Archive for the 'Indústria' Category

Santa coincidência Batman!! Site paraibano recebe um dos CPMs mais caros do mundo

Sabe o UOL.COM.BR, o maior portal da internet tupiniquim? Claro que sabe. Mas você sabe quanto custa para publicar um mini banner no UOL nas dimensões 120*60, que é a mesma dimensão dos mini-banners usados nesta barra que fica à direita? Não sabe? Deixa eu te dizer: R$ 25,00 por MIL EXIBIÇÕES (únicas, o mesmo usuário não vê várias vezes o mesmo banner), guarde este número…

Hoje, lendo o Contraditorium, eu encontrei um post do Carlos Cardoso, denunciando um contrato entre o site http://www.paraiba.com.br e o Senado Federal para a publicação de um banner onde são cobrados impressionantes R$ 48.000,00 por mês, por este mesmo banner 120*60…

Neste momento você deve estar imaginando o vultoso tamanho do Paraíba.com.br, que grande site ou portal ele deve ser… mas ele não é grande, é minúsculo. Baseado no reach dele tem no Alexa, e comparando com o reach do autozine.com.br, um blog que eu co-edito com o Danilo Ferreira há menos de dois meses, e que eu sei ter dois mil usuários únicos por dia em média, com picos de 5 mil, eu arrisco dizer que o paraiba.com.br dificilmente tenha mais que 2 ou 3 mil usuários por dia.

autozine vs. paraiba

SE, e somente se, o Paraiba.com.br alcançasse a mesma tabela de preços do UOL, um portal altamente estruturado com uma equipe comercial inteiramente dedicada a comercialização das milhões de impressões que o portal tem por dia, o Paraiba.com.br deveria estar faturando algo em torno de no máximo do máximo R$ 2.250,00 por mês, ou seja, R$45.750,00 a menos que os R$ 48.000,00 atualmente pagos.

Em suma, o site paraiba.com.br consegue vender ao Senado Federal o milheiro de exibições por algum valor entre R$ 500,00 e R$ 800,00… é provavel que este seja o CPM mais caro não só do Brasil, mas do mundo, para tal mídia.

Lembre-se, este é um dinheiro que sai do seu bolso, e do meu bolso. É dinheiro de nossos impostos sendo muito mal gasto.

Ah…. o Blog de Aluguel encontrou e passou a bola para o Cardoso, outros sites da entidade no Registro.br:

Quer mais detalhes? O site do SENADOR PARAIBANO efraimmorais.com.br e paraiba.com.br estão hospedados na mesma máquina e tem os mesmos contatos administrativos, santa coincidência Batman!

Atualização: começou uma molecagem “do bem” lá no Paraiba.com.br, a moçada tá fazendo troça com a desfaçatez nos classificados do site, atenção especial ao título da categoria ;)

E se o Google partisse para a desobediência civil ao entregar os dados do Youtube?

Acho que todos que acompanham o noticiário devem estar a par que o último desenrolar no caso em que a Viacom processa o Google no valor de US$ 1 bilhão referente a violações de direitos autorais que ocorridos no site de vídeos You Tube, foi a ordem judicial para que o o gigante de Monatain View entregue todos os logs de todos os vídeos já vistos nos servidores do You Tube, são nada mais, nada menos que 12Tb de dados.

Bem, um leitor do Tech Crunch, um dos sites de tecnologia mais lidos mundo, achou que seria legal se o Google partisse para um pouco de desobediência civil, e entregasse os 12Tb de dados impressos em papel, isso mesmo, em folhas de papel. Isso equivale a aproximadamente 5 bilhões de folhas de papel, o que podemos dividindo em livros de 250 folhas, representariam 20 milhões de livros, mais de 23.000 toneladas de papel.

Visualizar isso mentalmente já é interessante, é o equivalente a aproximadamente 60% do acervo em livros da maior biblioteca do mundo, a do Congresso Americano que tem pouco mais de 30 milhões de livros. Mas o Alex, do Neatorama matou com chave_de ouro, ele criou o infográfico abaixo, onde coloca em perspectiva a quantidade de dados que o Google precisará repassar, e como seria divertido ver a Viacom recebendo o conteúdo em forma física…

Abaixo, o infográfico.

