Archive for the 'Web 2.0' Category

O que uma crise de GAD não faz…

Para quem não sabe, GAD é um trocadinho com OCD (sigla em inglês para Transtorno Obsessivo Compulsivo) e quer dizer “Google AdSense Disorder” é a moçada que quer ficar o tempo todo vendo quanto o AdSense lhe rendeu no dia, sejam centavos ou centenas de dólares, são poucos os webmasters que usam o sistema de monetização do Google que não tem GAD.

Um excelente remédio para o GAD, é um calmante chamado “Google AdSense Notifier”, que é uma extensão do Firefox que uma vez a cada “X” minutos puxa um relatório do Google, e exibe o resultado na barrinha do navegador. Pois bem, durante o mês de janeiro o Google mudou gradualmente a maneira de exibir os relatórios, em vez de HTML simples, eles passaram a envolver uma chamada em AJAX.

Por conta desta mudança, o calmante plugin, deixou de funcionar… só mostrava zeros.

Até aí tudo bem, mas esta semana, enquanto eu estava lendo o blog do Alexa, descobri que o blog do criador e mantenedor do AdSense Notifier, o Mincus, ficou em 10º no rankings de crescimento semanal do Alexa, crescendo 750% em uma semana…


screenshot: 355Kb

Então caro colega editor de sites, aquele seu amigo que te diz que só olha o AdSense uma ou duas vezes ao dia, está mentindo para você, descadaramente ;)


Prova cabal de quem diz que não fica olhando o AdSense mente… ;)

Como são os escritórios de alguns dos principais sites 2.0 da Web

Aê, você já parou para pensar com é que a moçada daquelas empresas de Web 2.0 trabalha?

Não? Bem, a moçada do site UADdit fez um apurado e conseguiu as fotos dos escritórios de algumas das principais empresas que estão no dia a dia nos fornecendo os mais diversos serviços de Web 2.0 ;) . Nesta postagem eu tirei o do Digg, porque era uma foto do Kevin Rose e outras duas que também não mostravam quase nada. Tem mais uma penca de fotos na extensão da postagem.

Edit: O Júlio Camara apontou, a origem primária das imagens é o Office Snapshots.


Clique aqui para ver o post completo.

Uêba e Cybervida ganham novo design ;) (e o CV ainda ganhou um mascote)

Eu sou péssimo em design, demoro décadas para preparar algo que seja minimamente aceitável. Mas nos últimos 30 dias eu acho que dei duas “bolas dentro”, uma é no novo design do Uêba, que está esperando apenas pelo novo logotipo, que eu contratei de uma empresa no exterior, e sobre a qual depois escrevo, ou explicando o processo e dando a dica no caso de boa experiência, ou, dando a dica para que vocês fiquem longe dela ;)

Para quem tiver curiosidade de saber com o Uêba vai ficar, abaixo está o novo template, que já está rodando em uma URL administrativa para eu terminar de debugar. Nesta nova versão eu aliviei bastante o design, reduzindo a quantidade de entidades CSS que eram utilizadas, reduzindo o ruído dentro da área útil do site, deixando ele mais limpo. Os detalhes grunges da lateral só vão ser vistos por quem acessa em 1280*1024 ou maior.

Daí, ontem “baixou” o santo deste novo design do CyberVida, meti as caras e pela segunda vez na vida, eu acho, fiz a parte gráfica de um design e achei legal. De e quebra ainda descolei um mascotezinho legal, ainda não tenho a autorização formal do autor, mas ja estou negociando, um Techno Samurai Gordo ;) , alguém aí sugeriria um nome para ele?

Cinco considerações, negativas, sobre rádios online

Ainda lembro quando lá por mil novecentos e me esqueci, começaram a aparecer as primeiras páginas com som na internet, foi a era dos mids, era algo bizonho. Você entrava em um site e de repente vinha aquele sonzinho seqüencial, chato e sem graça, estamos falando de 1996 ou 1997. Durante o auge da febre, eu usava o meu Internet Explorer com a opção de não reproduzir sons marcada.

Com o alargamento de banda, popularização da tecnologia e possibilidade de uso de soluções prontas, as rádios online estão cada vez mais se tornando hoje o que os midis foram dez anos atrás… Ainda não virou a praga de dez anos atrás, espero que não vire.

Eu não coloco players de rádio online no meu site, e não publico no Uêba links para sites que tragam player de rádio online. Aqui seguem os cinco principais motivos que me levam a agir desta maneira.

