Pacific Sea Flight – o barco que voa

Não, você não leu errado, sim, é um barco, e sim, voa.

Sabe quando um avião está quase pousando, vindo de uma descida com a velocidade reduzida e mesmo assim dá uma planada quando chega próximo ao chão? Isso acontece graças ao “efeito solo”. Veja, quando o avião se aproxima do solo, ele terminar por formar involuntariamente um colchão de ar que lhe dá um pouco mais de sustentação, no caso, provocando um “efeito solo” negativo, fazendo com que suas asas ganhem mais eficiência ao sustentá-lo.

Usando este efeito, na década de 1950 os russos desenvolveram o Ecranoplano, barcos que voam sobre a água, usando o poder do efeito solo negativo, mas com asas incapazes de voar mais alto já que sem o uso deste fenômeno, não tem capacidade de sustentabilidade para mantê-lo voando. Trocando em miúdos eles só pode voar quando próximo a alguma superfície, mesmo que esta seja a água.

Aí entra a beleza da coisa. Altas velocidades na água são tremendamente limitadas pelo atrito entre ela e o casco, por isso que as lanchas de competição parecem quicar sobre ela, aquilo é proposital para fazer com que seja reduzido o atrito e possibilitada uma maior velocidade final. No caso dos ecranoplanos, há a troca do atrito com a água pelo atrito com o ar, fazendo com que uma viagem em um deste aparelhos possa ser tremendamente mais rápida, e o melhor, sem a necessidade de brevê de aviação.

As duas fotos acima são do Pacific Seaflight, um modelo que ainda agora em 2009 deverá chegará ao mercado norte-americano – dependendo apenas da liberação da Guarda Costeira do país – , infelizmente, com a burrocracia brasileira, duvido muito que seja possível se importar, ou até mesmo construir um destes por aqui…

Na extensão da postagem, fotos e vídeo de Ecranoplanos russos.

Formatos de ecranoplanos


Clique aqui para ver o post completo.

Quer falar em paz ao telefone? Pula na piscina

Têm coisa que é bater o olho e já sabe o que é, já algumas outras coisa demandam uma explicação do que se trata. Sério, você imaginaria que o objetivo desta uruca atracada à cabeça das pessoas nestas fotos é uma forma de conversar completamente concentrado ao telefone?

Sério, é isso mesmo. A idéia do Isophone é que flutuando na água e com um capacete completamente fechado, haverá um bloqueio sensorial, criando um ambiente inteiramente livre de distrações, e, por conseguinte, sob medida para falar ao telefone.

Isso deve ser bom atracado na cabeça de algum claustrofóbico…

Me lembrou muito o ‘cone do silêncio’ usado na séria Agente 86.

Mais fotos na extensão da postagem.


Clique aqui para ver o post completo.

3D World 120 Tri-Lens, a câmera mais esquisita que já vi

É possível que você já tenha visto alguma câmera fotográfica mais esquisita que esta, mas eu pelo menos nunca vi. Já havia visto câmeras com objetivas gigantes, que custavam milhares de dólares, ou câmeras de trocentos megapixels, que igualmente custavam milhares de dólares, mas uma câmera estereoscópica é a primeira que eu vejo.

As fotos estereoscópicas, que simulam 3D, são feitas a partir de dois pontos lado a lado, com a lente direcionada para o mesmo ponto em comum. Já existiam câmeras próprias para este tipo de fotografia, com duas lentes posicionadas em paralelo e que capturavam os dois ângulos de uma cena simultaneamente. A 3D World 120 Tri-Lens inovou ao incorporar uma terceira lente com visor (single lens reflex) com uma bolha de nível, já que a câmera precisa estar perfeitamente na horizontal para que a foto funcione de acordo.

Sim, ela funciona com filme especial de 58mm x 56mm para captura de imagens estéreo e tem a capacidade de capturar 6 pares de imagem por rolo. A máquina é fabricada na China e convém ao fotógrafo usar um tripé, ou ser marombeiro, já que o corpo da máquina pesa quase 2Kg.


Clique aqui para ver o post completo.

Não, isso não é uma nave espacial, nem vai viajar no tempo…

Quando alguém me fala de piano, eu só consigo pensar neles de três maneiras: com cauda, meia cauda e sem cauda. Mas infelizmente, inovação em design nem sempre resulta em algo bonito, como é o caso do “Schimmel Pegasus Piano”.

Apenas 14 unidades foram feitas cerca de dez anos atrás, e vendidos para artistas e cantores, dispostos a gastar pequenas fortunas nessas peças. Atualmente um está a venda na Califórnia, e segundo o Gizmodo, o dono está pedindo apenas US$ 110.000,00.

Mas fala sério, é cafona de doer…