Promoção Verisign Quero Meu .Com

Entre todos os “name servers” (ou DNSs) do mundo, existem 13 que são mais importantes, os “root name severs”, são 13 endereços operados por empresas responsáveis pelo mais básico e um dos mais importantes de todos os serviços da internet, dizer aos outros servidores de DNS mundo a fora, onde devem procurar o endereço IP de determinado domínio.

Dois destes “root name servers” são operados por uma empresa chamada Verisign, esta postagem, escrita a pedido, é para dizer que ela está iniciando uma campanha em blogs voltada para blogs, e como parte desta campanha, você poderá ganhar um ano de registro de domínio de hospedagem para seu blog.

Quando eu comecei a me aventurar na Web, lá por idos de 1996, 1997, registrar um domínio no Brasil custava R$ 80,00 por ano, no exterior variava em torno de US$ 30,00 por ano, valores que caíram bastante no decorrer dos anos. Eu sempre gostei de ter controle sobre o meus sites, e desde 1997, com uma exceção, eu opero exclusivamente com meus domínio e hospedagens próprias. E o mais irônico, o único projeto que toquei em um serviço gratuito neste ínterim, um site de wallpapers no kit.net, foi simplesmente tirado do ar sem nenhuma explicação…

O fato é que os preços de registro de domínio e hospedagem caíram drasticamente no decorrer dos anos, e é bom ver um player de peso do mercado entrando no Brasil, e o melhor, cobrando apenas R$ 15,00 pelo registro anual de um domínio .com ou .net. Para conhecer melhor os produtos e serviços que eles estão oferecendo em terras Tupiniquins, vale uma visita ao “Quero o Meu .Com;)
A promoção.

Como eu disse mais acima, a Verisign disponibilizou um ano de registro de domínio e hospedagem para alguém a ser escolhido por mim. Então vamos passar este presente para frente, detalhes abaixo:

PROMOÇÃO ENCERRADA NA MANHÃ DO DIA 17/07/2008 SERÁ ANUNCIADO O VENCEDOR.

Quem pode participar:
qualquer pessoa que já tenha um blog hospedado em servidor gratuito e queira passar para um domínio próprio

Como participar:

1. Faça uma postagem, de qualquer teor, dizendo que quer seu domínio .com
2. Na postagem coloque a linha abaixo:

Promoção Verisign um ano de <a href=”http://cybervida.com.br/promocao-verisign-quero-meu-com” target=”_blank”>hospedagem e domínio</a>, publicada no <a href=”http://cybervida.com.br” target=”_blank”>Cybervida</a>.

3. Coloque no trackback o endereço desta postagem
4. Caso seu trackback não esteja aparecendo (eles são exibidos logo após a lista de comentários) até as 18 horas, deixe um comentário com o endereço de sua postagem.
5. O vencedor será escolhido por mim, baseado unicamente na qualidade do blog participante.
6. Amanhã eu anuncio o vencedor.

IMPORTANTE: A Verising dará a você o serviço de hospedagem e o registro de domínio, todo procedimento de instalação da ferramenta de blog e migração para o novo serviço, será por sua conta.

IMPORTANTE 2: Eu me comprometo a fazer uma instalação padrão de Wordpress, a mesma ferramenta que uso aqui, caso o ganhador deseje.

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Faça como este cliente, entre em contato conosco e patrocine a promoção de seu concurso cultural.

Fontes, citações e detonando leechers com mod_rewrite

Uma coisa que irrita 3 em cada 10 blogueiros, são os outros 7 que vivem de chupar conteúdo e simplesmente reproduzi-los, achando que o fato de usar o termo “fonte: fulano” valha alguma coisa. Aliás, essa moçada que vive de copiar, deturpou completamente a palavra “fonte”.

Para que fique claro:

Fonte é o conteúdo que lhe inspirou a postagem, você pode até ter pinçado as idéias do site, pode até ter acatado o que aquele site escreveu, concordar e chegar a mesma conclusão, mas você está fazendo com SUAS palavras. Sem problemas é algo normal.

Citação é a cópia de um trecho da postagem, algo que seja irrisório frente ao tamanho total da mesma. Por exemplo, em um texto grande como este, dois ou três parágrafos seriam algo aceitável, mas em uma postagem de pouco texto como a do anel revólver, o ideal seria no máximo uma passagem, a parte de um parágrafo. Sim, a citação sempre deve ser escrita de forma diferente do resto do texto, seja usando um blockquote, seja usando aspas e itálico (aqui eu uso os três juntos). Duvido que alguém se incomode em ser citado da maneita correta, eu pelo menos não acho ruim.

