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Novidades no Windows Server 2008

Até uns 10 anos atrás, a Microsoft tinha duas linhas de sistemas operacionais, as conhecidas como 9X, onde se encontravam o 95, 98 e ME, e a linha NT que começou com o NT 3.1, a primeira linha era direcionada para o público doméstico enquanto a segunda para o público corporativo. O último Windows NT a levar este nome, foi o NT 4, de 1996. No ano 2000 a Microsoft passou a trabalhar apenas em cima do código do NT para seus lançamentos, com uma linha para usuários domésticos e workstations, o Windows XP, e uma linha para servidores o Windows 2000 (linha NT5).

No final de 2006, uma nova linha de sistemas operacionais da Microsoft veio à tona, a linha que seria a NT6, composta inicialmente pelo Windows Vista, e desde o começo do ano pelo Windows Server 2008. Bem, para o usuário que é leigo e não tem conhecimento desta linha, uma breve explicação. A linha Windows Server, como bem diz o nome, é voltada para servidores, ou seja, não é um sistema operacional que você vá normalmente instalar na sua casa, ele visa principalmente a utilização como servidor de internet, email, DNS, impressão, arquivos, etc, etc, etc…

Eu já tenho alguma experiência com Windows Server 2003, e fiz uma pequena pesquisa de atualização para escrever este publieditorial sobre o Windows Server 2008. Posso dizer que trabalhar com a linha Windows Server é fácil, você loga no servidor e usa-o como um desktop remoto, sem nenhum transtorno. Qualquer pessoa com um mínimo de bom senso é capaz de operar uma destas máquinas, não difere muito do que você opera em casa, e com um pouco de leitura, você é capaz de fazer as configurações básicas de internet e email.

Mas confesso que gostei muito de algumas das novidades que vieram com o WS 2008, de tudo que eu li, quatro coisas saltaram aos olhos: Server Core, Power Shell, segurança e virtualização.

  • Server Core: é uma forma de instalação do sistema em que apenas o essencial é instalado. Só para citar um exemplo, não é feita a instalação do Explorer, que é o shell padrão do Windows. O bom disso é a não dispersão de performance do servidor com funções que na grande maioria do tempo não são requeridas, deixando mais recursos disponíveis para o que realmente é importante. No caso, alguns poucos programas “normais” são instalados com o Notepad e os applets de controle de região. Neste tipo de instalação o controle é feito com o Windows Power Shell.
  • Windows Power Shell: sabem a janela do DOS? O Windows Power Shell está para a janela de DOS como uma Ferrari está para um fusquinha. Ela opera com linha de comando, é baseada na Microsoft .NET Framework e tem mais de 120 utilitários de administração de sistema. Você pode, por exemplo, editar os Registros do Windows a partir dela. Esse vai ser o grande xodó dos administradores de rede, já que operar em linha de comando e scripts, é geralmente muito mais rápido.
  • Segurança: vários itens de segurança foram adicionados, o que deve fazer do WS2008 um dos Windows mais seguros já lançados. Mas o que me saltou aos olhos foi o “Controlador de Domínio Somente Leitura”. Um dos maiores problemas de administradores de web servers enfrentam são o de pessoas que conseguem injetar códigos através de scritps falhos. Ao se ter um controlador que limita determinado domínio à somente leitura, o risco de comprometimento do servidor, ou até mesmo sua conversão em máquina zumbi, cai drasticamente. Segurança nunca é demais.
  • Virtualização: o WS 2008 facilita a criação de máquinas virtuais, logo, se você precisar de um servidor rodando Linux ou até mesmo outras instalações de Windows destinadas à execução de programas específicos, você já dispõe de um ambiente adequado.

Para maiores informações, eu aconselho a própria página do sitema no site da Microsoft.

Links:
- Windows Server 2008
- Podcast
- Comentário em vídeo do diretor de tecnologia do APCNET

Pesquisa:
Wikipedia (WS 2008, Power Shell, NT), Information Week, ZDNet.

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A quantidade de dados processada pelo Google, e sua equivalência em arroz

Eu sempre imaginei a quantidade de dados que o Google armazena, eu até cheguei a ler isso em um White Paper que foi liberado à época do IPO deles, mas não lembro mais. Uma coisa que eu lembro é que todos os dados do Google são armazenados de forma redundante, e que o sistema deles é tão brutal que quando um servidor “morre”, ele simplesmente tem a energia cortada pelo sistema e os dados que ali deveriam estar passam a ser replicado em outra máquina, e assim fica até que chegue um ciclo de revisões.

