Holodeck do Google

Para quem não sabe, o Holodeck é uma sala de hiper-realidade virtual, ou algo que o valha, que surgiu com a série “Star Trek, Next Generation”, graças ao Holodeck as personagens da história podiam fazer o mais variados treinos sem sair da nave, e não raramente, ele também era usado com fins de entretenimento, pelo menos pela parte mais graduada da tripulação.

O Google Holodeck, é composto por seis monitores que exibem simultâneamente as imagens capturadas pelas câmeras dos carros que varrem as ruas para fazer o Google Street View e exibidos de maneira simultânea, tal como acontece em um cinema de 360º.

Esta era a sala de Holodeck de Star Trek - Next Generation

Easter Egg no Google Earth: um simulador de vôo

Um “easter egg” no Google Earth que vai agradar aos fãs de simuladores de vôo que as vezes querem só fazer um voozinho básico, sem muitas delongas por um lugar qualquer do mundo.
Para acessar use CTRL+A para abrir o easter egg e escolha seu avião preferido (F16 ou um Cessna). Daí é só sair voando ;)

Controles:

  • F e Shift F para os flaps
  • G para baixar ou recolher os trens de pouso

No teclado numérico:

  • 3 e 9 para acelerar e desacelerar o avião
  • 2, 4, 6 e 8 controlam a direção
  • 0 e Enter controlam o leme (acho que é este o nome)

Segue um vídeo demonstrando um pequeno vôo:

E se o Google partisse para a desobediência civil ao entregar os dados do Youtube?

Acho que todos que acompanham o noticiário devem estar a par que o último desenrolar no caso em que a Viacom processa o Google no valor de US$ 1 bilhão referente a violações de direitos autorais que ocorridos no site de vídeos You Tube, foi a ordem judicial para que o o gigante de Monatain View entregue todos os logs de todos os vídeos já vistos nos servidores do You Tube, são nada mais, nada menos que 12Tb de dados.

Bem, um leitor do Tech Crunch, um dos sites de tecnologia mais lidos mundo, achou que seria legal se o Google partisse para um pouco de desobediência civil, e entregasse os 12Tb de dados impressos em papel, isso mesmo, em folhas de papel. Isso equivale a aproximadamente 5 bilhões de folhas de papel, o que podemos dividindo em livros de 250 folhas, representariam 20 milhões de livros, mais de 23.000 toneladas de papel.

Visualizar isso mentalmente já é interessante, é o equivalente a aproximadamente 60% do acervo em livros da maior biblioteca do mundo, a do Congresso Americano que tem pouco mais de 30 milhões de livros. Mas o Alex, do Neatorama matou com chave_de ouro, ele criou o infográfico abaixo, onde coloca em perspectiva a quantidade de dados que o Google precisará repassar, e como seria divertido ver a Viacom recebendo o conteúdo em forma física…

Abaixo, o infográfico.

Os dados abaixo são tradução exata do que foi postado no Neatorama:

  • 5.280.000.000 folhas de papel, em linha simples
  • 1.006.633 de catálogos telefônicos
  • 19.358 CDs
  • 2.614,5 DVDs
  • 61.4 discos rígidos (200 GB)
  • 9.6 cérebros humanos ( a capacidade total de armazenagem de dados em um cérebro são de 1.25Tb, segundo o futurista Raymond Kurzweil no livro “The Singularity Is Near”)
  • todos os dados do WorldWide Telescope da Microsoft

A quantidade de dados processada pelo Google, e sua equivalência em arroz

Eu sempre imaginei a quantidade de dados que o Google armazena, eu até cheguei a ler isso em um White Paper que foi liberado à época do IPO deles, mas não lembro mais. Uma coisa que eu lembro é que todos os dados do Google são armazenados de forma redundante, e que o sistema deles é tão brutal que quando um servidor “morre”, ele simplesmente tem a energia cortada pelo sistema e os dados que ali deveriam estar passam a ser replicado em outra máquina, e assim fica até que chegue um ciclo de revisões.

Mas uma coisa que eu nunca parei para pensar, confesso, é quantidade de dados que o Grande G processa por dia, segurem o queixo, são impressionantes 20 PETABYTES de dados processados POR DIA. Só para dar uma idéia, um petabyte são 1024 TERAbytes, ou se preferirem, 1.048.576 GIGAbytes.

