Estava aqui eu, cuidando de minhas coisas quarta-feira da semana passada (12/03), quando o gente boa Jurandir Pimentel, o popular Juras, do Cinema com Rapadura me chama: “Knuttz quer bora participar de um Rapaduracast hoje, é um jukebox sobre os grandes temas musicais do cinema.”. Como eu sou metido, topei mesmo sem ter participado de nenhum podcast antes, e sem ter tempo de estudar direito o que ia ser falado.
Fiquei muito travado no começo, fiz uma saudação completamente imbecil ao Maurício Saldanha, a quem só conhecia de ouvir os Rapaduracasts, e o pior, meu microfone estava chiando. Na edição o Juras teve que cortar parte do que eu disse em nome da qualidade do cast, que na minha opinião é o melhor da internet brasileira.
Depois de toda essa rasgação de ceda não preciso dizer que adorei participar do cast, e que comprei um microfone novo para quando aparecer o próximo convite, preciso ?
Quem quiser escutar, clica na imagem abaixo…

No cast, ao falar do tema de 2001, eu digo que 2010 ajuda a entender a entender 2001. Apesar dos dois filmes terem diretores diferentes, ambos foram adaptados da obra do gênio Arthur C. Clarke, que deixou a Terra em busca de seu monolito nesta terça 18/03/2008.
O que eu não falo, é que a saga de 2001, não acaba em 2010, segue ainda por dois outros livros, 2061 e 3001. O último, 3001, eu cheguei a ler, e é fascinante como Arthur C. Clarke fala do “elevador espacial”, o elemento que falta para que os voôs espaciais tornem-se mais amplos.
Fica finalmente uma frease do autor:
Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da mágica.
3ª Lei de Clarke (*1917 +2008)