1. Grande parte da minha audiência está no trabalho

Uma grande parcela da minha e muito provavelmente da sua audiência, está nos lendo em ambientes corporativos, sejam escritórios, sejam balcões de lojas. Fato este facilmente constatável pelos dias e horários de pico acesso à site, é quase uma unanimidade entre as pessoas com quem falo, que o pico de acesso diário é entre às 13:00 e 15:00 horas, e os dias mais movimentados são de terça à quinta.

Não por coincidência é justamente quando o funcionário aproveita o final do horário de almoço, e um pedacinho do expediente da tarde quando o chefe demora a chegar, para navegar um pouco pela internet. Não é difícil de imaginar a situação em que alguém que esteja com o som alto e termine por ser prejudicado pelo som de uma rádio online, principalmente se próximo à ele tiver aquele colega de trabalho que adora puxar o tapete.

2. Vários usuários dos meus sites escutam suas próprias músicas

Eu também escuto música quando estou navegando, mas eu escuto o que EU quero escutar, escolho um dos meus playlists, ou até mesmo acessando a página de alguma rádio online, mas EU decido se quero ou não escutar música. Porque eu deveria tratar de forma diferente meus usuários? É muito chato quando você está escutando aquela música legal que você gosta, e entra uma porcaria qualquer formando um angu sonoro…

Se eu quiser indicar alguma música ao meu usuário, eu monto um playlist no SeeqPod e o, se eu achar que alguma rádio online bacana o suficiente para indicar, publico o link, mas o usuário que escolhe se vai ou não escutar música.

3. Escutar música interrompida?

Eu não vou fazer um site em frames para deixar um player de rádio 100% do tempo no ar. Como o player é recarregado cada vez que a página recarrega, ele termina por fazer a música ser reproduzida com interrupções constantes, mais ou menos assim: *rádio buffering*, *som*, *clique para outra página, som interrompido*, *rádio buffering*, *som*, *clique, interrompe*, *buffering*, *som*, *clique, interrompe*, *buffering*, *som*, ad infinitum

4. Eu não quero gastar banda do meu usuário à toa

Com o advento das abas nos navegadores (até o IEca já tem), muita gente abre mais de uma página, se o som estiver desligado, a navegabilidade do usuário pode ser comprometida por conta do streaming da rádio entrando no micro dele, e dependendo da configuração pode chegar a consumir 135kbps, coloque isso em um local com mais de um micro compartilhando uma conexão de internet e vira um inferno. Por outro lado, existem as rádios que consome pouca banda, mas com um som porco.

5. E tem retorno? Se muito um retorno pífio.

Você acha realmente que alguém vai parar de ler ou ver alguma coisa para acessar ou até mesmo anotar, o endereço de um site que sai em rádio online? Você acha que alguém que está concentrado lendo algo vai ao menos se lembrar do que ela falava? Quer dizer, isso se o usuário não tiver clicado o “mudo” antes.


Em suma, eu considero uma parceria com rádio online um péssimo negócio, não importa o tamanho do site, eu ESTARIA imprimindo o player e dando tráfego a ela, enquanto ela estaria veiculando chamadas de voz para o meu site.

Existe uma piada envolvendo sociedades, em que se diz que Fulano entra com o dinheiro e Sicrano com a experiência, para depois Sicrano sair com dinheiro e Fulano com a experiência…

Bem, o espaço dos comentários está aberto para opiniões complementares ou contrárias, fiquem à vontade para argumentar.

Review do TIM Studio - Revenue Sharing com “Gente Grande”

Nada é mais saudável que a competição, é a partir dela que vão surgindo os produtos, serviços e ações que terminam por beneficiar o público consumidor, ou seja: eu, você e todo o resto. Aqui no Brasil, o melhor exemplo está no sistema de telefonia, e um exemplo bem específico é o Tim Studio, um novo serviço que a TIM implantou para seus clientes*.

O Tim Studio vai trabalha uma vertente que ainda não conseguiu decolar na Web 2.0, principalmente por falta de empresas que invistam neste modelo específico, que é o “revenue sharing” (divisão de lucros), aqui, além de o usuário participar da construção do conteúdo, ele vai efetivamente poder lucrar com sua produção.

