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E se o Google partisse para a desobediência civil ao entregar os dados do Youtube?

Autor - Publicado em High Tech, Indústria

Acho que todos que acompanham o noticiário devem estar a par que o último desenrolar no caso em que a Viacom processa o Google no valor de US$ 1 bilhão referente a violações de direitos autorais que ocorridos no site de vídeos You Tube, foi a ordem judicial para que o o gigante de Monatain View entregue todos os logs de todos os vídeos já vistos nos servidores do You Tube, são nada mais, nada menos que 12Tb de dados.

Bem, um leitor do Tech Crunch, um dos sites de tecnologia mais lidos mundo, achou que seria legal se o Google partisse para um pouco de desobediência civil, e entregasse os 12Tb de dados impressos em papel, isso mesmo, em folhas de papel. Isso equivale a aproximadamente 5 bilhões de folhas de papel, o que podemos dividindo em livros de 250 folhas, representariam 20 milhões de livros, mais de 23.000 toneladas de papel.

Visualizar isso mentalmente já é interessante, é o equivalente a aproximadamente 60% do acervo em livros da maior biblioteca do mundo, a do Congresso Americano que tem pouco mais de 30 milhões de livros. Mas o Alex, do Neatorama matou com chave_de ouro, ele criou o infográfico abaixo, onde coloca em perspectiva a quantidade de dados que o Google precisará repassar, e como seria divertido ver a Viacom recebendo o conteúdo em forma física…

Abaixo, o infográfico.

Os dados abaixo são tradução exata do que foi postado no Neatorama:

  • 5.280.000.000 folhas de papel, em linha simples
  • 1.006.633 de catálogos telefônicos
  • 19.358 CDs
  • 2.614,5 DVDs
  • 61.4 discos rígidos (200 GB)
  • 9.6 cérebros humanos ( a capacidade total de armazenagem de dados em um cérebro são de 1.25Tb, segundo o futurista Raymond Kurzweil no livro “The Singularity Is Near”)
  • todos os dados do WorldWide Telescope da Microsoft

Novidades no Windows Server 2008

Autor - Publicado em Geek, Publicidade

Até uns 10 anos atrás, a Microsoft tinha duas linhas de sistemas operacionais, as conhecidas como 9X, onde se encontravam o 95, 98 e ME, e a linha NT que começou com o NT 3.1, a primeira linha era direcionada para o público doméstico enquanto a segunda para o público corporativo. O último Windows NT a levar este nome, foi o NT 4, de 1996. No ano 2000 a Microsoft passou a trabalhar apenas em cima do código do NT para seus lançamentos, com uma linha para usuários domésticos e workstations, o Windows XP, e uma linha para servidores o Windows 2000 (linha NT5).

No final de 2006, uma nova linha de sistemas operacionais da Microsoft veio à tona, a linha que seria a NT6, composta inicialmente pelo Windows Vista, e desde o começo do ano pelo Windows Server 2008. Bem, para o usuário que é leigo e não tem conhecimento desta linha, uma breve explicação. A linha Windows Server, como bem diz o nome, é voltada para servidores, ou seja, não é um sistema operacional que você vá normalmente instalar na sua casa, ele visa principalmente a utilização como servidor de internet, email, DNS, impressão, arquivos, etc, etc, etc…

Eu já tenho alguma experiência com Windows Server 2003, e fiz uma pequena pesquisa de atualização para escrever este publieditorial sobre o Windows Server 2008. Posso dizer que trabalhar com a linha Windows Server é fácil, você loga no servidor e usa-o como um desktop remoto, sem nenhum transtorno. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso é capaz de operar uma destas máquinas, não difere muito do que você opera em casa, e com um pouco de leitura, você é capaz de fazer as configurações básicas de internet e email.

Mas confesso que gostei muito de algumas das novidades que vieram com o WS 2008, de tudo que eu li, quatro coisas saltaram aos olhos: Server Core, Power Shell, segurança e virtualização.