Os dados abaixo são tradução exata do que foi postado no Neatorama:

  • 5.280.000.000 folhas de papel, em linha simples
  • 1.006.633 de catálogos telefônicos
  • 19.358 CDs
  • 2.614,5 DVDs
  • 61.4 discos rígidos (200 GB)
  • 9.6 cérebros humanos ( a capacidade total de armazenagem de dados em um cérebro são de 1.25Tb, segundo o futurista Raymond Kurzweil no livro “The Singularity Is Near”)
  • todos os dados do WorldWide Telescope da Microsoft

Eu na cidade grande…

Hoje, por volta de 15:30 eu aterrisei aqui em São Paulo, vim para fazer uma apresentação no evento Gafanhoto Web Innovation, falando de um produto desenvolvido em conjunto como meu irmão para a análise estatística da publicação de vídeos pela internet através da Xpock.tv. Estou aproveitando para poder falar com parceiros atuais, e esperançosamente futuros, o que vai me demandar muito tempo.

Aliás, quem quiser poderá acompanhar o evento em um webcast do Yahoo Live neste endereço: http://live.yahoo.com/gafanhoto

Em vista disso, eu não irei atualizar o Cybervida esta semana :( Mas não se preocupem, semana que vem voltarei com a carga toda ;)

Fontes, citações e detonando leechers com mod_rewrite

Uma coisa que irrita 3 em cada 10 blogueiros, são os outros 7 que vivem de chupar conteúdo e simplesmente reproduzi-los, achando que o fato de usar o termo “fonte: fulano” valha alguma coisa. Aliás, essa moçada que vive de copiar, deturpou completamente a palavra “fonte”.

Para que fique claro:

Fonte é o conteúdo que lhe inspirou a postagem, você pode até ter pinçado as idéias do site, pode até ter acatado o que aquele site escreveu, concordar e chegar a mesma conclusão, mas você está fazendo com SUAS palavras. Sem problemas é algo normal.

Citação é a cópia de um trecho da postagem, algo que seja irrisório frente ao tamanho total da mesma. Por exemplo, em um texto grande como este, dois ou três parágrafos seriam algo aceitável, mas em uma postagem de pouco texto como a do anel revólver, o ideal seria no máximo uma passagem, a parte de um parágrafo. Sim, a citação sempre deve ser escrita de forma diferente do resto do texto, seja usando um blockquote, seja usando aspas e itálico (aqui eu uso os três juntos). Duvido que alguém se incomode em ser citado da maneita correta, eu pelo menos não acho ruim.

Plágio, chupada, sangue-suga (leech), é copiar o post integralmente. E ainda têm aqueles que logo que a mãe deixa usar o computador do bordel fazem sites chupadores de feed.

Sim, caso alguém se inclua na última definição e sinta-se ofendido, e pense em processar, vai ser MUITO interessante usar a sua petição inicial como prova em uma ação de direitos autorais, que no Brasil são implícitos.

Mas fora os chupadores de conteúdo, temos também os chupadores de banda, que é a moçada que simplesmente faz hotlink das imagens que você guarda no seu servidor, sem a menor cerimônia. Não ligam para a possibilidade de estarem consumindo seus recursos nem nada, e é justamente para combater os plagiadores de feed, e essa moçada que faz leech de imagem, que segue abaixo um pequeno tutorial sobre uso de mod_rewrite, que visa em primeiro lugar trocar suas imagens normais por anuncios nos sites onde a moçada gosta de chupar banda, e em segundo lugar detonar sites que copiam seus feeds.

Sobre o mod_rewrite.

O mod_rewrite é um add on para o servidor Apache, trata-se de uma ferramenta MUITO poderosa, que pode ser utilizada em uma infinidade de maneiras, o pouco que falo aqui apenas arranha a superfície do que ele pode fazer. Por exemplo, no Uêba eu o uso para esconder TODAS as requisições que são feitas ao meu sistema, o que é excelente para dificultar exploits. Em servidores de mídia, eu o uso para evitar leech, e até mesmo para esconder os arquivos de vídeo do Xpock, cujo endereço sobrevive entre 20 e 30 minutos a contar do momento em que a página é de vídeo é gerada.

