USmart MC-1, o menor computador do mundo

Vivemos no mundo do grande, quase todos querem o maior, o mais veloz, o mais possante. Quase sempre. Quando falamos de computadores, o valor se inverte parcialmente, ainda queremos a mais possante, a que tem mais memória e espaço em disco, com a diferença que queremos tudo isso em um tamanho diminuto. Comigo pelo menos é assim, eu nunca me senti tentado à comprar netbooks, sempre achei que eles ofereciam uma péssima relação custo/benefício, mas estas últimas geração que têm trazido mais memória e discos que chegam ou passam dos 160Gb estão ficando cada vez mais tentadoras.

Mas em questão de tamanho, ninguém ganha do USmart MC-1 e suas parcas 4.8 polegadas, isso mesmo 4.8 polegadas, um pouco mais que uma carteira de cédulas. Não, ele não é, obviamente uma máquina para uso prolongado, e seu uso deve ser mais efetivo para pessoas que precisam correr aplicações pequenas baseadas em Windows quando trabalhando em campo, e não queiram, ou possam, investir na produção de um soft específico para smartphones. A esta altura você deve estar se perguntando como é que vai usar um computador com tela de 4.8 polegadas, simples, trata-se de uma tela sensível a toques (resistiva), o que com a ajuda de uma stylus torna a navegação pelo sistema algo relativamente confortável. No vídeo abaixo você pode ver um desenho dos Simpsons rodando com bastante tranquilidade.

O pequeno computador tem um processador Intel Atom Z530 de 1,6GHz, 1Gb de memória RAM e 4Gb de armazenagem (provavelmente SSD), entrada para cartões SD e o sistema operacional é Windows XP, além disso ele pode ser conectado a um teclado Bluetooth que lembra mais o de um smartphone e que conta também com um trackpad. O preço, na gringolândia, não é tão salgado: US$ 300,00.

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Tablet, eu quero um, mas qual ?

Falo de coração, eu acho os produtos da Apple geniais. Considero que Steven Jobs é de fato uma peça destoante, um cara impressionante e brilhante. Sou fã da Nokia, mas considero que o iPhone foi o terceiro momento mais brilhante da telefonia celular (sendo o primeiro sua própria invenção e o segundo a criação do primeiro smartphone), o aparelho celular da Apple revolucionou a indústria com uma abordagem que conseguiu unir algo inédito à uma usabilidade extrema, e que terminou por ser seguido por todas as marcas.

Mas sério, o iPad é pífio. Eu sinceramente esperava da Apple algo mais, esperava que a empresa fosse lançar algo que trouxesse algo com fator “uau!”, como aliás é de seu feitio, mas quando ela apresentou um iPod Touch esticado, a única reação que consegui ter foi a “só isso??”. E pior, um tablet que nem ao menos embarca algo que é tão amplamente usado na Web quanto o Flash Player? RLY?

Aliás, o único motivo real que eu vejo para a Apple não embarcar o Flash Player no iPad, é para que seus Apps a venda, uma substancial fonte de renda para a empresa, não sejam substituídos por aplicações em flash, que seriam gratuitas, ou pagas diretamente o desenvolvedor. Coisa que é bem consistente com a política comercial da Apple.

Eu pretendo comprar um tablet este ano, por um tempo achei que seria o Crunchpad, agora chamado JooJoo, mas as opções estão se alargando. Veio o iPad, mas este eu descarto, vem por aí o HP Slate, mas eu não consegui ainda descobrir as especificações dele, tudo que sei é que ele deverá custar US$ 630,00 na gringolândia, um preço semelhante do iPad intermediário e menor até que o chinês que postamos aqui recentemente. Mas vem por aí também o Microsoft Courier, que emergiu pela primeira vez como conceito em setembro do ano passado, e mais recentemente surgiu através de fotos, mas que apesar de não ser tecnicamente um tablet, me deixou balançando. E sinceramente, falem o que quiserem da gigante Redmond, só não falem de seus hardwares, eles sempre tiveram excelente qualidade (ok, ok, o xBox tem o problema crônico da 3RL, mas é uma exceção).

Abaixo, deixo dois vídeos, no primeiro Alan Tam, do time de desenvolvimento de Flash da Adobe, fala do Slate, e no segundo, o conceito do Microsft Courier que postamos aqui ano passado.