  • Server Core: é uma forma de instalação do sistema em que apenas o essencial é instalado. Só para citar um exemplo, não é feita a instalação do Explorer, que é o shell padrão do Windows. O bom disso é a não dispersão de performance do servidor com funções que na grande maioria do tempo não são requeridas, deixando mais recursos disponíveis para o que realmente é importante. No caso, alguns poucos programas “normais” são instalados com o Notepad e os applets de controle de região. Neste tipo de instalação o controle é feito com o Windows Power Shell.
  • Windows Power Shell: sabem a janela do DOS? O Windows Power Shell está para a janela de DOS como uma Ferrari está para um fusquinha. Ela opera com linha de comando, é baseada na Microsoft .NET Framework e tem mais de 120 utilitários de administração de sistema. Você pode, por exemplo, editar os Registros do Windows a partir dela. Esse vai ser o grande xodó dos administradores de rede, já que operar em linha de comando e scripts, é geralmente muito mais rápido.
  • Segurança: vários itens de segurança foram adicionados, o que deve fazer do WS2008 um dos Windows mais seguros já lançados. Mas o que me saltou aos olhos foi o “Controlador de Domínio Somente Leitura”. Um dos maiores problemas de administradores de web servers enfrentam são o de pessoas que conseguem injetar códigos através de scritps falhos. Ao se ter um controlador que limita determinado domínio à somente leitura, o risco de comprometimento do servidor, ou até mesmo sua conversão em máquina zumbi, cai drasticamente. Segurança nunca é demais.
  • Virtualização: o WS 2008 facilita a criação de máquinas virtuais, logo, se você precisar de um servidor rodando Linux ou até mesmo outras instalações de Windows destinadas à execução de programas específicos, você já dispõe de um ambiente adequado.

Para maiores informações, eu aconselho a própria página do sitema no site da Microsoft.

Links:
- Windows Server 2008
- Podcast
- Comentário em vídeo do diretor de tecnologia do APCNET

Pesquisa:
Wikipedia (WS 2008, Power Shell, NT), Information Week, ZDNet.

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A quantidade de dados processada pelo Google, e sua equivalência em arroz

Autor - Publicado em Geek

Eu sempre imaginei a quantidade de dados que o Google armazena, eu até cheguei a ler isso em um White Paper que foi liberado à época do IPO deles, mas não lembro mais. Uma coisa que eu lembro é que todos os dados do Google são armazenados de forma redundante, e que o sistema deles é tão brutal que quando um servidor “morre”, ele simplesmente tem a energia cortada pelo sistema e os dados que ali deveriam estar passam a ser replicado em outra máquina, e assim fica até que chegue um ciclo de revisões.

Mas uma coisa que eu nunca parei para pensar, confesso, é quantidade de dados que o Grande G processa por dia, segurem o queixo, são impressionantes 20 PETABYTES de dados processados POR DIA. Só para dar uma idéia, um petabyte são 1024 TERAbytes, ou se preferirem, 1.048.576 GIGAbytes.

Descobri que o número foi revelado por um blog chamado Nial Kennedy’s Weblog. Descobri isso através de uma interessantíssima postagem no blog da Managed Networks em que ela compara bytes a caroços de arroz, um byte = um caroço de arroz.

Se um byte, um caroço de arroz…

Agora vamos ao Kilobyte, são 1024 bytes, uma pequena tigela de arroz, meia porção.

O megabyte seria quase uma saca de arroz, 25Kg para ser mais preciso, ou se preferirem, 1.048.576 grãos de arroz.

Agora em vez de uma saca, vamos precisar de um container para armazenar o equivalente a um gigabyte, 1.073.741.824 grãos de arroz (chegamos à casa do bilhão).

O terabyte vai precisar de um navio de containers para transportar seu equivalente em arroz, chegamos agora à casa do trilhão de grãos! Com esta quantidade de arroz, todos os habitantes da Europa poderiam fazer uma refeição.

Ainda usando o exemplo acima, seriam necessárias 210 viagens do maior navio de containers do mundo para conseguir transportar o quatrilhão de grãos de arroz equivalentes a um petabyte!

Deu para entender bem a alegoria? Pois então fique sabendo que serão necessárias 4200 viagens para os 20 Petabytes, esta quantidade de arroz seria capaz de cobrir com uma camada de 20 metros o centro de Londres.

