A canoa de hashis, e Minas Tirith em palitos de fósforo…

Haja paciência… muita paciência.
O primeiro caso é de um ex-funcionário da prefeitura da cidade japonesa de Koriyama, que incomodado com o estrago da madeira em boas condições descartadas após o uso de hashis, resolveu recolhê-los e usá-los na construção de algo, no caso de uma canoa com quatro metros de comprimento.

O segundo é bem mais [...]