O melhor telefone conceito do mundo – The 01 Phone

Primeiro, expliquemos o termo crowdsourcing para quem ainda não o conhece. Segundo a trata-se da realização de uma tarefa por um grande grupo de pessoas, que atendem a uma chamada feita em aberto, ou seja, a quem quiser participar.

Pois bem, foi isso que o site inglês de gadgets T3 fez em setembro passado, convidou sua base de usuários para unirem-se a eles na criação do telefone celular perfeito, o The01Phone e ontem apresentaram imagens renderizadas do modelo final.

Agora a campanha deles visa angariar o maior número possível de assinaturas para levar o case a um dos grandes fabricantes de celulares, na esperança de que algum deles topar o desafio e construir o primeiro telefone desenvolvido por crowdsourcing do mundo.

Especificações:

  • Tela multitouch
  • 32 Gb de armazenagem
  • Câmera de 5mp
  • Conectividade 3G
  • Teclado inteiramente customizável (vejam as fotos ao final do post para entende melhor)
  • Capacidade de reprodução multimídia

Na extensão da postagem seguem as fotos mais detalhadas do The 01 Phone – “The phone to rule them all” (lema inserido por mim, se é para fazer a referência, que ela seja completa).


Clique aqui para ver o post completo.

Jogando Pong com pincéis atômicos…

Bacana esta tecnologia capaz de interagir com o que se escreve, ou no caso desenha, com um pincel atômico em um quadro branco. O vídeo mostra uma demonstração real, não é computação gráfica, de duas pessoas jogando Pong de maneira bem sui generis…

Ok, o jogo ficaria interessante depois de tomar meia caixa de cerveja, mas isso é um detalhe e não deixa menos interessante a tecnologia da Eness. Imagine a utilização disso em sala de aula, ou para apresentações multimídia, deve ser interessante dar uma palestra em que os ítens multimídia são controlados com um simples pincel atômico.

Office 2007, online e comunidade.

Quando fui convidado para fazer esta postagem a respeito do Office 2007, não pude deixar de lembrar da primeiro sentimento que tive ao usar o programa: um susto. Foi a mais dramática mudança de interface pela qual a suíte de aplicativos da Microsoft já passou, eles mudaram do visual tradicional para a interface “Office Fluent”, que depois deste primeiro momento, se revela de excelente usabilidade, mas volto a falar dela no final da postagem. Primeiro vou falar da comunidade online de usuários que a Microsoft quer construir em torno do programa.

Para acompanhar o novo Office 2007 a Microsoft preparou o site Office Online que visa centralizar de maneira concisa tudo que diz respeito à suíte. No site, você pode baixar, por exemplo, dúzias de modelos e centenas de imagens clipart para usar nos aplicativos, bem como tem acesso ainda à área de downloads onde o usuário pode encontrar as atualizações pertinentes à sua versão.

Mas um dos pontos fortes do site, frisado pela própria Microsoft, é a comunidade online que ali está nascendo. Em um primeiro momento esta comunidade tem a forma de um blog, escrito pelo competentíssimo Rafael Arcanjo, em que são postadas dicas, vídeos e tutoriais relativos ao Office 2007 que podem ser discutidos, melhorados e ampliados por quem mais tem interesse, os próprios usuários do sistema através de sistema de comentários.

Mas voltando a falar da Office Fluent, enquanto o susto é inevitável, devo dizer que é coisa de primeiro momento. A nova interface tem ótima usabilidade e boas surpresas surgem, como o fato de que no Office 2007 pode-se chegar praticamente a todos os itens do menu com o simples dedilhar de três teclas. Até aí tudo bem, todos sabem que atalhos existem, mas o Office 2007 fez algo simples e genial ao mesmo tempo, a primeira tecla que você vai usar é o “ALT”, ela irá “etiquetar” o menu com a tecla correspondente, e a partir daí, os menus que foram surgindo, também estarão etiquetados. No exemplo abaixo, eu teclei “ALT”, em seguida “J”, viu como fica fácil?

Bem, estes são meus dois centavos de contribuição à comunidade do Office 2007, todo mundo poder ser um power user, usando atalhos para aumento de produtividade, sem precisar decorar nada ;)

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15 mesas de centro high-tech

Na gringolândia que fala inglês, eles chamam a nossa “mesinha de centro” de “coffe table”, mesa de café. Aqui reproduzo uma lista de 15 mesas publicadas pelo Born Rich.

