotelaria. O curso visa uma formação de nível internacional para seus alunos, e dando-lhes a oportunidade de até mesmo assistir uma semana de aulas na mais renomada escola de hotelaria do mundo a Ecole Hôtelière de Lausanne (EHL).

Se você está em vias de entrar no mercado de trabalho, ou está decidindo o que cursar, vale a pena dar uma pesquisada no crescimento do turismo no Brasil, e dar uma olhada com atenção ao que a Formação Internacional em Hotelaria da Estácio de Sá está oferecendo ;)

Para expansão do turismo no Brasil: Secom
Para o ranking mundial de turismo: Unwto

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A fantástica “curve bridge”, na Malásia

Fantástica, acho que essa é a melhor palavra para descrever essa passarela suspensa em Langkawi, Malásia. Um dos motivos disto é a própria passarela curva, que fica suspensa por cabos que vêm do alto de uma coluna com 87 metros de altura, o outro é obviamente a vista que se tem lá de cima…