Para isso, tudo que você precisa fazer é ir até o site, cadastrar-se e enviar suas criações, que devem ter no máximo 2Mb e no caso de vídeos não ultrapassar 45 segundos (não leva nem este tempo todo para efetuar o cadastro). Uma vez feito o upload você precisa aguardar algum tempo para que o material seja moderado, e uma vez aprovado seu trabalho estará apto a atingir uma clientela de quase 28 milhões de usuários dos serviços TIM, que poderão adquirir sua criação via Wap ou Web.

Por cada download você receberá R$ 0,15 (Quinze Centavos de Real), e poderá solicitar resgate a partir do momento que acumular R$ 1,50 em sua conta. Este resgate poderá ser feito em dinheiro, em bônus, através de crédito em sua conta TIM ou pontos no programa de fidelidade.

*infelizmente, pelo menos agora enquanto escrevo, nem todo cliente pode participar, ficam de fora os clientes de planos TDMA, planos corporativos e plano CONTA FIXA não podem participar deste serviço e não recebem bônus pelos conteúdos públicados.

.


Faça como este cliente, entre em contato conosco e patrocine um review de seu serviço ou produto.

O mês em que eu dominei o Digg, e como isto pode lhe ser útil

Em janeiro deste ano eu consegui decifrar o Digg, mais precisamente, eu consegui desenvolver uma técnica perfeitamente de acordo com suas regras que aumentava de maneira brutal a probabilidade de que um link meu chegasse à capa do mais badalado site surgido nos últimos anos, e a parte que lhe interessa é que ainda hoje esta técnica pode ser aplicada à grande maioria das redes sociais baseadas no sistema voto/karma.

Se ela funciona? Bem o Knuttz.net foi o Número 1 entre os Movers and Shakers do Alexa, e por um dia foi o 803º site, conforme o indexador.

Antes que comece qualquer gritaria em torno do Alexa: Eu sei que os números deles são altamente discutíveis, sei que não tem toolbar para vários navegadores, entre eles o Firefox, sim eu sei de tudo isso. Mas daí cara-pálida, eu lhe jogo uma estatística, só 36% dos visitantes daquele mês usaram Internet Explorer, logo, se houve alguma distorção, foi para pior…

Tudo começou com um link emplacado no Fark, a minha experiência mostrava que aquele link deveria ter algo em torno de 10 ou 15 mil visitas únicas. Vieram as perguntas que formaram a idéia: “Será que muitos desses usuários têm conta no Digg? Será que eles votariam no link? E quantos usuários eu preciso em uma página para que ela emplaque no Digg?”. Ser viciado em estatísticas me ajudou.

Coloquei badge de votação do Digg imediatamente antes e imediatamente depois do conteúdo, e aguardei. Depois de 16 horas, cerca de 12.000 impressões da página e 40 votos, a página foi para a capa do Digg.

Agora que eu tinha tráfego “do Digg”, eu queria espalhá-lo pelo site, na esperança de que alguém encontrasse outro conteúdo legal e submetesse para lá por conta própria, já que eu não queria enviar pessoalmente, instalei no final de cada página de conteúdo um pequeno script que indicava, uma por vez, as últimas páginas que eu havia publicado, de maneira aleatória. Novamente funcionou, outra página minha foi submetida, mas desta vez pelos próprios usuários do Digg.

Neste ponto nasceu o afunilamento, o pequeno script foi substituído por uma imagem fixa da página que um dos usuários acabara de submeter, e a página em pauta, ganhou os badges.

O afunilamento parece muito com os plugins de postagens relacionadas que existem para o Wordpress, com a importante diferença de que todas as páginas apontam apenas para uma, ou seja, usa-se um funil virtual que vai pegar um pouco do tráfego de cada página que você imprime e jogá-lo todo em um só destino, a página que você quer promover.

Funcionou, e muito bem. Quer dizer, até o banimento. Lá pela 10ª ou 12º página emplacada na capa do Digg, eu achei que muitos links do meu site estavam sendo enviados para lá, eram 5 links por dia, dos quais eu escolhia um para promover. Outra coisa que começou a acontecer foi um movimento de rejeição por parte de alguns poucos usuários.

Enviei um email para o Digg, perguntando se eu poderia ter os links do meu site amarrados ao meu usuário, ou pelo menos algum tipo de capping de envio que limitasse a quantidade de envios dos links do meu domínio pelos próprios usuários deles. Enquanto aguardava a resposta, eu parei de fazer o afunilamento, como ela não veio nos três dias seguintes, e a moçada continuava enviando meus links, e cada vez mais usuários reclamavam, eu vi o que acontecer: os Trolls viriam atrás de mim e eu ia terminar banido, tal como foi no passado o John Chow.

