Archive for the 'Curiosidades' Category

Os relógios mais caros do mundo

O meu fetiche, como já disse antes, são relógios. É impossível para mim passar na frente de uma vitrine de qualquer joalheria, relojoaria, bancada de supermercado ou o que seja e não ficar um bom tempo analisando, estudando, namorando cada um deles. Simplesmente adoro relógios. Quando então descubro que saiu uma lista com os 10 relógios mais caros do mundo, não pensei 2 vezes e logo vim dividir um pouco deste meu fetiche com vocês queridas leitoras e caros leitores do Cybervida, porque, com sabem, de relógios nós entendemos

Breguet pocket watch 1907BA/12

Começando a lista, o Breguet pocket watch 1907BA/12. Um relógio de bolso em uma caixa de ouro 18 quilates, movimento gravado a mão e coroa rotativa bidirecional. Esta beleza sai por módicos U$734,000.oo (ou R$1.3 milhões aproximadamente).

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O pavilhão de Mônaco na Feira Mundial de Xangai

Faltando pouco menos de 2 meses para a abertura da Feira Mundial, os arquitetos da Naço Architectures divulgaram os projetos do impressionante Pavilhão do Principado de Mônaco. A Feira – ou Expo como também é chamada – é uma exposição que acontece desde o século XIX onde os diversos países participantes mostram ao mundo inteiro o que tem de melhor. Este ano, a Expo 2010 acontece em Xangai, a maior cidade da China, de 1 de maio a 31 de outubro, reunindo mais de 190 países, entre eles o Brasil,  e 50 organizações internacionais.

Setenta milhões de pessoas, esta é a quantidade de visitantes esperados este ano para a Feira Mundial de Xangai, cujo tema é “Cidades melhores, vidas melhores” e isso somente aumenta a responsabilidade da Naço Architetures, uma das poucas empresas francesas estabelecidas na cidade. Por isso criaram um edifício-imagem que expressa a identidade do cliente e condiz com o estilo arquitetônico implantado por Marcelo Joulia, criador da empresa, cuja filosofia é uma linha tênue entre as construções pesadas e a mídia soft, concebida como um acelerador de encontros nos espaços urbanos.

A Naço capturou a essência de Mônaco “uma pedra iluminada pela luz dançante de um mar perfeito”, como eles definiram. O resultado disso é um pedaço da costa monegasca em que as ondulações incessantes do Mediterrâneo são projetadas. Literalmente transpostos para uma envelope de 12 metros de altura em Pudong – Bairro de Xangai onde o pavilhão está localizado. Projetores ao redor da estrutura, dão um efeito tridimensional que faz parecer que o prédio é feito de água.

Como o próprio nome diz, Mônaco é um micro-Estado, regido por um príncipe (atualmente o Princípe Albert II) com poderes de monarca constitucional, localizado no sul da França. Conhecido mundialmente por ser um paraíso de multi-blionários, é um dos poucos países do mundo onde não há imposto de renda, além de sediar um dos mais importantes circuitos de Fórmula 1. Albert II é filho do Principe Renier com a atriz americana Grace Kelly, famosa por ser a queridinha do famoso diretor de filmes de suspense Alfred Hitchcock, que se conheceram durante as filmagens de clássico O Ladrão de Casacas em Mônaco. Em 2005 o Príncipe regente regente assumiu a paternidade de Alexandre Coste, então com 2 anos de idade, fruto de um relacionamento com uma comissária de bordo da Air France. Acontece que, de acordo com um tratado existente entre o Principado de Mônaco e a França, quando a árvore genealógica dos Grimaldi (Sobrenome da família real monagesca) for interrompida, ou seja, o herdeiro não tiver mais filhos homens que possam continuar o nome da família, o Principado passará a ser parte do território francês.

Neste post, foram usadas fontes daqui, além do site oficial da Expo 2010 e de diversos artigos tirados da Wikipédia que vocês podem conferir aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui.

O canhão do meio-dia

Sempre fui fascinado por relógios de todos os tipos.

Quando pequeno era expert em abrir, desmontá-los e – nem sempre, admito – montá-los de volta. Não importava se eram relógios analógicos ou digitais, de pulso ou de parede. O funcionamento deles era o que me prendia. Queria saber como se moviam, o que os impulsionava, como as peças eram encaixadas, enfim: Tudo. Por causa disso passei a estudar horologia (O estudo dos relógios) da única forma que existia na época: As boas e velhas – põe velhas nisso – enciclopédias Barsa e do Estudante, e a partir daí passei a conhecer os relógios de sol. E uma nova febre começou na minha vida.

Antes dos relógios modernos, com seus ponteiros, botões e bips, e até mesmo das ampulhetas , a única forma  de medição do tempo que existia era a observação dos astros (sol, lua e estrelas).

Desde então, começaram a surgir os primeiros relógios de sol como uma forma mais exata – ou seria menos errada – de medição.

