Category: Notas Rápidas

Leap Motion, o gadget que vai fazer interface usada em Minority Report virar coisa do passado.

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No mundo da tecnologia existem algumas poucas invenções que revolucionam a forma como algo pré-existente é utilizado, são invenções únicas e raras, mesmo porque a maioria das que fazem esta promessa terminam por não passar de vaporware. O Leap Motion tem o potêncialpara ser uma destas raridades, da mesma forma como o iPhone revolucionou a forma como encaramos celulares e fez toda a indústria já existente correr atrás, o Leap Motion tem a capacidade de fazer com o uso de computadores.

A pré-compra pode ser feita no site, o produto custa apenas US$79,99 mas MUITO infelizmente, não embarcam para o Brasil :( (ainda estou tentando descobrir porque, mas provavelmente é por conta da lerdeza de nossa alfândega).

Leap Motion
Os dois pontos verdes na tela, são as pontas dos dedos, detectadas pelo Motion Leap  (clique para ampliar)

De qualquer forma… Sabem aquela frase, “a ignorância é uma benção”? Bem, eu sinto bem o significado dela, porque antes de fazer a pesquisa para a coluna que escrevi para o jornal, eu estava feliz em não ter um Leap Motion, agora eu ***preciso*** de um.

Vídeo de introdução ao Leap Motion

Google Earth sendo controlado pelo Leap Motion

Aqui, o aparelho sendo usado ‘em produção’, no SXSW.

Sequestro de Fanpages, o caso Nação Nordestina e TimeDigital

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A sensação de ter algo seu roubado, no mundo real ou virtual, é muito parecida. Já fui assaltado no mundo real, e no mundo virtual já tive o controle de um servidor tomado por um cracker. E tal como no mundo real, quem passa por tal perrengue virtual sente na pele o que está acontecendo, desce um ‘frio’ pela espinha, o estômago embrulha e a pulsação sobe.

Já tendo estado em sapatos parecidos, posso dizer que sei bem a sensação que bateu no pessoal do TimeDigital, quando tiveram algumas de suas fanpages no Facebook sequestradas, bem como o que passou pela cabeça do Bráulio Bessa, administrador da fanpage Nação Nordestina, curtida mais de 560 mil vezes, e que passou pela mesma agonia.

Quando este tipo de coisa acontece, você tem duas opções, ou se deixa levar pela emoção e atira para todos os lados na vã esperança de acertar alguma coisa, ou você senta, controla-se e começa a fazer um verdadeiro trabalho forense digital, analisando tudo que puder, e pesquisando tudo que for relacionado ao que aconteceu com você.

Para a sorte do Bráulio, foi isto que o pessoal da TimeDigital fez.

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TL;DR para entender o caso Megaupload

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1. Quando foi criado Digital Millenium Copyright Act, criou-se a provisão do “Safe Harbor” (Porto Seguro).

2. O “Safe Harbor” garante imunidade processual àqueles prestadores de serviços* que atendem às reclamações de violações de Direitos Autorais (quem trabalha com web, já deve ter ouvido falar de DMCA Claim).
* Neste caso, até sites como WordPress.com e Wikipedia são considerados prestadores de serviços.

3. SE a empresa cumpre, é tranquilo, a imunidade prevalece. Se não cumpre se dá mal.

4. A acusação é a de que eles não estavam atendendo aos pedidos de retirada, logo, perdem a proteção e passam a ser cúmplices dos piratas.

5. O site se defende dizendo que cumpria os pedidos. Se provar que o fazia, está tudo como dantes no quartel de Abrantes, se não provar estão fuuuuu…

Os tablets da Sony, S1 e S2, em ação

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A Sony está em vias de entrar no mercado de tablets Androids, e resolveu fugir um pouco do design padrão que vem sendo utilizado por 99,99% dos fabricantes. O S1, que parece mais com um tablete normal, tem um corpo que lembra um ‘capa dura’ de livro, sem o livro dentro.

Já o S2 usa um formato concha, em que a tela pode ser fechada, tal como nos consoles portáteis da Nintendo (DSi, 3Ds, etc).

Achei muito bacana o design do S1, muito bonito mesmo, mas pouco prático. Mas confesso que não optaria nem por um, nem por outro, a impressão que o S1 passa é de que o ‘lombo’ pode quebrar se for pressionado de mal jeito, já o S2 é uma questão pessoal mesmo, não gostei do formato em duas telas, não parece prático.

Abaixo um foto e vídeo, na extensão da postagens, um segundo vídeo mostrando apenas o S1, e mais fotos.



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Google Earth no seu navegador

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O marketing do Todo Poderoso Google é, no mínimo, paradoxal. Criam um alarde enorme com o lançamento do Buzz (serviço agregado ao o Gmail) e toda uma expectativa em relação ao (Alguém realmente usa?) Google Wave, mas quando lançam algo realmente bom e interessante ficam quietinhos.

Foi o caso da nova opção do seu já conhecido Google Maps que transforma seu navegador no Google Earth, oferecendo uma visão em 3D dos locais pesquisados, assim como o programa criado pelo próprio dono do mundo Google já faz. A grande diferença é que você não precisa mais baixa-lo para o seu computador. Basta clicar na opção Earth e voilá. Claro que ter uma boa conexão com a internet ajuda. No meu caso, testei com uma conexão de (em teoria) 10 Mb.

O resultado – que você pode conferir na continuação do post – é realmente impressionante, transformando a busca em uma nova e incrível experiência.

Difícil é conseguir para de navegar pelas ruas das cidades do mundo inteiro.

Mercado Modelo e Elevador Lacerda em Salvador, Bahia

(Terra deste Blogueiro que vos escreve)

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O futuro, ontem

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Sempre fui um apaixonado por filmes de ficção científica. Star Wars, Star Trek, Eu, Robô, Minority Report, 2001,2010, O Demolidor, Aliens, De Volta para o Futuro 2, Final Fantasy e até mesmo Tempos Modernos de Chaplin – ele “inventou” a tele conferência, não sabia? – são só alguns exemplos de filmes que fazem parte da minha Dvd’oteca. Além do enredo, efeitos especiais, cenas de ação e batalhas espaciais, o que sempre me chamou a atenção foi a capacidade que os roteiristas, produtores e diretores tinham de imaginar o nosso futuro. Como seriam os carros, as casas, os edifícios, as naves, os helicópteros, aviões, o nosso dia-a-dia. Para mim, tão importante do que descobrir de onde viemos é saber para onde vamos.

Quando descobri esta maravilhosa galeria mostrando, em cartões postais antigos, como as pessoas de séculos passados imaginavam que seria o mundo de hoje não tive dúvidas de que precisa compartilha-la com vocês.

Continue abaixo para entrar no maravilhoso mundo da futurologia antiga.

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