Descobri que o número foi revelado por um blog chamado Nial Kennedy’s Weblog. Descobri isso através de uma interessantíssima postagem no blog da Managed Networks em que ela compara bytes a caroços de arroz, um byte = um caroço de arroz.

Se um byte, um caroço de arroz…

Agora vamos ao Kilobyte, são 1024 bytes, uma pequena tigela de arroz, meia porção.

O megabyte seria quase uma saca de arroz, 25Kg para ser mais preciso, ou se preferirem, 1.048.576 grãos de arroz.

Agora em vez de uma saca, vamos precisar de um container para armazenar o equivalente a um gigabyte, 1.073.741.824 grãos de arroz (chegamos à casa do bilhão).

O terabyte vai precisar de um navio de containers para transportar seu equivalente em arroz, chegamos agora à casa do trilhão de grãos! Com esta quantidade de arroz, todos os habitantes da Europa poderiam fazer uma refeição.

Ainda usando o exemplo acima, seriam necessárias 210 viagens do maior navio de containers do mundo para conseguir transportar o quatrilhão de grãos de arroz equivalentes a um petabyte!

Deu para entender bem a alegoria? Pois então fique sabendo que serão necessárias 4200 viagens para os 20 Petabytes, esta quantidade de arroz seria capaz de cobrir com uma camada de 20 metros o centro de Londres.

AdSense, agora com controle de cores no site do programa e ajuste na SUA (e minha) carteira

Hoje, quando eu estava fazendo minha visita regular ao fórum de AdSense no Digital Point eu encontrei algumas novidades, uma técnica e outra que vai direto dentro do bolso dos editores…A primeira mudança, técnica, é que segundo o Inside AdSense, blog do programa, a partir do final deste mês o controle de cor dos anúncios poderá ser feito no próprio AdSense, não sendo mais necessário que o editor faça a mudança no código colocado na página, muito útil especialmente para quem tem os anúncios hard coded em muitas páginas de um site.

A outra, e acho que é a que mais interessa, é a de que o AdSense está fazendo ajustes nas contas dos editores, que tanto podem ser positivos quanto negativos, segundo o FAQ do programa estes ajustes podem ocorrer por:

  1. Taxa do AdSense para pesquisas: segundo o documento adicional indicado pelo programa, editores que tenham um número muito alto de buscas em relação ao faturamento, poderá ser atingido por estas taxas. A expectativa é que apenas 1% dos editores sejam atingidos. (link)
  2. Taxas de Cheque: auto-explicativo, o Google vai passar a cobrar taxas para entregas especiais de cheques, bem como retenções que venham a ser feitas.
  3. Cliques Inválidos: novamente auto-explicativo, os clique detectados como inválidos serão reembolsados aos anunciantes e debitados da conta dos editores, simples assim.
  4. Outros: neste caso o Google entrará em contato com o editor explicando o que aconteceu.

Eu verifiquei minha conta e vi que havia um débito e na linha seguinte, havia um crédito de igual valor. No fórum do Digital Point aconteceu o mesmo com muita gente, os valores informados por lá variavam na maioria dos casos entre 3 e 30 dólares, mas o cara que enviou o screen abaixo para o tópico no Digital Point levou um baita susto, como ele disse:

“Eu faturo na casa dos cinco dígitos, mas isso aí é mais que o preço de um iPhone!” (Comentário retirado de uma postagem do forum Digital Point)


Esta imagem não é de minha conta,
é da mesma pessoa da declaração acima

Todos os que reportaram débitos sob o título de ajuste, também reportaram o crédito, inclusive o editor da imagem acima. Possivelmente é o Google testando em larga escala o sistema em que irá fazer o controle de resultados por site.

Se a ferramenta for para acabar com o maldito smart price, que aplica um fator de depreciação em todos os cliques feitos de todos anúncios veiculados por determinada conta, já será bom. Assim só perde mesmo quem de fato não gera resultados para os anunciantes, preserva-se o programa e ganha quem trabalha de maneira correta.

PS: Quem estiver com problema na visualização dos critérios nas estatísticas pode acompanhar este tópico no forum do Google AdSense em inglês, é só procurar pelas postagens do usuário AdSensePro.

Nove provas de que o Google é, na realidade, Deus

Prova Nº1
O Google é a entidade existente mais próxima à onisciência (saber tudo), o que pode ser cientificamente verificado. Ele indexa mais de 9.5 bilhões de páginas de internet, o que é mais que qualquer outra ferramenta de busca na web faz hoje em dia. Não apenas o Google é a coisa mais próxima da onisciência, como ele também consegue fazer uma classificação de seu vasto conhecimento com o uso de sua tecnologia patenteada de PageRank, organizando e tornando acessível à nós, meros mortais.