Mas uma coisa que eu nunca parei para pensar, confesso, é quantidade de dados que o Grande G processa por dia, segurem o queixo, são impressionantes 20 PETABYTES de dados processados POR DIA. Só para dar uma idéia, um petabyte são 1024 TERAbytes, ou se preferirem, 1.048.576 GIGAbytes.

Descobri que o número foi revelado por um blog chamado Nial Kennedy’s Weblog. Descobri isso através de uma interessantíssima postagem no blog da Managed Networks em que ela compara bytes a caroços de arroz, um byte = um caroço de arroz.

Se um byte, um caroço de arroz…

Agora vamos ao Kilobyte, são 1024 bytes, uma pequena tigela de arroz, meia porção.

O megabyte seria quase uma saca de arroz, 25Kg para ser mais preciso, ou se preferirem, 1.048.576 grãos de arroz.

Agora em vez de uma saca, vamos precisar de um container para armazenar o equivalente a um gigabyte, 1.073.741.824 grãos de arroz (chegamos à casa do bilhão).

O terabyte vai precisar de um navio de containers para transportar seu equivalente em arroz, chegamos agora à casa do trilhão de grãos! Com esta quantidade de arroz, todos os habitantes da Europa poderiam fazer uma refeição.

Ainda usando o exemplo acima, seriam necessárias 210 viagens do maior navio de containers do mundo para conseguir transportar o quatrilhão de grãos de arroz equivalentes a um petabyte!

Deu para entender bem a alegoria? Pois então fique sabendo que serão necessárias 4200 viagens para os 20 Petabytes, esta quantidade de arroz seria capaz de cobrir com uma camada de 20 metros o centro de Londres.

Minha Ida à São Paulo, Gafanhoto Web Innovation e auto-crítica

E meia semana virou uma semana, uma semana dez dias, e dez diz se arrastaram a doze. Foi esta a quantidade de tempo que eu fiquei sem postar nenhuma novidade por aqui. Os primeiros dias eu expliquei no post anterior, fui a São Paulo fazer uma palestra no evento Gafanhoto Web Innovation, os dias seguintes foram resultado de trabalho acumulado que ficou crescendo aqui em Fortaleza enquanto eu estava na Terra da Garoa.

O evento foi muito bacana, ica o agradecimento ao Cazé Pecini, um cara tão genial quanto gentil, que mais uma vez nos recebeu muitíssimo bem na Casa Gafanhoto, e à Live Ad que fez um evento muito bem produzido, com direito à tradução simultânea e webcast através do Yahoo! Live.

Além de mim, que apresentei o serviço de vídeos com estatísticas, se apresentaram Marco Gomes e Marcos Tanaka do BooBox, Vasco Furtado com seu Wikicrimes, em seguida o pessoal da Yahoo! Brickhouse, e a parte de apresentação terminou com uma mesa redonda moderada pelo Manoel Lemos do BlogBlogs.

As palestras foram muito bacanas, principalmente a do Yahoo! Brickhouse, mas confesso que a minha apresentação não foi o que queria. Escrevi e ensaiei um roteiro para enfrentar pela segunda vez o desafio de falar em público, mas que considero ter sido a verdadeira primeira vez, já que na anterior eu havia divido o palco com Daniel Soares (meu irmão) para uma apresentação muito breve de apenas cinco minutos, e desta vez eu estava só, com vinte minutos para falar, e para completar com gente que entende muito do riscado como Fábio Boucinhas, Diretor de Produtos do Yahoo! Brasil, Michael Quoc e Matt Fukuda, da Yahoo! Brickhouse, o braço de inovações da Yahoo, falando justamente sobre a filosofia de trabalho da empresa.

Não ignorei nada disso, como escrevi acima ensaiei o que ia falar, preparei uma apresentação completa em PowerPoint, mas um pouco antes da apresentação, revendo o que havia preparado decidi por retirar uma parte, que considerei que iria estourar o tempo que me deram. Erro. No meio da apresentação, no ponto em que eu deveria fazer a junção entre a necessidade de uma solução e a solução em si, eu me perdi, fiquei nervoso, e perdi a linha de raciocínio. Eu não gostei de metade da minha palestra.

Sou extremamente auto-crítico, uma ou outra pessoa me disse que minha palestra deu para o gasto, mas não é isso o que eu quero, não é com isso que me conformo. Mas como o que não mata nos torna mais fortes, minha primeira ação ao voltar foi comprar alguns livros que versam sobre o assunto, e já me pus a lê-los. O próximo passo vai ser pedir ajuda à Joaninha Lúcia Freitas, que finalmente pude conhecer pessoalmente durante o evento.

