Esculturas incandescentes

Geniais as esculturas incandescentes do artista norte americano Dylan Kehde Roelofs. Ele cria esculturas de vidro, feitas “a sopro”, e instala filamentos incandescentes, transformando-as em lâmpadas dignas de ter equipado máquinas criadas por Júlio Verne ou HG Wells. Logo, por quê não dizer, steampunk ;)

Os bulbos têm vida útil estimada de 25.000 horas, e os filamentos são 10 vezes mais grossos que os usados em lâmpadas que duram 2000 horas, mas estão sujeito a perda de vida útil em caso de vibrações. Mas o artista garante a troca no caso de o filamento se romper, tudo que o cliente precisa pagar é o custo de embalagem de frete.

As esculturas têm entre 25 a 75 centímetros de altura, e entre 15 e 30 centímetros de largura. Seus preços variam de US$ 195 até o máximo de US$ 1295 a peça, e são feitas em edições limitadas de 10 por modelo.

Para quem não sabe como se molda vidro “a sopro”, aqui um pequeno vídeo a respeito, é em inglês, mas dá para entender o que acontece vendo. Trocando em miúdos, os artistas usam canudos de metal e uma massa de vidro aquecida a mais de 1000 graus centígrados. O artista prende a massa de vidro a uma ponta do canudo e sopra da outra, inflando o vidro que está mole, e depois disso moldando-o. É uma arte milenar, que segundo a Wikipédia surgiu na Mesopotâmia no final entre 2000 e 3000 AC.

Mais fotos na extensão da postagem.



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