Para quem não conhece, Altoids é uma marca de pastilhas para hálito – menta, mentol, canela, etc –, que existe desde o começo do século XIX. É mais uma destas marcas que são cultuadas, no seu caso, muito deste culto vai além do gosto, a pastilha é como um pedacinho do passado, e suas latinhas de alumínio em meio a um mundo de papel e plástico são uma prova disso.
Justamente por ser de alumínio, a latinha termina sendo usada como insumo por modders deste nosso mundão, e por estes últimos dias eu encontrei um vídeo feito por um dos editores da Make Magazine, que está logo abaico, e um post no OObject mostando alguns destes mods, que seguem na extensão da postagem
A moçada deste vídeo imaginou uma maneira diferente para controlar a garra mecânica (engenheiros, por gentileza, me informem o nome correto), tornando-a mais fácil de usar. A solução encontrada foi fazer um programinha em Python para usar um Wiimote para controlá-la.
Alguns dias atrás eu topei com um set de papel de parede fantástico que faria qualquer trekkie atingir o Nirvana, se bem que chamar de papel de parede é subestimar, o trabalho da Urban Colector está mais para mural e mimetiza no quarto ou porão de qualquer um a ponte de comando da nave mais importante de toda a história, a USS Enterprise. Sim, o kit custa apenas US$ 189,99
Mas como dizia minha avó, tudo em excesso é veneno, até remédio. Olha só o que este maluco fez no apartamento dele, dele… recriou no seu apartamento o clima da série Star Trek Voyager. Será que ele não enjoa desta quantidade absurda de luzes piscando dia e noite?
Eu gosto muito de Star Strek, ou em bom português, Jornada nas Estrelas. Mas eu gosto do meu jeito, sou fissurado na série original, gostei bastante da Nova Geração, e confesso não ter assistido mais que meia dúzia de episódios de Voyager e Deep Space 9. Já dos filmes, eu gostei muito até o filme em que vão buscar o Spock ressuscitado, depois deste perdi o interesse, mas ainda tenho plano de assisti-los.
Aliás, uma curiosidade, a única vez que eu chorei vendo um filme, foi quando aos 10 anos de idade, acho, vi Spock morrer no “Vingança do Khan”, sério, chorei mesmo, de lágrima escorrer, e ainda lembro do Leonard Nimoy atingido pela radiação morrendo aos poucos com o rosto encostado no vidro que o separava de Kirk, mas não, apesar do que parece narrando, não era nada homo-erótico.
Vida Longa e Próspera!
Mas o fato é que hoje estreou nos cinemas a nova versão do filme, desta vez pelas mãos de JJ Abrams, e eu estou empolgado (aliás, vocês devem ter notado com o post das naves, e ainda tem mais um post para frente, com alguns gizmos). Aqui seguem algumas obras em Lego, remetendo à série/filme. Muito bacana
Não temos realmente muito que falar aqui, trata-se da montagem de um computador dentro de uma maleta pouco maior que uma 007 padrão. Daniel Spalding, o cara que criou o mod, chamou-o de “Notebook do homem pobre”, principalmente depois de ter visto o notepobre chinês, considero que o cara subestimou muito o próprio trabalho. Ficou muito bacana, e o hardware também não é dos piores:
Dois casemods sensacionais em menos de dez dias! Depois do Wall-e o Steampunk Frankenstein.
Quem costuma entrar por aqui, mesmo que poucas vezes, já deve ter notado o óbvio: eu sou fissurado na estética Steampunk. Eu sempre gostei muito da dualidade, o visual vitoriano de objetos que desempenham funções modernas.
Mas confesso que entre todos os itens steampunk que já vi, nenhum é tão brutal quanto este casemod. Brutal em dois sentidos, primeiro por ser enorme, é um verdadeiro armário, e no segundo pela riqueza de detalhes, que é simplesmente impressionante. O melhor exemplo desta riqueza de detalhes é a foto abaixo, em que vocês poderão ver que uma pequena mosca que bronze pousada sobre o case. É uma obra de arte.
Acho que neste Oscar de 2009, o prêmio mais certo da noite era o de animação, duvido que alguém em sã consciência tenha tido o menor rasgo de dúvida quanto ao prêmio ir ou não parar nas mãos do Wall-E, um robozinho com virtudes que faltam, infelizmente em muitos seres humanos.
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