Para quem não se contenta com um banheiro comum

Autor - Publicado em Design, High Tech

O banheiro não é um local que normalmente associamos à tecnologia, associamos à muita coisa, como higienização pessoal, maquiagem, e até mesmo sala de leitura *cof* *cof*, mas a parte tecnológica do banheiro geralmente está limitada ao barbeador, afinal, as cinco lâminas de um Gilette Fusion são um grande feito tecnológico ;)

Mas o site DVice elencou 10 itens de alta tecnologia para banheiros, à começar por um banheiro inteiro que se prende em uma coluna central, projetado para locais com óbvios problemas de espaço.

Mas vendo os modelos de vasos sanitários automatizados, lembrei de uma antiga piada que li no livro “Anedotas do Pasquin” em mil-novecentos-e-me-esqueci, em que o cara saía carregado em uma maca do banheiro ultra-moderno e quando indagado sobre o que aconteceu para ter seu pênis decepado, ele respondeu: “Eu não sabia que o botão RAT, no controle do vaso, significava Removedor Automático de Tampax”

Mais peças na extensão da postagem.

Design Odyssey Vertebrae
Um banheiro completo em uma só coluna, tudo que você precisa fazer é deslocar as peças em torno do eixo… (link)

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O primeiro relógio-celular à prova d’água, e pasmem, ele é bonito!

Autor - Publicado em Gadget, Horologia, Telefonia

Até o presente momento, não existis o relógio-celular mais bonito, o melhorzinho de todos não chegava nem ao menos a ser passável…

Mas agora apareceu o EP2502S OLED WaterProof Triband Watch Phone, que não só é à prova d’água, uma novidade no mundo dos celulares de pulso, como é bonito, para não dizer elegante! E não só isso, além de ser relógio-celular, ele é uma câmera de 2MP, e um player de MP3 e MP4 que suporta cartões tf de até 2Gb!

Para ser sincero, só acreditei porque vi no Gizmodo.

  • Tela em OLED com 1.3 polegadas, 260.000 cores, e 128 x 160 pixels, sensível à toque
  • À prova d’água e de choques (pancadas)
  • Idiomas: inglês, espanhol, italiano, árabe, turco, português, francês e chinês
  • Ring tone: 64 polyphonic; suporta também: mp3/midi/wav
  • Recebe ring tones, fotos e videos
  • Formato de música: MP3
  • Formato de vídeo: MP4
  • Camera: 2megapixels
  • Cartão de memógia: acompanha um transflash de 512Mb, suporta até 2Gb
  • Função Bluetooth suportada
  • Formato para imagens: jpg e gif
  • Agenda para 250 nomes
  • Alarme em MP3
  • Jogos: slider com imagens
  • Rede: GSM 900/1800 e 1900mhz
  • Tempo em chamada: 3 horas
  • Tempo em espera: 160 horas

Preço: US$ 299,00

Ele está a venda no Surprising Gift.

Microsoft Partner Program, acesso de gente grande à pequenos desenvolvedores

Autor - Publicado em High Tech, Publicidade

É muito cômodo para qualquer grande empresa trabalhar com grandes parceiros, que vão fechar contratos de grande porte e podem arcar com grandes estruturas de custo, ou seja, o vendedor não precisará lidar com entraves de baixo volume que demande micro gerenciamento, ele estará negociando com um parceiro que pode arcar perfeitamente com o custo de um time de suporte.

O Microsoft Partner Program funciona indo na direção contrária da comodidade corporativa, ele é um programa voltado à capacitação técnica e subseqüente alavancagem de força competitiva para start-ups e pequenas empresas do setor de Tecnologia da Informação.

Como ele faz isso? Através de cinco elementos básicos, de grande valia, e que de outra forma provavelmente não estariam acessíveis aos que não têm grande porte:

1. Possibilidade da aquisição de licenças por custo inferior ao do mercado
2. Teste de aplicações nos laboratórios da Microsoft
3. Suporte
4. Certificação
5. Exposição

Fora estes cinco elementos básicos, o parceiro poderá encontrar outros, como o “ISV Royalty Agreement”, que permite a integração de produtos licenciados e aplicativos da Microsoft aos seus próprios aplicativos sem a necessidade de aquisição de licença, mediante, como diz o próprio nome, ao pagamento de royalties.

