Confesso que não ficaria bem no meu quarto, nem combinaria com um cara da minha idade, mas o casemod HellBoy feito por Frank Gonzales (a página do link tem som) ficaria bem no quarto de qualquer jovem mais descolado.
O tipo mais confortável de bicicleta para se usar é o tipo em que se pedala com o corpo ligeiramente reclinado para trás, e as pernas projetadas para frente, geralmente a frente do próprio guidão. A posição mais ergonômica e aerodinâmica da bicicleta (a pessoa não fica em posição de concha), tornam possível a um ciclista não profissional cobrir longas distância, de até 15 ou 30km. O lado ruim, é que é mais difícil manter-se equilibrado nas reclinadas do que nas convencionais.
Neste ponto entra Stefan Wallman, ele projetou uma bicicleta com uma intricada geometria móvel, chamada Zweistil, que permite ao ciclista trocar a posição do assento, pedais e banco enquanto pedala, e o mais incrível, parece ser algo fácil de fazer! Vejam o vídeo.
Quando o ciclista quer usar a bicicleta no modo reclinável, ele empurra uma alavanca que destrava o quadro e joga seu peso para trás, em um movimento que além de mudar a posição do banco, mudará também a posição dos pedais e guidão. Ao soltar a alavanca, o quadro trava na posição. Para voltar a posição normal, ele destrava novamente o quadro, e joga o peso para frente. Simples (ou não).
Por enquanto o modelo disponível é feio e desengonçado, mas Wallman projetou uma versão com design bem mais elaborado, como está retratada abaixo. Na extensão da postagem várias outras fotos.
Sério, a vinícola californiana Murphy-Goode abriu uma vaga para quem se considere “mago de mídias sociais” trabalhar lá com um salário mensal de US$ 10.000,00 no cargo “Correspondente do Estilo de Vida na Murphy-Goode”, e os caras ainda dão a acomodação.
O trabalho é morar na vinícola pelos seis meses que dura o contrato, e compartilhar esta experiência através de ferramentas sociais. Trabalho estafante não é? Pelo menos você terá horário de trabalho flexível e a moçada lá te ensina a jogar pôquer e dados. Tudo que você precisa é ter mais de 21 anos de idade, ser cativante, comunicativo e capaz de provar isto, já que em parte do processo de seleção você precisa enviar um vídeo, e claro, ter um inglês impecável, tanto escrito quando falado (eles querem múltiplas redações). O passo a passo pode ser encontrado nesta página.
Mas nem tudo são flores você terá que incluir estas árduas funções:
Explorar os vinhedos de Murphy-Goode, e a região que o cerca, que por sinal é um bem conhecido destino turístico.
Degustar centenas de vinhos, em reuniões na sala de provas.
Aprender sobre vinhos com especialistas (olha isso, depois você ainda pode descolar um trampo de sommelier).
Participar da criação de um novo vinho, para comemorar seu novo emprego.
Registrar sua experiência em fotos e vídeos, e depois compartilhar em blogs, fotografias, Twitter, Facebook, ferramentas de divulgação de vídeos e entrevistas para imprensa.
Outas possíveis atribuições, também citadas pelo site são:
Acompanhar a população de corujas e aves de rapina no vinhedo (as corujas são úteis no controle de pestes).
Desbravar locais para a árdua tarefa de fazer picnics (ok, e servir de guia para turistas as vezes).
Por Gilberto "Knuttz" em 25/05/09 em Diversos, Legal
Vocês sabiam que as primeiras latas de cerveja tinham forma de garrafinhas? Eu não sabia disso, as mais antigas que lembro, aqui no Brasil, ainda na década de 1980, eram umas feitas de aço, duríssimas, e eu moleque não entendia como é que amassavam aquelas latas com tanta facilidade nos filmes no cinema.
Quando as importações foram abertas, na década de 1990, eu cheguei a montar uma coleção de latinhas de cervejas importadas, àquela época eu não gostava tanto de cerveja quanto gosto hoje das cervejas ‘pale ale’, e a coleção terminou indo de presente para o meu cunhado.
Bem, mas estes dias eu topei com uma coleção muito bacana de latas antigas de cerveja, fotografadas por Lance Wilson e Dan Becker (que gentilmente autorizaram a reprodução das fotos), são modelos que vão desde as com cone de aço no topo, lembrando bastante uma garrafa, até as atuais, passando pelas clássicas de aço que mais parecem latas de óleo de carro em escala menor.
