Este abajur robótico, que ainda está em fase de projeto, virá completo com reconhecimento de gestos e seu próprio projetor pico. Como um assistente digital pode interagir com o usuário e projetar informações em qualquer superfície.
Possui também uma câmera capaz de reconhecer espaços organizados e com isso projetar aplicativos virtuais como um teclado, por exemplo.
Apesar do vídeo abaixo estar em inglês ele é bem simples de se entender.
Na revolução das máquinas bem que os robôs tentaram, mas as limitações do Steve Jobs ao uso de recurso dos aparelhos terminou por fazer com que a infecção resultasse em robôs, assim digamos, bobinhos…
Ainda longe de estar finalizado e pronto para o comércio, Callo e Cally já está fazendo um imenso sucesso no Youtube, tanto que foi matéria de um noticiário no Canadá.
Estes simpáticos robozinhos, conseguem identificar chamadas e mensagens de texto e demonstrar “emoções” de acordo com elas. Por exemplo, quando recebe uma ligação do patrão do seu dono, eles ficam zangados e demonstram isso com seus movimentos. Já quando é a namorada quem liga, eles dançam, pulam e abrem um sorriso de uma ponta a outra. Por outro lado, quando recebem por mensagem de texto algo como “Estou terminando com você” eles ficam cabisbaixos e até choram.
Desenvolvidos por Ji-Dong Yim, um doutorando da Escola de Artes Interativas e Tecnologia de Vancouver, no Canadá, Callo e seu irmão Cally são telefones robôs interativos. O sucesso do projeto é tanto que despertou a atenção da mega companhia de celulares Nokia, que hoje financia as pesquisas.
Além de expressar as emoções da ligação, eles ainda possuem um sistema de acompanhamento de faces – tirando a obrigação do usuário de celular em ficar segurando o aparelho na posição certa em conversas de vídeo – e um alarme extremamente chato – que vai até o coitado que precisa acordar ao invés de ficar somente parado tocando.
Para saber mais sobre este robozinhos, acesse o Blog do projeto.
Olha que coisa bacana o conceito do Flyfire, criado por uns malucos do MIT. Eles tiveram a ideia de transformar qualquer lugar em uma tela, mas não uma tela qualquer, e sim uma tela altamente imersiva e interativa.
No primeiro passo do projeto, vários micro-helicópteros dotados de leds, e capazes de se auto-organizar, vão transformar-se em pequenos pixels, criando imagens em pleno ar através de movimentos sincronizados. A tecnologia permitiria aos helicópteros se organizarem, e mudarem de cor, em tempo real. Já imaginaram a quantidade de aplicações que isso pode ter se não for um glorioso vaporware?
Novamente a realidade caminha para executar o que a ficção já previa, no romance “Presa”, Michael Crichton fala de uma nuvem de nano-robôs capazes de se organizarem em quaisquer formas em tempo real, e mimetizar qualquer cor controlando a refração da luz em suas superfícies. Aliás, no começo da série Lost, comentou-se muito que a nuvem do seriado, seria baseada na forma primária dos nano-robôs de Chricton, que também eram nuvens.
Abaixo um vídeo conceitual do Flyfire (que por sinal é um trocadilho com firefly, o nosso vaga-lume).
Por um outro lado, um dos comentários do vídeo no Youtube aponta para o fato de que seria muito complicado controlar 100 micro-helicópteros voando em uma pequena área, principalmente pelo efeito que a turbulência que uns causariam nos outros…
Não há fonte específica, toda referente ao Flyfire foi retirada da página do vídeo no Youtube.
Se você tinha medo do “Exterminador do Futuro”, segure um pouco mais forte no braço da cadeira, uma empresa japonesa chamada Cyberdine Corporation, que errou por um “Y” e pelo o nome do meio, o da Cyberdyne Systems Corporation do filme de ficção, criou e já está alugando um exoesqueleto para auxiliar pessoas com dificuldade motora, ou que precisem transpor, a pé, grandes distâncias.
Se você não segurou ainda na cadeira, segura essa, o nome do brinquedo é Hybrid Assisitve Limb, ou HAL para os íntimos. Se você não tem um pingo de cultura de ficção científica, HAL era o nome do computador dotado de inteligência artificial que controlava a nave de 2001, de Stanley Kubrik, e ficou perverso no decorrer da odisséia.
Como falei a início os trajes já estão sendo alugados desde outubro do ano passado, ao custo mensal de 220.000 ienes, algo em torno de R$ 3.800,00 à taxa atual.
Agora fala sério, você reagiria como os japoneses quando alguém passasse do teu lado com um traje destes?
As informações a respeito do HAL foram retiradas das notas do primeiro vídeo, exceto, claro, as referências cinematográficas…
Kim Graham criou extensões mecânicas para as pernas que as fazem parecer com as de um sátiro. Para quem não conhece, são as criaturas míticas que tinham torso humano mas um par de pernas de bode. E tal como nas criaturas, as pernas tinham duas articulações intermediárias, em vez de apenas uma, como nós humanos.
Batizada de “Digigrade Leg Extensions”, elas são feita sem aço, espuma de poliuretano e plástico ABS, pesam pouco menos de 3.5Kg cada e adicionam 35 cm. à altura de quem as veste, e o custo, já com as molas que garantem uma movimentação mais fluida, é de US$ 980,00.
Tudo indica que seu uso principal é cênico, mas deve ser bacana passear vendo tudo do segundo andar
Segue um vídeo, mas confesso que esperava mais dele… pelo menos uma pirueta Kim poderia ter feito!
O robôzinho humanóide da Trossen Robotics manda bem no ‘break dance’, faz vários passos interessantes, até uma parada de cabeça!! Ele tem um par de auto falantes do peito, então você não vai precisar sair com um boom box por aí, para mostrar seu pequeno brinquedo.
O robô vem com uma interface de programação 3D que permite você montar sua rotina de dança, mas para quem acha que pode não consegue programar os movimento no robô, ele já vem com 100 pré-programados, é o de menos, visto que ele custa US$ 600 na gringolândia.
Abaixo um exemplo de como funciona a interface de programação.
Mas claro que você pode ser radical o suficiente para criar seu próprio robô, como estes que participaram de uma competição na Áustria para robôs de seis pernas…