Dizem que o mais antigo relógio de sol do mundo foi construído na Knowth, na Irlanda, por volta de 5000 AC mas os únicos registros comprovados estavam no Egito e Babilônia por volta de 1500 AC. A partir do século XVIII começaram a aparecer em parques na Europa os primeiros deles com sinais sonoros. Eram os Canhões do meio dia. Poderíamos dizer que estes eram os primeiros alarmes. Usando uma lente de aumento que era apontada para o pavio de um canhão na marca que mostrava quando o sol estava a pino, no ponto mais alto do horizonte, fazendo com que o mesmo se acendesse e disparando assim um tiro que informava a todos a hora “exata” na região.

Uma réplica em miniatura de um destes canhões – ou deveria dizer alarme? – pode ser visto nas fotos deste post.

Construído em latão sobre uma base de mármore branco redonda de 27,2 centímetros de diâmetro, onde se encontra um relógio solar e as coordenadas 55′59′20 no centro. Segundo o Google Earth apontam ou  para uma região isolada no meio da Rússia, ou para um ponto próximo a costa do Canadá no Oceano Atlântico, ou para um ponto entre a patagônia e a Antártida ou para outro ponto entre a Antártida e o Cabo da Esperança na África do Sul (não temos exatidão pois as coordenadas não especificam as direções).

Já pensou em ter um destes em casa?

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Será que vem um avião por aí?

Hoje é tudo muito tecnológico e bonito, para saber se um avião está sobrevoando seu espaço aéreo radares em terra e até mesmo no ar, baseados em aviões que voam muito, muito alto, vasculham o espaço aéreo em busca de todo e qualquer objeto voador. A tecnologia data de longe, a primeira pessoa a usar ondas de rádio para detecção de objetos, o fez em 1904, mas até que os primeiros radares entrassem em produção, e até mesmo fossem batizados pelo acrônimo RADAR (RAdio Detection And Ranging – Detecção e Delimitação por Rádio) fosse cunhado mais de três décadas se passaram.

Mas voltemos à Primeira Grande Guerra, e o assunto deste post, os gizmos criados durante e logo após esta guerra para detecção de aeronaves, muitos deles por cientistas holandeses.

Mais imagens na extensão da passagem.


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Balestra automática, eu quero uma!!

Ahhhh… você não sabe o que balestra? Sabe sim, só não deve estar ligando o nome à ‘pessoa’, trata-se daquelas armas que parecem a parte traseira de uma espingarda com um arco na ponta, e que atira setas…

Este cara conseguiu fazer uma delas com funcionamento automático, show de bola :-)

A difícil arte de prever o futuro, que o diga a Popular Mechanics

Hoje sabemos que é muito complicado prever o futuro, algumas tecnologias que achamos que estão há décadas de se materializar aparecem em alguns anos, enquanto outras que aparentemente são simples, insistem em não surgir…

Os mais velhos precisam confessar, quem de vocês acreditava, em 1990, que hoje teríamos pequenos aparelhos capazes de suportar horas de áudio e vídeo como o iPod e o Zune, ou até mesmo além disso tudo ainda telefonar como o iPhone, N97 e vários outros smartphones que surgem neste mundão a fora?

Mas sessenta anos atrás, em uma época e que o mundo era bem mais ingênuo, apesar da Guerra Fria, alguns soltavam a imaginação na hora de prever o futuro, e não raro vemos estes resquícios rodando a grande rede. Uma das publicações que fez muito isso foi a centenária revista Popular Mechanics (criada 1902), competidora Popular Science (criada em 1872!).

Aqui uma série destas capas, em coletânea feita pelo Woot, as imagens são auto-explicativas. Mais fotos na extensão da postagem.


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Papel de parede reativo

Bacana essa brincadeira que o designer Shi Yuan fez com papéis de parede e tinta reativa à calor. A ideia é dar criar um ambiente que ativo, que reaja a toques e as mudanças ambientais, o designer também criou um calendário que ‘desaparece’ à medida que a noite vai caindo, e pôsteres que seguem a mesma lógica dos papéis de parede.

Nas fotos fica bem fácil perceber como funciona.



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Hotel 9h, mas uma obra japonesa que parece ficção científica

Eu já falei aqui dos famosos hotéis cápsula japoneses. São hotéis que ficam perto de aeroportos ou estações de trem/metrô que tem a função de ser um entremeio para viajantes cansados repousarem, sem ter que arcar com o alto custo de um quarto de hotel normal nos grandes centros japoneses. O formato, que foi criado em 1972 pelo arquiteto Kurokawa Kisho, e postamos aqui, inclusive a notícia da demolição do primeiro prédio do tipo, que também era pioneiro na construção modular.

Este aqui, projeto do Studio S, chama-se 9h (hotel nove horas), fica em Kyoto e tem 125 cápsulas divididas em 9 andares. Aliás, o 9h do nome do hotel se refere a 1 hora para banho + 7 horas de sono + 1 hora de descanso (não necessariamente nesta ordem), e tem o custo para o período de ¥ 4900, ou pouco menos de R$ 100,00. O tempo máximo de permanência permitida é de 17 horas… mas também, quem ficaria mais que isso nestes habitáculos?

Aliás, eles não parecem câmaras de sono de filmes de ficção científica? Aquelas em que a personagem é mergulhada em um sono criogênico para ser acordada no meio da viagem com o resto da tripulação toda morta?


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