Eletronicoblog, by Blogo.it

Sempre que aparece concorrência, sempre que chega algum site que de uma forma ou de outra compete, ou aparenta competir, com algo que produzo ou apóio e me perguntam se eu me incomodo, eu simplesmente respondo “não me incomodo, tem espaço para todo mundo”. É este justamente o caso do site que me pediram para lhes apresentar através deste publieditorial, o blog de tecnologia Eletronicoblog.

Ao contrário do que eu faço aqui no Cybervida, onde desenvolvo um trabalho mais diversificado, cobrindo arte e um pouco de cotidiano além dos assuntos pertinentes à tecnologia, o Eletronicoblog é mais centrado no tema, lá você poderá encontrar posts sobre antecipações do mercado como este possível player MP3 touchscreen da Sony, notícias sobre hardware e software e gadgets inusitados como este iPhone de US$ 2,5 milhões… E encontrei uma coisa bacana por lá, que possívelmente eu use em meus blogs, os usuários podem sugerir e votar em sugestões de notícias a serem publicadas (vejam os links logo abaixo do logotipo do site).

eletronicoblog

O site faz parte do braço tupiniquim da rede italiana Blogo.it, uma rede independente de mídia digital que opera desde 2004 e dá à plataforma blog um caráter mais profissional mas sem deixar de lado a independência de cada membro editor da rede. E a parte boa é que a Blogo.it está abrindo vagas para quem queira participar e ganhar dinheiro blogando, no site deles tem o seguinte texto.

Depois do sucesso com os oito primeiros blogs, o nosso intento é aumentar o nosso network com blogs a tema sobre: jogos, musica, motos, cinema e cultura gay e para isso procuramos pessoas apaixonadas e confiáveis, de preferência dispostas em arriscar-se com um empenho cotidiano. Por experiência, quem escreve em maneira esporádica, não cria raízes e normalmente se desliga da equipe.

Particularmente, deverei topar com o Francesco Magnocavallo e/ou com a Giselle Ribeiro, que estão, ou estarão, no Brasil para participar no dia 24 de Janeiro às 14 horas, do Painel Blogs no Exterior, parte do evento Campus Blog, que ocorre dentro da Campus Party.

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Enormes telas sensíveis à toque e hologramas, o show de tecnologia da CNN na eleição Norte Americana

Este ano as emissoras de televisão norte-americanas precisaram pedalar muito para segurar a audiênciada apuração das eleições do país, ao contrário dos dois últimos pleitos em que o resultado se arrastou por dias em 2000, e até o meio da madrugada em 2004, o pleito deste ano tinha tudo para ser resolvido muito rapidamente, eram quase favas contadas a eleição do Democrata Barack Obama.

Era dito, nos blogs internacionais que versam sobre o assunto, que as emissoras estavam imaginando o que fazer para prender a atenção do espectador. A CNN optou por um show de tecnologia na central que montou para o acompanhamento da contagem eleitoral, usou a abusou da tecnologia multi-touchscreen da Perceptive Pixels e até um holograma apresentou. Abaixo mostro vídeos das tecnologias utilizadas, bem como uma breve explicação de seu funcionamento.

O holograma, ou não.

Não, não era como o holograma do Guerra nas Estrelas IV, em que a Princesa Leia era exibida em 3 dimensões pelo R2D2 para o Luke Skywalker, o holograma – se é que pode-se chamar assim, tenho minhas dúvidas – era inserido durante o processamento da imagem da transmissão ao vivo.

O holograma em questão era uma repórter que estava na cidade de Chicago, e interagia com o apresentador na central da CNN, que fica em Atlanta. Para que o holograma fosse possível, ela ficou dentro de uma tenda, cercada por 35 câmeras HD para que sua imagem fosse capturada em 360 graus, e inserida sobre uma marcação – não sei se física ou digital – que existia no palco. Ou seja, enquanto ela conversava com o apresentador, sua imagem capturada por várias câmeras, então era processada para formar uma imagem 3D, inserida digitalmente na imagem e transmitida ao vivo, e no meio de disso tudo, ainda havia em algum ponto a transmissão dos dados entre o local em que ela estava e Atlanta, ufa!

E o mais impressionante, é que praticamente não havia atraso na interação do apresentador com ela… vendo os vídeos dá para entender o que falo. Ah… o segundo vídeo é do músico Wil.i.am, da banda Black Eye Peas.

Percetive Pixel – multi-touch gigante.

Esse foi o meu xodó, eu passei a noite imaginando como seria divertido brincar com uma tela destas, sabe-se lá de quantas polegadas – eu chutaria algo em torno de 110” ou 120” – sensível a toques múltiplos, ok, elas não são propriamente uma novidade, mas e certamene agora estão amparadas por um poder brutal de processamento já que em determinados momentos, o apresentador moveu vídeos pela tela, enquanto estes eram reproduzidos e não houve o menor sinal de lentidão, o vídeo nem ao menos piscou e o tempo de resposta foi zero.

Pode-se dizerq que ela funciona mais ou menos como um iPhone ou iPod Touch depois de consumir uma montanha esteróides! Ok, perto da tecnologia do holograma ela é fichinha, mas é muito mais útil para alguém dito ‘normal’. No primeiro vídeo o uso feito na CNN, e no segundo, um vídeo feito pela própria Perceptive Pixel.