Plágio, chupada, sangue-suga (leech), é copiar o post integralmente. E ainda têm aqueles que logo que a mãe deixa usar o computador do bordel fazem sites chupadores de feed.

Sim, caso alguém se inclua na última definição e sinta-se ofendido, e pense em processar, vai ser MUITO interessante usar a sua petição inicial como prova em uma ação de direitos autorais, que no Brasil são implícitos.

Mas fora os chupadores de conteúdo, temos também os chupadores de banda, que é a moçada que simplesmente faz hotlink das imagens que você guarda no seu servidor, sem a menor cerimônia. Não ligam para a possibilidade de estarem consumindo seus recursos nem nada, e é justamente para combater os plagiadores de feed, e essa moçada que faz leech de imagem, que segue abaixo um pequeno tutorial sobre uso de mod_rewrite, que visa em primeiro lugar trocar suas imagens normais por anuncios nos sites onde a moçada gosta de chupar banda, e em segundo lugar detonar sites que copiam seus feeds.

Sobre o mod_rewrite.

O mod_rewrite é um add on para o servidor Apache, trata-se de uma ferramenta MUITO poderosa, que pode ser utilizada em uma infinidade de maneiras, o pouco que falo aqui apenas arranha a superfície do que ele pode fazer. Por exemplo, no Uêba eu o uso para esconder TODAS as requisições que são feitas ao meu sistema, o que é excelente para dificultar exploits. Em servidores de mídia, eu o uso para evitar leech, e até mesmo para esconder os arquivos de vídeo do Xpock, cujo endereço sobrevive entre 20 e 30 minutos a contar do momento em que a página é de vídeo é gerada.

Mas antes você precisa saber um mínimo sobre navegadores, toda requisição de página ao servidor vem em algo chamado “header”, e para ficarmos no básico consideremos apenas que entre as informações que ele traz, vêm a url solicitada e a origem desta solicitação.

Ao receber a requisição o Apache pergunta ao mod_rewrite se o header atende alguma condição pré-definida. Estas condições se baseiam nas variáveis deste mesmo header, geralmente construídas com “expressões regulares”. Encontrando as condições, o mod_rewrite vai reescrever a requisição (daí o seu nome), e devolver para o Apache a versão modificada para que este a processe. Traduzindo para os neófitos, o programador pode criar várias condições a serem seguidas e regras a serem aplicadas, como por exemplo, fazer com que o mod_rewrite entregue B sempre que alguém pedir A.

É graças a este módulo que existem as URL amigáveis, o .htaccess do Wordpress que é o CMS deste blog, informa ao Apache que toda URL deve ser tratada pelo arquivo index.php. Desta forma o endereço desta postagem, que é http://cybervida.com.br/fontes-citacoes-e-detonando-leechers-com-mod_rewrite é modificado para fazer uma requisição ao index.php, que descobre através das configurações do sistema que a forma correta de procurar o post é através do “post slug” de cada entrada (o post-slug é único, quando dois títulos são iguais o WP adiciona um numeral), processando finalmente o pedido e fazendo com que o Apache entregue o conteúdo ao leitor.

Abaixo, vão duas utilizações do mod_rewrite para tentar diminuir as ações mais comuns de plágio e até mesmo fazer uns anúncios gratuitos do seu blog ;-)

Clique aqui para ver o post completo.

Bebim chato tira do ar centenas de servidores nos EUA!

O que acontece quando o empregado de um datacenter considerado de primeiríssima linha chega bêbado para trabalhar, endoida e mete a mão no botão de “desligamento de emergência” em uma sala de servidores?

Tira mais de 40 racks de servidores do ar!

Depois eu farei uma postagem sobre as disposições que servidores podem ter em um datacenter, mas por enquanto, considerem, que um rack padrão, de 42U pode comportar desde 10 servidores fisicamente grandes, com 4Us até 60 servidores blade (10 servidores verticais ocupando 7U de espaço).

Logo estamos falando de centenas de servidores, possivelmente mais de mil, tirados do ar por um bebim chato em um apertar de botão…


Rack de 42U com servidores de 2U

Isso aconteceu durante a madrugada de ontem para hoje na 365 Main, um datacenter considerado, como dito no início da postagem, de primeiríssima linha nos EUA, localizado no centro da cidade californiana de San Francisco. Entre os clientes afetados estão: AdBrite, Technorati, Craiglist, TypePad e Live Journal, apenas para citar os mais high profile.

A notícia de que foi um empregado bêbado não é, logicamente, confirmada pela empresa. Segundo ela, o datacenter foi vítima de um “apagão” que está afetando o centro daquela cidade. Mas a própria ValleyMag, que é a fonte originária da notícia, reporta que um homem foi visto sendo levado pela polícia, algemado e gritando: “You have been trolled by nut rollers!“.

