Esculturas que mais parecem kits de modelismo

O 1º  modelo que tive na vida foi um astronauta com uma mochila de EVA (Extra Vehicular Activity - Atividade Extra Veicular :daquelas que os astronautas usam para “passear” no espaço fora das naves) que meu pai trouxe da sua 1ª viagem aos Estados Unidos  em 1984. Eu, admito, conseguir transformar aquele monte de plástico em algo grotesco. Nunca fui muito bom em trabalhos manuais – pausa para todas as piadinhas possíveis que possam imaginar – e, como o modelo era do tipo que além de montar era preciso pintá-lo também, podem imaginar – ou melhor: Não imaginem. Vocês não merecem ter pesadelos – como ficou. Nunca mais ganhei outro modelo e, talvez por algum trauma de infância, nunca comprei um para mim mesmo depois de grande. Mas isso não significa que deixei de invejar admirar o trabalho e a arte de quem cria e constrói estes modelos.

O designer sueco Michael Johansson, por exemplo, levou o modelismo alguns passos adiante e transformou um dos mais populares hobbies do mundo – o modelismo – em arte. Parodiando o mundo real, por assim dizer, ele cria modelos em escala de 1:1, ou seja, em tamanho real.

Peraí Roberto, se ele os cria em tamanho real, eles deixam de ser modelos certo?
Quase isso. acontece que os modelos de Michael são criados como se estivessemos abrindo uma caixa daqueles de brinquedo, com todas as peças ainda presas aquela típica moldura plástica que sempre encontramos. Entre os modelos criados pelo sueco estão barcos, secadores de cabelo, camas, carrinhos de feira, batedeiras e muitos outros, como vocês podem ver nas imagens na continuação do post.

Continue abaixo para ver a incrível galeria com as peças criadas por Michael Johasson e saber um pouco mais sobre este post.

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Uma luminária bem bolada

Muito bacana a luminária criada pela designer Constance Guisset, chamada Fiat Lux (faça-se luz). Não tanto pelo formato em si, mas pelo inusitado do interruptor: uma pequena esfera autônoma.

Explico.

Na esfera maior, onde está efetivamente a luminária, tem um sistema que desativa a luz quando a esfera autônoma é presa em sua lateral, e a acende quando ela é colocada sob a esfera maior.

E o mais bacana, ela fica flutuando graças á alguma parafernália eletromagnética.

Vejam a série completa de fotos na extensão da postagem.


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Papel de parede reativo

Bacana essa brincadeira que o designer Shi Yuan fez com papéis de parede e tinta reativa à calor. A ideia é dar criar um ambiente que ativo, que reaja a toques e as mudanças ambientais, o designer também criou um calendário que ‘desaparece’ à medida que a noite vai caindo, e pôsteres que seguem a mesma lógica dos papéis de parede.

Nas fotos fica bem fácil perceber como funciona.



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Vai ter maluco querendo fumar a tocha das Olimpíadas de Inverno em Vancouver

O design da tocha das Olimpíadas de Inverno de Vancouver, em 2010, é da Bombardier, a conhecida fabricante canadense de jet skis e aviões, e que vivia “de arenga” com a Embraer. Será que ninguém deitou a tocha por um minuto que fosse quando a estavam projetando?

Se o Michael Phelps estivesse por lá ele certamente se animaria, como ele não vai, tem sempre o Jamaican Bobsledge Team ;)

Via The Star – Não vou linkar o site das olimpíadas de inverno, porque eles são cheios de frescura e eu não vou ler ‘política de linkagem’ para linkar ninguém…

D-Roll, um devaneio

Existe um termo em inglês que eu gosto muito “think outside the box”, em bom português “pensar fora da caixa”, ou seja, fugir de qualquer tipo de padrão pré-concebido criando novas formas, soluções ou até mesmo apresentações para os mais diversos produtos e situações.

É justamente este o caso deste verdadeiro devaneio de um cidadão chamado Hao Hua, o D-Roll. Trata-se do design de um notebook com corpo cilíndrico de onde seriam puxados ou desenrolados a tela e o teclado. Um produto destes pode até mesmo nem chegar às prateleiras, mas com a tecnologia de telas em filme flexível, quem sabe não vejamos algo de portabilidade parecida dentro de quatro ou cinco anos?

Mais fotos na extensão da postagem, clicando sobre elas, versões em melhor resolução.


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“A” cadeira para usar computador e navergar na internet

Não tem realmente muito o quê falar, além de: “Eu quero uma destas!!”

O projeto é do escritório de design Manuel Saez, feito sob encomenda para um cliente que queria prevenir-se contra posições pouco saudáveis ao usar computadores. Show de bola!

Bem, se tivesse descanso de braço ainda seria mais bacana, estou pensando seriamente em levar isso a uma movelaria aqui perto para ver a possibilidade deste projeto ser executado em madeira :D

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O CD player mais bacana que você verá hoje ;)

Ainda lembro o dia, lá por 1986, que meu pai chegou trazendo uns marceneiros para desmanchar a mesa de som que ele tinha, e era uma mesa de som bacana, ele trazia também algumas caixas da Sony, bye bye pickups e toca fitas de rolo, bem vindo som modular com CD Player. Ele dizia que aquele era o futuro da música. Mas era uma coisa tão futurística que levou pelo menos dois anos para que eu pudesse passar a comprar CDs aqui prensados no Brasil, por muito tempo, só CDs importados, via de regra, por executivos de fronteira…

Bem, o fato é que hoje, vinte e poucos anos depois o CD está tão banalizado que muita gente quase não liga mais para ele, vivemos em um mundo de MP3 players, e DVDs, pouca gente se deu ao trabalho de embarcar na tecnologia que sucederia o CD, o SACD, mas isso é conversa para outro post. Neste, eu quero apenas falar que por mais que o futuro pareça ter ficado para trás, eu gostaria de lhes mostrar este protótipo de CD-player, que segundo o criador, se fabricado custaria algo em torno de US$ 150 ou US$ 200… se um dia ele fizer disso um DVD player, eu bem que compraria um ;)

Como de costume, mais fotos na extensão da postagem.


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Um vinho por e para cegos

Bacana o vinho Lazarus, ele foi desenvolvido por um enólogo cego, apoiado por uma equipe de profissionais, e para ser completamente temático usa uma embalagem completamente escrita em braile.

O desenvolvimento da embalagem foi do escritório Baud, e ela ganhou inclusive um prêmio em seu país de origem, a Espanha.