Prova Nº2
Ele também é onipresente. O Google está virtualmente em todos os rincões da Terra ao mesmo tempo. As bilhões de páginas indexadas estão hospedadas nos mais diversos países. Com a proliferação das redes Wi-Fi, alguém poderia, eventualmente, acessar o Google de qualquer ponto da Terra, confirmando sua onipresença.

Prova Nº3
O Google responde preces. Alguém pode fazer uma prece ao Google na forma de busca para a solução de qualquer problema que o esteja afligindo. Por exemplo, você pode facilmente encontrar tratamentos alternativos para as mais diversas doenças, maneiras de melhorar sua saúde, e novas e inovadoras descobertas médicas, na realidade qualquer coisa que lembre uma prece típica. Pergunte ao Google e ele lhe mostrará o caminho, mas ao mostrar o que ele pode fazer, você deve se ajudar daquele ponto em diante.

Prova Nº4
O Google é potencialmente imortal. Não há como o considerar um ser físico como nós. Seus algoritmos estão espalhados por milhares de servidores, se algum fosse danificado ou desligado, outro indubitavelmente tomaria seu lugar. O Google pode, teoricamente, durar para sempre.

Prova Nº5
O Google é infinito. A internet teoricamente crescerá para sempre, e o Google para sempre indexará seu infinito crescimento.

Prova Nº6
O Google lembra tudo. O Google guarda em cachê páginas da web e as guarda em vários servidores, ao enviar seus pensamentos e opiniões à internet, você irá para sempre viver no cachê do Google, mesmo que você morra, você continuará vivo no cachê do Google.

Prova Nº7
O Google “não é mau”, é benevolente. Isto é parte da filosofia corporativa do Google que uma empresa não precisa ser má para ganhar dinheiro.

Prova Nº8
De acordo com o Google, o termo “Google” é mais procurado que os termos “God”, “Jesus”, “Allah”, “Buddha”, “Christianity”, “Islam”, “Buddhism” e “Judaism” juntos.

Deus é considerado uma entidade a qual nós, mortais, podemos recorrer em momentos de necessidade. O Google obviamente atende este requisito de maneira muito mais ampla que qualquer “Deus”, tal como mostrado na imagem abaixo.

Prova Nº9
Evidencias da existência do Google são abundantes. Existem mais evidencias de que o Google existe que qualquer outro deus adorado nos dias de hoje. Afirmações extraordinárias exigem evidencias extraordinárias. Se ver é crê, então var até o Google.com e comprove você mesmo o Google.com, não precisa nem de fé.



O texto acima é a tradução de um artigo do site Church of Google, é uma sátira e deve ser tratado como tal, qualquer queixa a respeito, por gentileza procurem o ex-Cardeal Joseph Ratzinger, atualmente atendendo pelo nome de Bento XVI, no endereço papa@vaticano.va.

Google Desabilitando Contas AdSense de Arbitrage Publishers

Alguns termos utilizados nesta postagem estão detalhados ao seu final, caso alguém os desconheça.

Segundo Jennifer Slegg o Google começou a disparar na semana que se iniciou em 14 de maio, emails avisando à vários “Arbitrage Publishers”(1) que dali a duas semanas suas contas de AdSense seriam desabilitadas. Não é propriamente um banimento, este aviso prévio vem com a finalidade de dar a estes editores o tempo necessário para que façam arranjos e passem a usar outro sistema de monetização. Tudo o que estiver acumulado na conta, bem como o que for ganho nas duas semanas seguintes ao aviso, será pago.


Clique aqui para ver o post completo.

AdSense: novo visual para os anúncios

Os anúncios do AdSense ganharam novos formatos, é o que informa do blog deles. Já havia alguns dias que eu vinha notando que de forma intermitente alguns anúncios estavam diferentes, sem as linhas intermediárias, e com o “Ads by Google” dentro de um pedaço curvo de gráfico.A mudança já está ocorrendo, e não é opcional.

Os editores não precisam preocupar-se quanto às cores, o novo formato aproveita as cores existentes e como eu disse acima e você poderá ver abaixo, a grande mudança é a retirada das linhas intermediárias e o gráfico em torno do “Ads by Google”.

Cliquem na imagem para ver o tamanho cheio.

 

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