Category: Geek
70 cases e casemods de computadores, tem para todos os gostos
Para não ficar excessivamente pesada a página, eu dividi em quatro lotes de imagens.
Papel de parede é para os fracos, usando placas-mãe como acabamento de escritório
Depois de ver o que um amigo fez em frente à sua mesa de trabalho, segunda e terceira fotos, Scott Hudson resolveu que queria todo seu laboratório de informática forrado com placas-mães de computador. Entrou em um frenesi de compras via eBay, geralmente comprando lotes do produto, e terminou com 70Kg de placas-mãe ao preço médio de R$ 9,00/Kg (£1,5/£).
Duas tardes de trabalho foram necessárias para montagem. Mais fotos do resultado na extensão da postagem.
O que você faria em um monitor de 512″ ?
Este mega monitor foi montado no escritório de algum órgão do governo norte americano, usando 27 monitores HD de 67”. A belezoca tem pouco mais de 12 metros de largura por 5 metros de altura. Como se mede o tamanho de monitor baseado em sua linha diagonal, estamos diante de um monitor de 512” e resolução de 12600 x 3150 pixels.
Mas a história aqui é que o montador, quando acabou de fazer a montagem do sistema, fez o que qualquer nerd de respeito em sua situação faria, instalou jogos e foi brincar um pouco. Segundo o site Kokatu, origem da notícia, ele ficou algum tempo se divertindo com BioShock e World Of Warcraft.
Clicando na imagem, você tem uma versão com maior resolução.
Hehehehee, eu fico imaginando quantos ficaram pensando em safadeza
Nove estações de trabalho inusitadas
O Daniel me passou a dica desta postagem no BornRich mostrando 10 mesas de escritório dignas de nota. Descartei uma que não tinha nada de excepcional, e reduzi a lista a 8 mesas, que publico na extensão desta postagem.
O Grande e Mau Imposto da Apple
Até a geração passada do iPod era possível se adquirir versões genéricas dos acessórios para o aparelho, por preços bem mais em conta que os praticados pela empresa de Steve Jobs. Mas desde que estreou o iPhone e a nova geração de iPods ano passado, acabou a farra de alternativos não-licenciados (leia-se chineses e baratos), pelo menos no futuro próximo só vai ter produto original ou licenciado no mercado.
O lance é o seguinte, a gigante de Cupertino adicionou a esta última geração de aparelhos um esquema de autenticação de acessórios, que demanda um chip no acessório para que o aparelho aceite sua conexão. E evidentemente a única empresa que fornece o chip é a Apple.
Segundo a reportagem da Popular Mechanics, o preço do licenciamento chega a custar 10% do preço de um eliminador de baterias e US$ 4,00 em um simples conjuntinho de caixas de som para usar em mesa.
Alguns sites já batizaram o licenciamento de “Imposto Apple”.
Ainda segundo a reportagem, o efeito mais maléfico é que com o preço alto do licenciamento, os fabricantes de acessórios deixam de lançar produtos entry-level, e se concentram nos produtos de maior valor agregado, segundo uma fonte da revista, o preço dos acessórios mais baratos, nos EUA, deve ficar em torno de US$ 50,00…
Dá para entender agora porque a Apple se nega a adotar Bluetooth para a transmissão de áudio e dados em seus aparelhos?
Bolo “Millennium Falcon”
Impressionantemente bem feito o bolo representando a nave de Hans Solo, no filme Guerra Nas Estrelas, a Millennium Falcon. Foi um presente dado ao sysadmin do site Laughing Squid por seu irmão. Mais fotos no Flickr.


Novidades no Windows Server 2008
Até uns 10 anos atrás, a Microsoft tinha duas linhas de sistemas operacionais, as conhecidas como 9X, onde se encontravam o 95, 98 e ME, e a linha NT que começou com o NT 3.1, a primeira linha era direcionada para o público doméstico enquanto a segunda para o público corporativo. O último Windows NT a levar este nome, foi o NT 4, de 1996. No ano 2000 a Microsoft passou a trabalhar apenas em cima do código do NT para seus lançamentos, com uma linha para usuários domésticos e workstations, o Windows XP, e uma linha para servidores o Windows 2000 (linha NT5).
No final de 2006, uma nova linha de sistemas operacionais da Microsoft veio à tona, a linha que seria a NT6, composta inicialmente pelo Windows Vista, e desde o começo do ano pelo Windows Server 2008. Bem, para o usuário que é leigo e não tem conhecimento desta linha, uma breve explicação. A linha Windows Server, como bem diz o nome, é voltada para servidores, ou seja, não é um sistema operacional que você vá normalmente instalar na sua casa, ele visa principalmente a utilização como servidor de internet, email, DNS, impressão, arquivos, etc, etc, etc…
Eu já tenho alguma experiência com Windows Server 2003, e fiz uma pequena pesquisa de atualização para escrever este publieditorial sobre o Windows Server 2008. Posso dizer que trabalhar com a linha Windows Server é fácil, você loga no servidor e usa-o como um desktop remoto, sem nenhum transtorno. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso é capaz de operar uma destas máquinas, não difere muito do que você opera em casa, e com um pouco de leitura, você é capaz de fazer as configurações básicas de internet e email.
Mas confesso que gostei muito de algumas das novidades que vieram com o WS 2008, de tudo que eu li, quatro coisas saltaram aos olhos: Server Core, Power Shell, segurança e virtualização.
- Server Core: é uma forma de instalação do sistema em que apenas o essencial é instalado. Só para citar um exemplo, não é feita a instalação do Explorer, que é o shell padrão do Windows. O bom disso é a não dispersão de performance do servidor com funções que na grande maioria do tempo não são requeridas, deixando mais recursos disponíveis para o que realmente é importante. No caso, alguns poucos programas “normais” são instalados com o Notepad e os applets de controle de região. Neste tipo de instalação o controle é feito com o Windows Power Shell.
- Windows Power Shell: sabem a janela do DOS? O Windows Power Shell está para a janela de DOS como uma Ferrari está para um fusquinha. Ela opera com linha de comando, é baseada na Microsoft .NET Framework e tem mais de 120 utilitários de administração de sistema. Você pode, por exemplo, editar os Registros do Windows a partir dela. Esse vai ser o grande xodó dos administradores de rede, já que operar em linha de comando e scripts, é geralmente muito mais rápido.
- Segurança: vários itens de segurança foram adicionados, o que deve fazer do WS2008 um dos Windows mais seguros já lançados. Mas o que me saltou aos olhos foi o “Controlador de Domínio Somente Leitura”. Um dos maiores problemas de administradores de web servers enfrentam são o de pessoas que conseguem injetar códigos através de scritps falhos. Ao se ter um controlador que limita determinado domínio à somente leitura, o risco de comprometimento do servidor, ou até mesmo sua conversão em máquina zumbi, cai drasticamente. Segurança nunca é demais.
- Virtualização: o WS 2008 facilita a criação de máquinas virtuais, logo, se você precisar de um servidor rodando Linux ou até mesmo outras instalações de Windows destinadas à execução de programas específicos, você já dispõe de um ambiente adequado.
Para maiores informações, eu aconselho a própria página do sitema no site da Microsoft.
Links:
- Windows Server 2008
- Podcast
- Comentário em vídeo do diretor de tecnologia do APCNET
Pesquisa:
Wikipedia (WS 2008, Power Shell, NT), Information Week, ZDNet.
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