O que “pega”, é que o datacenter sempre se vendeu como tendo fontes redundantes de energia, inclusive geradores próprios, o que os tornariam imunes a apagões. O lema deles é: “365 Main – The World’s Finest Data Centers”.


Fila na porta da 365 Main,
supostamente entregadores com notificações extra-judiciais…

Segundo Dave Sifry, do Technorati, em email para a ValleyMag:

Caros,

Eu gostaria de informar-lhes, que San Francisco está tendo um GRANDE problema energético, com apagões desde o distrito financeiro até o Daly City. Um de nossos “colos” no 365 Main Street está sofrendo com um apagão (nem liguem para o fato de que eles sempre juraram para cima e para baixo que este tipo de coisa nunca poderia ocorrer, ah não, eles tem múltiplos sistemas redundantes e cobram os olhos da cara para que tenhamos certeza de que nosso negócio terá continuidade, isto não está acontecendo, ah sim), entretanto, nossos outros datacenters continuam funcionais, e nós esperamos retornar ao funcionamento completo tão logo quanto possível.

Nós informaremos os desdobramentos, e agradecemos seu apoio durante este problema…

Dave.

Ooops…

Via: Digg
Detalhes: ValleyMag

Escalonando a hospedagem de seu site

Planejar o escalonamento da hospedagem de seu site, é mais ou menos como praticar direção defensiva no trânsito, veja o que acontece ao seu redor, anteveja a movimentação e se antecipe à ela. Por movimentação, leia tráfego.

O que eu pretendo aqui é nortear o webmaster independente, que está crescendo e não tem tubos de dinheiro para gastar com hospedagem e ao mesmo tempo não pode se dar ao luxo de perder visitação por mal dimensionamento da hospedagem.

O que falo abaixo, falo de experiência própria e é algo muito próximo do caminho que eu percorri com os meus sites.

Uma boa analogia no que tange ao escalonamento da hospedagem de um site, é a do jogador de xadrez que precisa antecipar vários lances antes de se mover. A idéia aqui é bem mais simples que um jogo de xadrez, vamos trabalhar com apenas dois movimentos.

O primeiro movimento vai envolver ao seu próximo upgrade. O ideal é que você já defina a sua necessidade de processamento/espaço, identificar os possíveis fornecedores e levantar os custos envolvidos. Analise o seu orçamento e comece à fazer um pé de meia que garanta a hospedagem de seu site por pelo menos 4 ou 5 meses, que é o tempo em que o seu crescimento levará para cobrir a diferença de custo. Se nesse período seu site não for capaz de cobrir o aumento de custo, você pode estar enterrado com um site que financeiramente não tem futuro.


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Hospedagem de sites e a falácia do oversell

No ramo de hospedagem não existe milagre, existe oversell PONTO.

Para quem não tem familiaridade com o termo, oversell é o ato em que uma empresa de hospedagem vende mais recursos do que realmente dispõe em um servidor de internet, confiando-se no fato de que os clientes quase que invariavelmente solicitam mais recursos do que de fato necessitam.

O oversell é uma realidade desta indústria, e ocorre tanto em empresas de hosting dedicado quanto em empresas de hosting compartilhado. É um artifício que se aproveita da natureza humana, que sempre procura extrair o máximo em cima do valor pago.

Até alguns anos atrás, o nível de oversell considerado* mais ou menos saudável era entre a venda de 30% à 100% a mais do que havia de recursos disponíveis no servidor ou no data center.

Com o tempo e a queda no preço de armazenagem, o oversell migrou do conjunto espaço/tráfego, para puramente tráfego. Afinal, com discos de 400 ou 500 Gb à custo relativamente acessível, fica fácil ter uma máquina com 1 ou 2 TB de espaço de armazenagem.

Aí o bicho pegou. De alguns anos para cá, uns cinco eu acho, começaram á aparecer os planos milagrosos, como os da PowWeb, DreamHost e Blue Host. Essa moçada começou a vender banda de servidor dedicado à preço de plano compartilhado barato. Não são as únicas, mas provavelmente são as mais emblemáticas.

Eles começaram á vender o que não custa menos de US$ 100,00 por mês, pelo preço de US$ 7,49 ou até menos. Eles não estão fazendo nada que possa ser considerado ilegal, mas sem dúvidas, do ponto de vista ético é sofrível.

Por quê? Porque à partir do momento em que você se aproximar do uso de 30% ou 40% da banda, uma destas duas coisas acontecerão com você:

  1. O serviço vai degradar ao ponto de você se ver obrigado á retirar
  2. Você será convidado à se retirar.


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