Estão aptos a participar do Microsoft Partner Program quem se enquadrar como ISV (Independent Software Vendor), que são empresas que vendem ao mercado soluções prontas para uso imediato, e os CDS (Custom Development Solutions), que são empresas desenvolvedoras de soluções sob demanda.

Em síntese, se você tem ou trabalha em uma pequena empresa ou start-up que desenvolva soluções e precise ou possa melhorar seu produto através do uso de produtos Microsoft, a o Microsoft Partner Program pode se mostrar uma excelente solução ;)

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O ponto de encontro de 260 provedores de internet, é muito cabo…

Autor - Publicado em Geek, High Tech

Voltando aos cabos, bons e velhos cabos. Diz uma coisa, você usa régua de tomadas? Ou liga tudo que tem direto no estabilizador? E os seus cabos de redes estão presos, ou você não usa cabo de rede, ou usa WiFi e “deprecou” os cabos? As perguntas têm uma razão de ser; a parte traseira de seu computador, seu roteador (ou switch ou hub), sua régua de tomadas, estabilizador, são um ponto de encontro de cabos, talvez meia dúzia deles, talvez um pouco mais… eles estão organizados?

Bem, agora imagine o ponto de encontro de mais de 260 Provedores de Internet! Pois este local existe e nele o cabeamento de MAIS DE DUZENTOS E SESSENTA PROVEDORES DISTINTOS DE INTERNT, entre eles a AT&T, Sprint e Verizon (alguns dos maiores que existem no EUA), se encontram para permitir que usuários de uma rede acessem às outras. O termo usado na gringolândia para este local é “Meet-Me room” (tradução: sala do encontre-me), e o que fica localizado no centro de Los Angeles em um prédio chamado One Wilshire, é o mais densamente populado “Meet-Me room” do mundo.

Em tradução livre do site da Wired:

Nos domínios do mais densamente populado Meet-Me room – uma sala onde mais de 260 Provedores de Serviço de Internet conectam-se uns aos outros – amarrados de cabos saem de suas canaletas e silenciosamente bombeiam as informações do mundo para a tela de seu computador. Alguém pode pensar que a internet é um sistema redundante de provedores remotos espalhados mundo afora, mas para que a grande rede funcione os provedores precisam estar fisicamente conectados em algum lugar. Para o Anel do Pacífico, a principal conexão é a do prédio One Wilshire, no centro de Los Angeles.

Se esta unidade saísse do ar, grande parte da Califórnia e várias partes do resto do mundo não poderiam conectar-se à internet. Uma volta pelo maior nervo central da internet, que fica escondido em um despretencioso prédio de escritórios…

Uma observação à tradução, o texto se refere ao “Pacific Rim” (Aro do Pacífico), em referência aos países que circundam o Oceano Pacífico. Eu o traduzi como “Anel do Pacífico”, mas não tenho certeza do uso deste termo para se referir aos seus países.

Mais fotos na extensão da postagem…


Quarto andar do One Wilshire, onde o encontro acontece já há 20 anos.

Uma bandeja nova de cabos. Os cabos são constantemente trocados, sempre
que uma conexão não é mais necessária, os cabos são cortados e reciclados

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Optimus Maximus Keyboard – funcionando!

Autor - Publicado em Design, Gadget, Geek

Como eu passei grande parte do final de semana finalizando os quase três meses de trabalho que resultaram no novo design do Uêba, eu terminei sem produzir patavinas aqui para o Cybervida, então hoje vou tentar tirar um pouco o atraso.

E olha o que eu encontrei no Engadget, eles finalmente puderam fazer um hands on no Teclado Optimus Maximus, do estúdio de design Art Lebedev. Quando eles começaram as vendas no segundo trimestre do ano passado o prazo de entrega era para dezembro, se atrasaram na entrega não foi muito, no vídeo tem a demonstração deles rodando o software de configuração :)

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