A quantidade de dados processada pelo Google, e sua equivalência em arroz

Eu sempre imaginei a quantidade de dados que o Google armazena, eu até cheguei a ler isso em um White Paper que foi liberado à época do IPO deles, mas não lembro mais. Uma coisa que eu lembro é que todos os dados do Google são armazenados de forma redundante, e que o sistema deles é tão brutal que quando um servidor “morre”, ele simplesmente tem a energia cortada pelo sistema e os dados que ali deveriam estar passam a ser replicado em outra máquina, e assim fica até que chegue um ciclo de revisões.

Mas uma coisa que eu nunca parei para pensar, confesso, é quantidade de dados que o Grande G processa por dia, segurem o queixo, são impressionantes 20 PETABYTES de dados processados POR DIA. Só para dar uma idéia, um petabyte são 1024 TERAbytes, ou se preferirem, 1.048.576 GIGAbytes.

Descobri que o número foi revelado por um blog chamado Nial Kennedy’s Weblog. Descobri isso através de uma interessantíssima postagem no blog da Managed Networks em que ela compara bytes a caroços de arroz, um byte = um caroço de arroz.

Se um byte, um caroço de arroz…

Agora vamos ao Kilobyte, são 1024 bytes, uma pequena tigela de arroz, meia porção.

O megabyte seria quase uma saca de arroz, 25Kg para ser mais preciso, ou se preferirem, 1.048.576 grãos de arroz.

Agora em vez de uma saca, vamos precisar de um container para armazenar o equivalente a um gigabyte, 1.073.741.824 grãos de arroz (chegamos à casa do bilhão).

O terabyte vai precisar de um navio de containers para transportar seu equivalente em arroz, chegamos agora à casa do trilhão de grãos! Com esta quantidade de arroz, todos os habitantes da Europa poderiam fazer uma refeição.

Ainda usando o exemplo acima, seriam necessárias 210 viagens do maior navio de containers do mundo para conseguir transportar o quatrilhão de grãos de arroz equivalentes a um petabyte!

Deu para entender bem a alegoria? Pois então fique sabendo que serão necessárias 4200 viagens para os 20 Petabytes, esta quantidade de arroz seria capaz de cobrir com uma camada de 20 metros o centro de Londres.

Para quem não se contenta com um banheiro comum

O banheiro não é um local que normalmente associamos à tecnologia, associamos à muita coisa, como higienização pessoal, maquiagem, e até mesmo sala de leitura *cof* *cof*, mas a parte tecnológica do banheiro geralmente está limitada ao barbeador, afinal, as cinco lâminas de um Gilette Fusion são um grande feito tecnológico ;)

Mas o site DVice elencou 10 itens de alta tecnologia para banheiros, à começar por um banheiro inteiro que se prende em uma coluna central, projetado para locais com óbvios problemas de espaço.

Mas vendo os modelos de vasos sanitários automatizados, lembrei de uma antiga piada que li no livro “Anedotas do Pasquin” em mil-novecentos-e-me-esqueci, em que o cara saía carregado em uma maca do banheiro ultra-moderno e quando indagado sobre o que aconteceu para ter seu pênis decepado, ele respondeu: “Eu não sabia que o botão RAT, no controle do vaso, significava Removedor Automático de Tampax”

Mais peças na extensão da postagem.

Design Odyssey Vertebrae
Um banheiro completo em uma só coluna, tudo que você precisa fazer é deslocar as peças em torno do eixo… (link)


Clique aqui para ver o post completo.

Microsoft Partner Program, acesso de gente grande à pequenos desenvolvedores

É muito cômodo para qualquer grande empresa trabalhar com grandes parceiros, que vão fechar contratos de grande porte e podem arcar com grandes estruturas de custo, ou seja, o vendedor não precisará lidar com entraves de baixo volume que demande micro gerenciamento, ele estará negociando com um parceiro que pode arcar perfeitamente com o custo de um time de suporte.

O Microsoft Partner Program funciona indo na direção contrária da comodidade corporativa, ele é um programa voltado à capacitação técnica e subseqüente alavancagem de força competitiva para start-ups e pequenas empresas do setor de Tecnologia da Informação.

Como ele faz isso? Através de cinco elementos básicos, de grande valia, e que de outra forma provavelmente não estariam acessíveis aos que não têm grande porte:

1. Possibilidade da aquisição de licenças por custo inferior ao do mercado
2. Teste de aplicações nos laboratórios da Microsoft
3. Suporte
4. Certificação
5. Exposição

Fora estes cinco elementos básicos, o parceiro poderá encontrar outros, como o “ISV Royalty Agreement”, que permite a integração de produtos licenciados e aplicativos da Microsoft aos seus próprios aplicativos sem a necessidade de aquisição de licença, mediante, como diz o próprio nome, ao pagamento de royalties.

Estão aptos a participar do Microsoft Partner Program quem se enquadrar como ISV (Independent Software Vendor), que são empresas que vendem ao mercado soluções prontas para uso imediato, e os CDS (Custom Development Solutions), que são empresas desenvolvedoras de soluções sob demanda.

Em síntese, se você tem ou trabalha em uma pequena empresa ou start-up que desenvolva soluções e precise ou possa melhorar seu produto através do uso de produtos Microsoft, a o Microsoft Partner Program pode se mostrar uma excelente solução ;)

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