Mas antes você precisa saber um mínimo sobre navegadores, toda requisição de página ao servidor vem em algo chamado “header”, e para ficarmos no básico consideremos apenas que entre as informações que ele traz, vêm a url solicitada e a origem desta solicitação.

Ao receber a requisição o Apache pergunta ao mod_rewrite se o header atende alguma condição pré-definida. Estas condições se baseiam nas variáveis deste mesmo header, geralmente construídas com “expressões regulares”. Encontrando as condições, o mod_rewrite vai reescrever a requisição (daí o seu nome), e devolver para o Apache a versão modificada para que este a processe. Traduzindo para os neófitos, o programador pode criar várias condições a serem seguidas e regras a serem aplicadas, como por exemplo, fazer com que o mod_rewrite entregue B sempre que alguém pedir A.

É graças a este módulo que existem as URL amigáveis, o .htaccess do Wordpress que é o CMS deste blog, informa ao Apache que toda URL deve ser tratada pelo arquivo index.php. Desta forma o endereço desta postagem, que é http://cybervida.com.br/fontes-citacoes-e-detonando-leechers-com-mod_rewrite é modificado para fazer uma requisição ao index.php, que descobre através das configurações do sistema que a forma correta de procurar o post é através do “post slug” de cada entrada (o post-slug é único, quando dois títulos são iguais o WP adiciona um numeral), processando finalmente o pedido e fazendo com que o Apache entregue o conteúdo ao leitor.

Abaixo, vão duas utilizações do mod_rewrite para tentar diminuir as ações mais comuns de plágio e até mesmo fazer uns anúncios gratuitos do seu blog ;-)

Clique aqui para ver o post completo.

Garota de NOVE anos recebe carta de “Cease and Desist”

O que você imagina que poderia acontecer a uma criança, que gosta muito de um aparelho e está aprendendo a escrever, que resolve enviar uma carta ao fabricante daquele aparelho que ela tanto gosta dizendo o que poderia, em sua inocente opinião, ser feito para que ele ficasse ainda melhor.

Não sei o que você imaginou, mas o que aconteceu com Shea O’Gorman, uma garota de nove anos que adora seu iPod, foi receber uma carta de Cease and Desist dos advogados da Apple. Para que não vive na internet e/ou não fala inglês o termo pode ser pouco conhecido, mas ele que dizer em suas entrelinhas: “pare, senão eu lhe processo”. O Judão já foi “premiado” com uma destas, enviada pela Warner Bros…

Os advogados poderiam ter sido um pouco mais didáticos e ter usado termos que a pequena Shea entendesse, como: “você pare com isso, senão eu conto para a “tia” e ela te coloca de castigo”…

É impressionante como uma empresa pode ser obtusa.

A notícia é da CBS13

Bloqueio Não Apoiando o Free the iPhone

Os norte americanos tem um dizer: “would you put your money where your mouth is?”, o que pode-se traduzir livremente por “você colocaria seu dinheiro no que você fala?”, bem, o fato é que a operadora de telefonia Oi, colocou sim dinheiro no que prega com o movimento Bloqueio Não.

O fez primeiro através de uma bem humorada e intensa campanha publicitária para o movimento e agora, bancando a viagem de dois brasileiros à Nova York para que estes pudessem erguer cartazes da campanha Bloqueio Não, e da campanha norte americana “Free the iPhone” em frente ao belo cubo de vidro que é a loja da Apple na 5ª Avenida, àquela cidade. Aliás, o cubo de vidro é provavelmente a mais famosa loja da empresa.