Como Troll é Troll, e eu já contava o banimento como certo, resolvi chutar tudo para o alto e aproveitar enquanto dava. Resultado: emplaquei um total de 22 links na capa do Digg no mês de janeiro, destes 3 foram enterrados. No começo de fevereiro eu fui banido por spam a despeito de ter enviado pessoalmente apenas 3 ou 4 links em todo o mês janeiro, posteriormente tive uma reabilitação meia-boca, em março, em que só era necessário um “bury” para que o link sumisse da fila de votação.

Isto ainda funciona no Digg? Funciona, mas com muito mais dificuldade porque eles aumentaram o karma necessário para a página ser promovida à capa, eu já vi link com 150 Diggs na fila, e eu tive um link de outro site meu enviado pelo próprio Kevin Rose em abril, que precisou de 80 Diggs para chegar à página principal.

Foram dias emocionantes e estressantes, no dia que eu mais me empolguei, emplaquei três links na capa em um mesmo dia, tornando o dia 10/01/07 histórico para mim, com 200.646 usuários únicos! O site, que roda com dois servidores separados, um para páginas e outro só para mídia (unmetered), transferiu mais de 4Tb de dados àquele mês…

No Movers and Shakers do Alexa, eu fui o número 1 na semana em que estouraram os rumores sobre o iPhone e poucos dias antes do Superbowl.


Screen 1 - Home do Alexa, Screen 2 Movers and Shakers

Por um dia, estive entre os 1.000 maiores sites do mundo segundo o mesmo site (entendo que a medição de tráfego do Alexa não é absoluta, mas mesmo assim…)


Link para o screen completo

E se você quer saber como uma página com 3mb de imagens reflete em no tráfego de um servidor, o detalhe é que este servidor *só* serve mídia, não tem nada do site hospedado nele.


Consumo de banda ao ter uma página com 3Mb de dados no Digg

Claro que houve stress, eu lutava para manter o servidor em pé com a quantidade absurda de tráfego, teve gente que me acusou de trapacear o sistema dizendo que o site tinha sido criado para o Digg ou até mesmo insinuando a criação de contas múltiplas e até mesmo com o uso de exércitos de votação, como o principal acusador mudou a postagem dele, eu não vou linká-lo aqui. Apenas um dos críticos entrou em contato comigo, e a ele eu revelei em narrativa a técnica de afunilamento para que ele mesmo fizesse seu juízo de valor.

Eu faria algo diferente hoje? Sim, faria. Eu não me toquei à época que poderia ter bloqueado os servidores do Digg no meu sistema, impedindo que eles conectassem e validassem o envio (o Digg contata o servidor e espera uma resposta “Ok, a página existe”), e desta maneira não teriam enviado tantos links do meu site para lá, teria um maior controle sobre isso e provavelmente não teria sido banido.

Mas enfim, chegar a esta conclusão depois do ocorrido, é fácil.

Desta experiência, eu tirei algumas conclusões que podem ajudar qualquer pessoa a emplacar links em qualquer rede social baseada em votos abertos, seguem aqui :

1. Tráfego Inicial

Eu não sei de fato quantos votos são necessários para emplacar um link em cada um dos digg-like que temos aqui no Brasil, mesmo porque são vários e cada um deve ter seu próprio ponto de publicação. Então a dica é você observar os links que chegam à página principal destes sites, tente observar sites/blogs de perfis semelhantes aos seus.

Observe quem está votando nestes links, acompanhe a votação e veja quantos links foram necessários para eles atingirem a página principal. Quando você enviar um link, e ver que ele vai ser promovido à capa, acompanhe com proximidade a quantidade de impressões da página você teve antes de chegar lá, este dado é importantíssimo para você saber quando parar de afunilar tráfego para uma determinada página.

2. Afunile seu tráfego

Se você quiser aprovar um link em um dos digg-like, ou qualquer outro site que use sistema de votação, crie de forma destacada no final de todas suas postagens um meio de fazer seus usuários visitarem aquela determinada página que você quer que obtenha votos. Faça um banner, teste tamanhos e abordagens diferentes, convide seu usuário.

Use o funil com parcimônia, não vá colocar sons nem nada que atrapalhe a navegação, e sempre o coloque DEPOIS do seu conteúdo, você precisa convencer o seu usuário a visitar a outra página, você tem que fazer ele querer, não peça, induza. E não deixe o funil concorrendo com a página em que está.