Não temos fonte propriamente dita, mas o que me inspirou a postar isso, foi este post do Antino, no Xpock.

Show: Eee PC na forma de tablet

Até o presente momento, eu não havia tido tesão em netbooks, sempre considerei que por uma mixaria a mais é possível comprar um notebook ‘de verdade’, o que é preferível à um netbook na imensa maioria das vezes.

Ok, achei muito bacaninha o teclado baseado no EeePC, o EeeKeyboard, mas para usar em conjunto com um home theater, confesso. Mas hoje, finalmente um protótipo de netbook acendeu a vontade de comprar. Pelo que apurei nos sites gringos, trata-se de um Ee PC 701 Touchscreen personalizado na forma de tablete, que simplesmente deixou de lado o teclado normal, em nome de um teclado virtual na tela.

Pelo acabamento que o protótipo tem, pode-se ver que não é gambiarra, é coisa bem feita, uma casca que aparenta plástico injetado. Agora sim, os netbooks encontraram um formato decente.

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Ecofont, a fonte que economiza tinta sem prejuízo à leitura

Confesso que fiz o teste porque estava cético, eu não acreditava que os micropontos da Ecofont fossem fazer qualquer tipo de diferença, minha crença é a de que eles fossem simplesmente muito pequenos, fosse ser ignorados pela impressora, e pronto.

Mas deixa eu te explicar. A Spranq, uma empresa de comunicação, estava procurando uma maneira de se economizar no consumo de tinta para impressora – provavelmente uma excelente jogada de marketing -, e resolveu literalmente pagar para obter uma solução, eles começaram a fazer abordagens, e chegaram a conclusão que uma fonte vazada era a resposta, e estudando, nos testes viram que reduzindo com ‘furos’ cerca de 20% da área da fonte, não haveria prejuízo à leitura quando impressa.

Nasceu assim a Spranq Eco San, ou Ecofont como ela será popularizada.

Como disse no começo do texto, eu estava cético, mas fiz o teste nas condições indicadas de uso, que é 9 ou 10 pontos (eu escolhi 10 pontos), e imprimi das cinco formas que minha impressora multifunção, uma HP 5510 permite imprimir: rascunho, normal rápido, normal, melhor e qualidade máxima. Em seguida escaneei a impressão com 1200dpis, e o resultado está abaixo, clicando na imagem, você poderá vê-la no tamanho original.

Você pode fazer o download do ttf ou da fonte compactada, neste endereço.

70 cases e casemods de computadores, tem para todos os gostos

Para não ficar excessivamente pesada a página, eu dividi em quatro lotes de imagens.


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Nove estações de trabalho inusitadas

O Daniel me passou a dica desta postagem no BornRich mostrando 10 mesas de escritório dignas de nota. Descartei uma que não tinha nada de excepcional, e reduzi a lista a 8 mesas, que publico na extensão desta postagem.


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ACME Portable, micro “portátil” com três monitores LCD de 17″

O fabricante refere-se a ele como um computador “portátil”, particularmente achei muito bacana a idéia de um micro com boa mobilidade e três monitores montados da maneira que foi feito, mas venhamos e convenhamos, ele não tem nada de portátil, é praticamente um gabinete com encaixe para três monitores de LCD de 17”.

Acho que chamá-lo de desktop de alta mobilidade seria mais coerente. Aliás, por falar em nomes, olha só o nome do fabricante: ACME Portables. Só espero que quem comprar essas máquinas tenha mais sorte que o Wile E. Coyote ;)

Mas o nome, na minha opinião incoerente, não diminui a ingenuidade do produto, e eu tenho certeza que qualquer geek gostaria de ter um brinquedo desses, aliás, já pensaram no sucesso que um troço desses não faria no Campus Party?


Aqui o porque eu acho o nome incoerente, É um desktop…

O preço só é divulgado sob consulta, conforme o site do próprio fabricante. No site aparentemente ele é oferecido em duas configurações, uma delas com Core 2 Quad 6600 e duas placas de vídeo GeForce 8800GTX em modo SLI.

Ah… ele me lembrou o primeiro micro portátil da Compaq, que era vendido lá por idos de 1984, guardadas as devidas proporções, obviamente.