Não deixa de ser um apoio importante, afinal em seus cinco meses de existência o movimento Bloqueio Não que já conseguiu amealhar mais de um milhão de assinaturas que terminaram por colocar em trâmite no Congresso nacional duas propostas impedindo esta prática comercial. Nada mais coerente que dar uma força ao Free the Iphone, que é um movimento mais recente, surgido em Julho passado com o objetivo de fazer com que a FCC (Comissão Federal de comunicações, órgão norte americano que regula tudo que envolve comunicação de voz ou dados àquele país), baixe regulamentação também proibindo a venda do iPhone bloqueado para uso em outras operadoras que não a AT&T.

Mais que algazarra ou qualquer outra coisa, os dois enviados da Oi mandam um recado claro: nem todos os players de telefonia do Brasil estão a fim de fechar mercado para venda casada ou limitada, um dos maiores, com certeza, não está.

Está certa a Oi, está certo o movimento, ou você realmente acha que quem ama bloqueia?

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AdSense, agora com controle de cores no site do programa e ajuste na SUA (e minha) carteira

Hoje, quando eu estava fazendo minha visita regular ao fórum de AdSense no Digital Point eu encontrei algumas novidades, uma técnica e outra que vai direto dentro do bolso dos editores…A primeira mudança, técnica, é que segundo o Inside AdSense, blog do programa, a partir do final deste mês o controle de cor dos anúncios poderá ser feito no próprio AdSense, não sendo mais necessário que o editor faça a mudança no código colocado na página, muito útil especialmente para quem tem os anúncios hard coded em muitas páginas de um site.

A outra, e acho que é a que mais interessa, é a de que o AdSense está fazendo ajustes nas contas dos editores, que tanto podem ser positivos quanto negativos, segundo o FAQ do programa estes ajustes podem ocorrer por:

  1. Taxa do AdSense para pesquisas: segundo o documento adicional indicado pelo programa, editores que tenham um número muito alto de buscas em relação ao faturamento, poderá ser atingido por estas taxas. A expectativa é que apenas 1% dos editores sejam atingidos. (link)
  2. Taxas de Cheque: auto-explicativo, o Google vai passar a cobrar taxas para entregas especiais de cheques, bem como retenções que venham a ser feitas.
  3. Cliques Inválidos: novamente auto-explicativo, os clique detectados como inválidos serão reembolsados aos anunciantes e debitados da conta dos editores, simples assim.
  4. Outros: neste caso o Google entrará em contato com o editor explicando o que aconteceu.

Eu verifiquei minha conta e vi que havia um débito e na linha seguinte, havia um crédito de igual valor. No fórum do Digital Point aconteceu o mesmo com muita gente, os valores informados por lá variavam na maioria dos casos entre 3 e 30 dólares, mas o cara que enviou o screen abaixo para o tópico no Digital Point levou um baita susto, como ele disse:

“Eu faturo na casa dos cinco dígitos, mas isso aí é mais que o preço de um iPhone!” (Comentário retirado de uma postagem do forum Digital Point)


Esta imagem não é de minha conta,
é da mesma pessoa da declaração acima

Todos os que reportaram débitos sob o título de ajuste, também reportaram o crédito, inclusive o editor da imagem acima. Possivelmente é o Google testando em larga escala o sistema em que irá fazer o controle de resultados por site.

Se a ferramenta for para acabar com o maldito smart price, que aplica um fator de depreciação em todos os cliques feitos de todos anúncios veiculados por determinada conta, já será bom. Assim só perde mesmo quem de fato não gera resultados para os anunciantes, preserva-se o programa e ganha quem trabalha de maneira correta.

PS: Quem estiver com problema na visualização dos critérios nas estatísticas pode acompanhar este tópico no forum do Google AdSense em inglês, é só procurar pelas postagens do usuário AdSensePro.

4 Piores situações que vivi com meus servidores.

Desde o ano 2000 que eu só contrato hospedagem no exterior, e desde 2002 que venho trabalhando com meus próprios servidores dedicados. Comecei muito verde, com muita curiosidade e vontade de aprender, apanhei muito, contei com a ajuda de amigos, principalmente do Marcelo “][MoSCa][”, hoje já não sou mais tão neófito, e gerencio uma pequena rede de servidores.

