Quem quer comprar a Terra do Nunca?

Acho que pena é o pior sentimento que se pode nutir, mesmo porque ele termina por levar a dois comportamentos que não levam ninguém à lugar algum: complacência e contemporização. Eu evito ao máximo olhar para qualquer pessoa como “pobre coitado”, mas é só isso que me vem à cabeça quando eu vejo Michael Jackson. Obviamente não financeiramente falando, mas sim em vista ao monstro da música que ele já foi.

Eu cresci na década de 1980, logo não lembro direito de Michael Jackson no Jackson Five, mas tenho uma clara lembrança da ascensão de sua carreira solo, de como música após música, álbum após álbum, ele bateu recordes de vendagem e execução. Ainda lembro claro como se tivesse sido ontem dele fazendo o moonwalk, praticamente flutuando. Show é a palavra.

Única coisa que me vem à cabeça é que ele tornou-se uma vítima de si próprio, muito provavelmente por não ter sido capaz de assumir um homossexualismo quase evidente, e seguir uma vida merecidamente feliz como fez por exemplo Elton John, e terminou por tornar-se um recluso esquisito dentro de seu próprio mundo, e nada é mais sintomático disso que sua mansão chamada Neverland.

Ele comprou a mansão, que posteriormente batizou de Neverland (Terra do Nunca) por cerca de US$ 23 milhões (em valores atuais), e sabe-se lá quanto mais ele gastou para criar seu parque de diversões e zoológico particular. Eram necessários 54 empregados em tempo integral cujo custo somando às demais despesas, totalizava a absurda quantia de US$ 4 milhões por ano!!

Em 2005, depois de ser inocentado das acusações de abuso infantil e completamente afundado em dívidas, ele abandonou a casa, agora ela está em vias de ir a leilão para abater parte da dívida do músico que atualmente supera os US$ 320 milhões.

Na extensão da postagem mais fotos do que sobrou da propriedade.


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Garota de NOVE anos recebe carta de “Cease and Desist”

O que você imagina que poderia acontecer a uma criança, que gosta muito de um aparelho e está aprendendo a escrever, que resolve enviar uma carta ao fabricante daquele aparelho que ela tanto gosta dizendo o que poderia, em sua inocente opinião, ser feito para que ele ficasse ainda melhor.

Não sei o que você imaginou, mas o que aconteceu com Shea O’Gorman, uma garota de nove anos que adora seu iPod, foi receber uma carta de Cease and Desist dos advogados da Apple. Para que não vive na internet e/ou não fala inglês o termo pode ser pouco conhecido, mas ele que dizer em suas entrelinhas: “pare, senão eu lhe processo”. O Judão já foi “premiado” com uma destas, enviada pela Warner Bros…

Os advogados poderiam ter sido um pouco mais didáticos e ter usado termos que a pequena Shea entendesse, como: “você pare com isso, senão eu conto para a “tia” e ela te coloca de castigo”…

É impressionante como uma empresa pode ser obtusa.

A notícia é da CBS13