Hotel ZERO estrelas, porque luxo é para os fracos

Ok, o Zero Star Hotel é uma instalação de arte criada pelos irmãos Frank e Patrik Riklin, e não um hotel de verdade. Mas sim, pode ser que seja possível você hospedar-se por lá, já que eles estão aguardando contatos de interessados em pernoitar no hotel, para então analisar a possibilidade de abri-lo para hóspedes.

A instalação foi feita dentro de um abrigo anti-aéreo e como você pode ver, é beeeem para lá de rústico. Nesta página, você pode assistir a um vídeo com alguns sofredores hospedes testando as instalações.

A entrada, obviamente, é bem despojada



Clique aqui para ver o post completo.

Ithaa, o restaurante submarino das Maldivas

Que restaurante em topo de edifício ou casarão que nada, o bacana mesmo é um jantar romântico no Oceano Índico, aliás, embaixo do Oceano Índico, em meio a um azul imaculado e centenas de exemplares da vida marinha lhe rodeando.

O restaurante em pauta é o Ithaa, que fica no Hilton Maldives Resort & SPA e faz parte do projeto de renovação de uma das ilhas em que o resort está instalado e fica 5 metros abaixo do nível do mar. O custo de um jantar, levando em conta o local exótico, é caro, mas não absurdo, variando entre US$ 120 e US$ 245 por pessoa. A notícia é do BloggingWV, e como de costume, mais fotos na extensão da postagem.


Clique aqui para ver o post completo.

Formação Internacional

Um dos melhores exemplos do que a industria turística pode fazer por uma região é a que existe na “Florida’s Keys”, o conjunto que ilhas que desce ao sul do estado da Flórida e por pouco não chega em Cuba. Na primeira metade do século vinte, os Keys viram sua economia arruinada por conta de um furacão que destruiu a estrada de ferro, que servia de transporte para os hortifrutigranjeiros que entravam nos EUA vindos da Amércia Central por ali, e do advento dos radiofaróis que tornaram a navegação mais segura e acabaram com a segunda maior fonte de renda da ilha, a savatagem de naufrágios. A solução?

Simples: turismo.

É chover no molhado dizer que o Brasil tem uma natural vocação turística. Temos 8 mil quilômetros de costa, temos montanhas, cerrados e selvas, só para citar alguns. Temos também uma infinidade de festas que refletem as diversas culturas de um país continental. E mesmo assim, em 2006, fomos apenas o 37º destino turístico mundial, com 5 milhões de turistas, em um mercado estimado em 840 milhões.

O setor de turismo no Brasil já representa 7,5% da economia nacional e responde por 11% do faturamento do setor de serviços, e a tendência é de expansão. Expansão significa mais postos de trabalho, e maior necessidade de mão de obra especializada, e aqui entra o motivo deste publieditorial.

A Universidade Estácio de Sá, percebendo esta tendência de crescimento está dando ênfase a cursos superiores voltados para a indústria de hotelaria. O curso visa uma formação de nível internacional para seus alunos, e dando-lhes a oportunidade de até mesmo assistir uma semana de aulas na mais renomada escola de hotelaria do mundo a Ecole Hôtelière de Lausanne (EHL).

Se você está em vias de entrar no mercado de trabalho, ou está decidindo o que cursar, vale a pena dar uma pesquisada no crescimento do turismo no Brasil, e dar uma olhada com atenção ao que a Formação Internacional em Hotelaria da Estácio de Sá está oferecendo ;)

Para expansão do turismo no Brasil: Secom
Para o ranking mundial de turismo: Unwto

.


Faça como este cliente, entre em contato conosco e patrocine um review de seu serviço ou produto.

A fantástica “curve bridge”, na Malásia

Fantástica, acho que essa é a melhor palavra para descrever essa passarela suspensa em Langkawi, Malásia. Um dos motivos disto é a própria passarela curva, que fica suspensa por cabos que vêm do alto de uma coluna com 87 metros de altura, o outro é obviamente a vista que se tem lá de cima…