Ontem pela manhã, eu recebi um email do suporte da LiquidWeb (jabá gratuito: o melhor datacenter com que já trabalhei) dizendo um dos servidores que tenho com eles estava com problemas, e que eles não estavam conseguindo logar na máquina para corrigir (o suporte é proativo, não espera que você solicite ajuda). Fui ver qual era o problema, e como não era nenhum bicho de sete cabeças, eu mesmo ajeitei, e depois fui ter com o suporte só mesmo para corrigir o problema de login. Tudo certo.

É a vantagem de operar em um datacenter de primeira linha. A tranqüilidade é sem igual. Ato contínuo à breve satisfação, eu comecei a lembrar das aventuras e desventuras que passei nestes cinco anos em que venho operando servidores dedicados, e separei as quatro piores desventuras, ou quatro maiores cagadas se preferirem.

4ª – Detonando o diretório /var/
Das dores de cabeça grandes, só esta foi minha culpa. Entre outras coisas, o diretório /var/ guarda todos os logs do sistema, todas as bases de dados, em alguns casos todos os websites instalados no servidor, guarda ainda arquivos de configuração e de update, só para citar uma parte. Eu tinha acabado de receber o servidor com uma configuração errada, e dei um “rm -f” (em Linux isso quer dizer: “apague tudo e não me encha o saco, faça o que eu mandei!”) achando que estava em outro local. Foi de longe a pior besteira que já fiz, felizmente a instalação que o datacenter fez havia sido errada e eu ganhei a re-instalação.

Moral da história: pense 10 vezes antes de dar um “rm -f”.

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3ª – The Planet e o HD perdido…
Toda máquina que eu pego, é contratada com uma unidade extra de disco, para backup on site. Bem, em uma máquina hospedada no The Planet, foi detectado durante um upgrade do gerenciador do sistema que o disco principal estava muito corrompido. Depois de trocado o disco e re-instalado o sistema, os caras perderam o disco secundário, onde estavam os backups on site de pelo menos 60 clientes (os backup off site já tinham mais de uma semana). E nada de ninguém encontrar o disco. Até que no dia seguinte, um técnico já com um novo disco na mão, indo instalar o encontrou: dentro da máquina. Ele estava lá, e estava ligado, só não aparecia no gerenciador de discos do Windows. Foi só mandar procurar por novo hardware, e tudo ficou são. Ufa…

Moral da história: manda o suporte olhar no lugar mais óbvio, por mais absurdo que seja.

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2ª – Managed.com e um revendedor autorizado-picareta
Quando eu fui contratar um servidor na Managed.com eles disseram que o equipamento que eu precisava não estava disponível, um revendedor tinha contratado em lote e eu deveria falar com o dito revendedor… oito meses depois o revendedor deu um calote e eu, junto com outros 150 clientes tivemos que pagar duas vezes pelo mesmo período para poder recuperar os dados. Só não foi maior o prejuízo porque eu consegui receber meu pagamento de volta com o Paypal.

Moral da história: só contrate de revendedor se você realmente o conhecer bem.

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1ª – Burst.net e o servidor perdido, literalmente…
Se vocês acharam surreal o The Planet perder o meu HD, imaginem quando descobrirem que a Burst.net perdeu o servidor INTEIRO!

Este servidor tinha um problema crônico de resfriamento, o que fez necessário a reposição por 4 vezes do disco principal, um aquecedor SCSI de 10.000RPMs. Na quarta substituição, o departamento técnico do datacenter TROCOU a tampa do servidor com um outro servidor qualquer… E era justamente na tampa que estava a etiqueta informando o rack/slot da máquina. Com isso meu servidor foi parar em um rack bem longe do correto, em outra sub-rede, que o tornou inacessível. Foram necessários 3 dias para encontrá-lo, aparentemente a cagada envolveu outros servidores.

Moral da história: fuja da Burst.net!

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Agora, estas histórias são lembranças, o rídiculo dos erros chega a ser tragi-comicamente engraçado, mas o stress que cada situação dessas causa, só sabe quem passou…