Mais fotos na extensão das postagem…


Clique aqui para ver o post completo.

Yamaha RX-Z11 11.2, ou onde que eu enfio esse plug mesmo hein?

Os equipamentos de som evoluíram tremendamente nos últimos tempos, isso é óbvio, entre o ultra moderno Dobly Surround de mil novecentos e oitenta e pouco, e os THX ou mais atuais, muita água passou debaixo da ponte.

Mas uma coisa mudou tremendamente, a frente dos aparelhos. Com a digitalização os fabricantes optaram por aparelhos com visuais cada vez mais minimalistas, se você pegar um receiver de qualquer marca de meados da década de 1990, e comparar com um receiver atual, e colocar de frente a alguém completamente desavisado e perguntar qual é o mais moderno, é capaz do desavisado escolher um de dez anos atrás.

E uma coisa não mudou, é a traseira complicada destas belezocas, aliás, se mudaram foi para mais complicado, um bom exemplo é esse receiver da Yamaha, o RX-Z11, que ao custo de US$ 5500,00 (na gringolândia), tem absurdos 11.2 canais de som !!

O que ele tem além disso? Bem, vou copiar/colar o que diz a Wired: XM-HD, HD Radio, Dolby True HD, neural surround, made for iPod, XM Ready, conectividade para usar Windows Media Player, HDMI 1.3a, THX Loudness Plus… Aliás, o THX Loudness Plus vale a pena explicar. Todo filme tem o som otimizado para salas de cinema, com som alto, esta função permite que os sons surround sejam percebidos mesmo quando se está assistindo a um filme em um volume relativamente baixo.

Lendo a sopa de letras acima, pode-se não achar que é grande coisa, mas deêm uma olhada no painel traseiro da criança…

O review está na Wired

Silverfish, um aquário futurista

Se alguém me pedisse para descrever como eu faria um aquário futurista, eu não sei como faria, até mesmo porque ao contrário do meu irmão, eu não sou muito fã de aquários. Até gosto de admirar um ou outro na casa de amigos ou em restaurantes que montam aqueles tanques grandes e muito bonitos, mas na minha casa, só se um dia meu filho quiser manter um…

Mas mesmo sem ter esta paixão toda por eles, fiquei impressionado com a beleza deste aquário da Octopus Studio, o Silverfish Aquarium. Ele é composto por seis globos interconectados, o que dá aos peixes liberdade de passear entre eles.

Quando eu vi a geringonça, a primeira coisa que me veio à cabeça foi a dor de cabeça que deve dar mantê-lo, mas o fabricante garante que por ser um aquário sem cantos vivos e dotado de um avançado sistema de filtragem, a manutenção dele chega a ser mais simples que a de um aquário em forma de tanque.

Sua capacidade são para 230 litros e o preço é até menos do que eu imaginava, segundo o Boing Boing, cada unidade é feita sob encomenda ao preço final de US$ 3.400,00.

Seguem as fotos…

ACME Portable, micro “portátil” com três monitores LCD de 17″

O fabricante refere-se a ele como um computador “portátil”, particularmente achei muito bacana a idéia de um micro com boa mobilidade e três monitores montados da maneira que foi feito, mas venhamos e convenhamos, ele não tem nada de portátil, é praticamente um gabinete com encaixe para três monitores de LCD de 17”.

Acho que chamá-lo de desktop de alta mobilidade seria mais coerente. Aliás, por falar em nomes, olha só o nome do fabricante: ACME Portables. Só espero que quem comprar essas máquinas tenha mais sorte que o Wile E. Coyote ;)

Mas o nome, na minha opinião incoerente, não diminui a ingenuidade do produto, e eu tenho certeza que qualquer geek gostaria de ter um brinquedo desses, aliás, já pensaram no sucesso que um troço desses não faria no Campus Party?


Aqui o porque eu acho o nome incoerente, É um desktop…

O preço só é divulgado sob consulta, conforme o site do próprio fabricante. No site aparentemente ele é oferecido em duas configurações, uma delas com Core 2 Quad 6600 e duas placas de vídeo GeForce 8800GTX em modo SLI.

Ah… ele me lembrou o primeiro micro portátil da Compaq, que era vendido lá por idos de 1984, guardadas as devidas proporções, obviamente.