Eu gosto muito de Star Strek, ou em bom português, Jornada nas Estrelas. Mas eu gosto do meu jeito, sou fissurado na série original, gostei bastante da Nova Geração, e confesso não ter assistido mais que meia dúzia de episódios de Voyager e Deep Space 9. Já dos filmes, eu gostei muito até o filme em que vão buscar o Spock ressuscitado, depois deste perdi o interesse, mas ainda tenho plano de assisti-los.
Aliás, uma curiosidade, a única vez que eu chorei vendo um filme, foi quando aos 10 anos de idade, acho, vi Spock morrer no “Vingança do Khan”, sério, chorei mesmo, de lágrima escorrer, e ainda lembro do Leonard Nimoy atingido pela radiação morrendo aos poucos com o rosto encostado no vidro que o separava de Kirk, mas não, apesar do que parece narrando, não era nada homo-erótico.
Vida Longa e Próspera!
Mas o fato é que hoje estreou nos cinemas a nova versão do filme, desta vez pelas mãos de JJ Abrams, e eu estou empolgado (aliás, vocês devem ter notado com o post das naves, e ainda tem mais um post para frente, com alguns gizmos). Aqui seguem algumas obras em Lego, remetendo à série/filme. Muito bacana
Um dos motivos da minha fixação pela estética Steampunk é o fato de que ela traz com extraordinária freqüência em uma mesma peça, a junção de arte e tecnologia. Vejam o caso desta verdadeira obra de arte horológica do relojoeiro suíço Jaquet Droz, chamada “La Machine à Ecrire Le Temps”, a Máquina de escrever o tempo.
O invólucro do relógio é feito com cristal líquido, e pode esconder todo o mecanismo ao apertar de botão.
A marca, que no século XVIII fazia autômatos que fingiam escrever, gastou quase uma década desenvolvendo esta fantástica obra de arte mecânica capaz de escrever as horas. Entendam, não há nenhum elemento computadorizado, a maquina é um apanhado de 1200 peças funcionando na mais perfeita sincronia e movida a corda!
Autômatos do século XVIII, fabricados pela Jaquet Droz
Ela foi apresentada em um evento chamado Baseworld, onde a nata dos horologistas apresentam seus produtos e devaneios. Aliás, devaneios exclusivos e caros, poucas unidades serão feitas por ano, principalmente devido a alta complexidade, e o também por isso o custo será de 400.000 Francos Suíços (algo próximo a R$ 750.000,00) por unidade.
Durante a corrida espacial dos anos 1960 e 1970, o foguete modelo Saturno V foi provavelmente o mais famoso e bem sucedido foguete criado. Com 111 metros de altura, ele tinha absurda capacidade de carga de 118 toneladas, e não fosse suficiente seu gigantismo, era um equipamento muito confiável, os cinco modelos construídos foram usados em um total de 13 lançamentos sem uma única falha, ah… foram eles os responsáveis pelas missões Apolo (a Apolo 11 levou o primeiro homem à Lua, em 1969).
O responsável pela brincadeira é um cara chamado Steve Eve, apaixonado por foguetes desde criança, ele resolveu recriar o Saturno V em escala reduzida, medindo 12 metros de altura e pesando 726kg, o foguete foi lançado dia 27 de abril e atingiu a estonteante altura de 1200m! Sua construção consumiu 1500 horas de trabalho e US$ 25.000,00. Isso é que se pode chamar de perseguir um sonho.
O BART de São Francisco, Califórnia não é o Simpson, claro. É a sigla de Bay Area Rapid Transit, um sistema de transporte coletivo composto por trens, que conecta o centro da cidade com os subúrbios residenciais. São 167km de linha de trem, atendendo a quase 375 mil passageiros por dia, é o quinto mais movimentado dos EUA.
Nestes últimos dias uma turma não identificada tem instalado balanços nos trens, pelo menos três até agora, vi comentários sobre a possibilidade de ser uma intervenção artística, mas a imprensa local está lidando com o assunto como sendo uma pegadinha/brincadeira, o que é, ou o que não é, só o tempo dirá. O que eu tenho certeza, é que os usuários do sistema encontraram algo a mais para passar o tempo nas viagens, e de quebra reconectar-se um pouco com a infância, como vocês podem ver nas fotos de Audrey Penven
Bem que poderia aparecer alguma alma caridosa e fazer algo parecido nos metrôs do Rio e SP
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