3. Não encha seu site de badges de votação

Concentre seu badges apenas na página que você quer que seja promovida. Tal como publicidade, os badges serão ignorados pelos seus usuários mais freqüentes se estiverem em todas as postagens! Se eles estiverem apenas onde realmente importa, seu usuário vai notar que ela está lá, é mais provável que ele clique e você tem mais chances de aprovação. Limite-se ao uso de widgets de envio preferencialmente discretos, e nada mais.

4. Seja seletivo ao enviar conteúdo

Se você enviar tudo que publica, vai cair no problema da cegueira, e não vai terminar ficando com o afunilamento prejudicado cara-pálida. Concentre-se em qualidade e não quantidade.

5. Quando enviar

No meu caso com o Digg, eu dava preferência aos links que tivessem sido enviados próximos ao início do expediente da manhã na costa leste americana, e simplesmente ignorava o que tivesse entrado à noite. Quanto mais tempo de luz do sol, melhor. Não o link não vai pegar um bronze, ele vai ser acessado pela força trabalhadora entediada com seus afazeres.

Minha dica é que você envie o link para o digg-like de sua preferência uma ou duas horas antes do SEU pico de visitas.

6. Observe e mantenha notas de TUDO, depois com calma ANALISE!

6.1 – acompanhe a quantidade de tráfego de cada postagem.
6.2 – acompanhe o fluxo de comentários da postagem no seu site e no digg-like.
6.3 – acompanhe via Technorati e Blogblogs so links que aparecem apontando para a postagem que você enviou.
6.4 – acompanhe a quantidade de votos que você recebe, quebre o dia em horários para ter uma idéia da quantidade de votos/período.

Nos itens 6.1, 6.2 e 6.3 você vai procurar distorções entre o que foi e o que não foi enviado à digg-likes. E com o tempo identificar qual o formato que melhor foi aceito.

Estas dicas certamente ajudam, mas… Boa sorte ;)

BarCamp em Fortaleza

Sábado passado tivemos o 1º Encontro de Blogueiros de Fortaleza, organizado pelo Leonardo Fontes, do Blogue Isso e pelo Saulo Carvalho, entre outros. Foi show de bola poder interagir com as pessoas por trás das URLs, bater um papo e conhecer pessoalmente o próprio Leonardo, a Cynara, Saulo, Rafael, Silveira, Aluísio, Norton e vários outros.

Trocamos uma idéia legal, falamos um pouco de tudo, de hospedagem, de plataformas, de design (meu declarado ponto fraco), discutimos, é claro a questão do Estadão, qualidade, tudo dentro do espírito meio que desconexo de um BarCamp (aliás, para a moçada dos outros estados morrer de inveja: a cerveja foi “na faixa”, bancado pelo “Visite Fortaleza“).

E não vai parar por aqui, o Leonardo já está começando a tratar da organização de um BlogCamp, o próximo passo! Também foi dele que roubei a lista dos presentes ;-), mas calma, eu só roubei os nomes, na postagem deles vocês encontram fotos, inclusive uma minha com jeito de cientista maluco ;)

Se eu tivesse que sintetizar a experiência do evento em uma única frase, eu a faria na forma de conselho a todos os blogueiros que levam a sério seu meio de comunicação: Se você tiver a oportunidade de participar de algum evento do tipo, seja algo informal, seja algo formal, não perca a oportunidade, você só tem a ganhar ;-)

Já estou ansioso pelo próximo!

PS: Minhas desculpas à todos que mandaram seus links com visões pessoais do Encontro, eu preferi fazer a postagem desta forma, e links todos que lá estavam. Se você estava lá e não está na lista, entre em contato que isso será corrigido.

PS2: este é a reprodução de uma postagem feita por mim hoje no Uêba.

Próximo trend em Web 2.0

Isso vale para a gringolândia.

No começo eram os serviços, uma internet interativa e útil trazendo serviços quase sempre gratuitos aos usuários. Eram, são, sites baseados em capital de risco, e com monetização baseada em anúncios, quase sempre contextuais (AdSense, YPN, etc…)

O próximo trend é literalmente pagar ao usuário que se dispor à contribuir e “Revenue Sharing” (compartilhamento de lucros) será o termo mágico.

O MetaCafe, com seu Producer Rewars já está premiando em dinheiro quem manda vídeos que tenha produzido, o Break também anda premiando e pelo que eu soube em breve o You Tube entra na onda também.

Agora, imagina um Digg que premie o submitter por link publicado ;)