O que é que o Ahmadinejad queria?

É filhote, com liberdade de expressão o buraco é sensivelmente mais embaixo, lá nas cercanias dele, liberdade de expressão é algo que não existe, então ele fala as merdas que quiser, e só vai encontrar dois tipos de opinião, os que concordam e os que puxam saco, afinal, o instinto de auto-preservação termina é mais forte e cala.

Agora, quando o pateta chega em um local onde a liberdade de expressão existe, e acha que pode chegar em um local onde se produz conhecimento, e soltar a pérola de que o “holocausto não existiu”?? Não que eu defenda a ação de Isarel no Oriente Médio, particularmente acho que naquela região têm os que estão errados e os que não tem razão, só não consigo definir exatamente quem é quem.

Mas o fato é que o seguinte aconteceu com o idiota que até agora falou sem contraditório:

Ao apresentar a palestra de Ahmadinejad à platéia de estudantes e acadêmicos, Bollinger disse que o presidente iraniano “exibe todas as características de um ditador cruel e mesquinho”.

“O senhor é imprudentemente provocador ou espantosamente inculto”, acrescentou o reitor, ao se referir às declarações de Ahmadinejad de que o Holocausto não aconteceu.

Foi grosseiro? Sim foi muito grosseiro. Mas que ele tava merecendo, isso tava… chegou cheio de moral, querendo visitar o “Marco Zero” (local do atentado às Torres Gêmeas), espero que saia dos EUA como saiu da Universidade, com o rabo entre as pernas, indiganado…

A notícia completa está na BBC.



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