Aliás, um ponto digno de nota de estar em São Paulo é poder conhecer pessoalmente pessoas a quem só conhecia de nome, bem como encontrar novamente com muita gente boa cujo contato só mantenho por IMs, email e Twitter, como o Ian Black, Alexandre Inagaki, Edney Sousa, Wagner Fontoura, Marina Santa-Helena, Luiz Jerônimo, Caio Novais, Thiago Mobilon, Gustavo Jreire, Mírian Bottan, Luiza Gomes, bem como finalmente conhecer pessoalmente a Lúcia Freitas, Manoel Lemos, Carlos Cardoso, Manoel Netto, Gui Leite, Alexandre Fugita, Wagner Tamanaha e vários outros. Ficou faltando conhecer pessoalmente o amigo Danilo Ferreira, mas da próxima não passa!

Bem, já me alonguei demais ;) Agora é retomar o ritmo normal de atualizações aqui do CyberVida…

Vídeos em flash e o Firefox 2.X

Irritante, simplesmente irritante… já fazem pelo menos uns dois ou três meses que o Macromedia Flash e o Firefox 2.X estão “de mal”, não lembro em que versão a porcaria começou, mas lembro que a última a funcionar normalmente no Windows foi a 9.0.047 de lá para cá, tem dado um irritante bug em que o player trava durante a reprodução de vídeos em flash. Já estou na versão 9.0.124 e continua a uruca, o problema é que as versões mais antigas estão sujeitas à exploits e a segurança fica comprometida ao usá-las…

Comigo e com mais uma penca de conhecidos, ele trava depois de dois segundos de exibição de qualquer vídeo do Youtube, por exemplo.

Pela breve pesquisa que fiz isso tem a ver com a quantidade de abas abertas no Firefox. Sei lá por quê cargas d’água isso acontece, mas o fato é que acontece, e eu trabalho com vááááááárias abas abertas, algo entre 50 e 70. E estava sendo tremendamente irritante para mim, ter que reiniciar o Firefox para poder avaliar os links de vídeo enviados para o Uêba.

Bem, eu descobri uma gambiarra que mantém o meu flash funcionando o tempo todo sem travar. Não riam, é sério, essa gambiarra funciona que é uma maravilha: quando eu abro a primeira janela do Firefox, carrego um vídeo qualquer do Youtube e deixo tocar. E não fecho mais aquela aba, na realidade eu a travo… Voíla, não sei porquê, mas que funciona, funciona ;) fica a dica.

Nerd que é nerd, abre garrafa com a Enterprise ;)

Gostei muito do abridor, acho que vou inclusive comprar um para mim ;)

Custa £12,00 (cerca de R$ 40,00) no Red5.

“He is dead Jim”

Quando eu era moleque, no começo dos anos 80, meus seriados preferidos eram: Star Trek, Agente 86, Túnel do Tempo e Terra de Gigantes… não riam, eu fui moleque nos comecinho dos anos 80 *mesmo*.

Algum desocupado, provavelmente do meu tempo, montou uma coleção de clips do Star Trek, com a frase “he is dead Jim” (ou capitain). Olha quantas pessoas o capitão da USS Enterprise, James T. Kirk viu morrer:

Tricô em nome da privacidade e mãos quentes…

Bacana o contraste do artesanato com a tecnologia. Usando crochet tricô, esta moçada do SternLab criou apetrechos bem sui generis: um aquecedor de mãos, e algo que poderia muito bem ser chamado de “personal privacitator Tabajara”, um treco que recobre sua cabeça e o notebook (ou monitor) garantindo que você veja sua pornografia tela com privacidade, acredito que o último tenha o uso altamente desaconselhado para quem tem mal hálito ;)

Samsung 2263DX, monitor com um

Alguém aí lembra daquele filme com o Arnold Schwarzenegger e Danny DeVito, “Irmãos Gêmeos”? Não? No filme os dois eram gêmeos, mas o Schwarzenegger tinha obviamente consumido todos os nutrientes do útero materno. Foi a primeira coisa que lembrei quando vi este monitor da Samsung.

Mas brincadeiras à parte, eu gostei do 2263DX. Ele tem 22” e traz anexo uma segunda tela de 7”, ela pode ser acoplada de várias maneiras diferentes. Bastante útil para quem precisa de uma segunda tela para monitorar algo, sejam servidores, variação no preço das ações ou até mesmo câmera de circuito interno.

Se eu não estivesse disposto a comprar um segundo monitor de 17” para o meu desktop, eu até que me aventuraria em um monitor parrudo destes ;) Na gringolândia, ele custa em torno de US$ 550.