Archive for the 'Cultura' Category

Cinco novos vídeos de Harry Potter e o Enigma do Príncipe

O Judão publicou hoje cinco vídeos  legendados de Harry Potter e o Enigma do Príncipe. Sei que não é bem o assunto que costumo tratar por aqui, mas como meu filho é completamente louco pelo pequeno mago, aqui vão os vídeo, que segundo o site foram adicionados ao YouTube pelo Potterish.com.

O filme é baseado no sexto e penúltimo livro da série escrita por JK Rowling, mas é o anti-penultimo filme, já que o sétimo livro do pequeno mago será dividido em dois filmes para ser mais fiel à obra.

Vivendo a Vida na Navalha

Já faz algum tempo que eu quero escrever sobre alguns tópicos que me ajudam a viver melhor, e entre eles está a Navalha de Occam, então, aproveitando o projeto de Blog Carnivalblogagem inédita” do Mestre Edney, eu resolvi publicar este texto, bem fora do que costumeiramente costumo publicar. O texto é completamente original, noves fora o exemplo retirado da IEP, que também foi a fonte para explicar um pouco do background da Navalha, como o Princípio da Parcimônia. Se a Navalha ajudar pelo menos uma pessoa aqui, como me ajudou, já valeu a pena o tempo dedicado a escrevê-lo.

Não se iluda com o título, não estou me referindo a viver a vida no fio da navalha, nada “on the edge”, que é aquele tipo de vida em que um passo em falso vai terminar te cortando profundamente, mas sim, viver a vida pela Navalha de Occam.

A Navalha de Occam:
“Sendo todo o resto igual, a solução mais simples é a melhor”.

A Navalha de Occam me caiu no colo quando estava começando a programar meus primeiros sites, um amigo deu o conselho de que eu deveria procurar ao máximo trabalhar com o princípio K.I.S.S.(Keep It Simple Stupid – Mantenha-o Simples Estúpido), fiz uma pesquisa, achei interessante e comecei a me aprofundar um pouco mais até chegar à Navalha de Occam que é a “mãe” do K.I.S.S..

O termo foi cunhado em 1852 pelo matemático inglês William Rowan Hamilton, em homenagem a um frade Franciscano que viveu no começo dos anos 1300 William of Ockham. A Navalha de Occam deriva diretamente do Princípio da Parcimônia, encontrado em trabalhos de filósofos anteriores ao próprio Ockham como nos de São Tomás de Aquino e Aristóteles. O nome deriva de Ockham em homenagem à profusão com que este utilizou e melhorou o princípio.

Princípio da Parcimônia:
“Entidades não precisam ser multiplicada além da necessidade”.

A aplicação pura e simples do Princípio da Parcimônia não é aconselhável, ele foi criado baseado na tese de que a natureza sempre procura o caminho mais prático para realizar sua obra, mas na realidade, a natureza age muitas vezes com formas e funções redundantes, o que torna-o simplista.

A Navalha amplia o Princípio da Parcimônia assumindo que as entidades não precisam necessariamente ser limitadas, mas as hipóteses sim. Ou seja, dentro de vários cenários semelhantes deve-se começar a procurar pela verdade, ou melhor solução, na hipótese mais simples pois ali é maior a probabilidade dela residir.

Sendo direto, a Navalha de Occam é uma aplicação brutal do bom senso. Um exemplo bem prático de seu funcionamento, que estou roubando de um longo artigo da Internet Encyclopedia of Phylosophy (IEP), é quando você entra no carro e vira a chave para dar a partida, apesar do motor de arranque funcionar, o carro não “pega”. Se você olhar no painel do carro e o ponteiro da gasolina estiver no “zero”, a hipótese mais simples para o não funcionamento do carro é a falta de gasolina, e não a falta de gasolina e óleo. Entenda entretanto que este é um exemplo de extrema obviedade.

Abaixo um exemplo mais elaborado e real.

Eu mudei um aspecto importante da minha vida graças à Navalha de Occam, eu era altamente ansioso, e foi graças à aplicação constante da Navalha dia após dia que eu consegui controlar esta indesejável faceta.

Com meus 35 anos não sou mais nenhum menino, e durante esses anos de vida me vi várias vezes em situações onde eu simplesmente não podia, ou devia, interferir no que vinha ocorrendo para apressar sua conclusão, e isso me angustiava

Quando eu comecei a aplicar a Navalha de Occam a estas situações cheguei a duas conclusões:

  • Eu estaria adicionando um fato desnecessário, uma entidade desnecessária, um fator a mais à análise da minha contraparte.
  • Esta entidade desnecessária levaria a uma multiplicação de hipóteses e em que na maioria das vezes pesaria de forma negativa, com uma alta probabilidade de gerar animosidade.

Isso não foi algo que aconteceu do dia para a noite, foi um processo lento e gradual, mas que com o tempo absorvi e passei a empregar, junto à teoria dos jogos, aos mais diversos aspectos da minha vida. Tanto profissional, quanto pessoal.

Para viver pela Navalha de Occam, a chave é a simplicidade, e o cuidado é para não se deixar levar e passar a agir de maneira simplista. Viva o bom senso!

Na Wikipedia você pode encontrar bons textos em português sobre a Navalha e sobre o próprio Ockham, caso deseje aprofundar-se um pouco.

Olha quem está completando cinquenta anos!

Quase que eu esqueço e deixo passar batido, sabem quem é o mais novo cinquentão do pedaço?

É o símbolo da paz. Criaram até um website para que merecidamente seu aniversário seja comemorado, afinal, além as misses, todos nós queremos a paz mundial ;)

Do site do Happy Birthday Peace:

Ele é provavelmente o símbolo mais comumente utilizado como protesto em todo mundo, e é instantaneamente reconhecido como o símbolo universal da Paz, e em 2008 ele completa 50 anos de idade. O livro (nota: em homenagem ao aniversário do símbolo) conta a história do poder duradouro do que foi originalmente criado para a Campanha para Desarmamento Nuclear na Inglaterra.

O símbolo foi primeiramente desenhado em bandeiras caseiras e badges em 1958, quando a campanha foi lançada em uma reunião pública em Londres, mas desde então foi apropriado por uma vasta gama de movimentos de protesto, desde os hippies da década de 1960 na América – os primeiros a utilizarem-no para representar a paz – até feministas e anarquistas punks. Em 2008 tal como 50 anos atrás, o logotipo da campanha é exibido em várias demonstrações anti-nucleares em todo o mundo.

Vídeo de pessoas formando o símbolo no Parque Washginton, em Nova York:

Quer comprar “Woodstock”?

A fazenda de pouco mais de 440 hectares onde se realizou o maior, e mais famoso festival de rock do mundo, o Woodstock Music and Arts Festival, em 1969, está a venda, e o preço camarada é de US$ 8 milhões.

Uma tradução do texto encontrado na página onde a fazenda está anunciada:

Em 15 de agosto de 1969, um fazendeiro chamado Max Yasgur falou a um dos maiores grupos de pessoas jamais reunidos, ele falou para a multidão do Woodstock Music and Arts Festival em nome da paz, amor e música.

O Sr. Yasgur, agora um ícona da contra-cultura, permitiu que 16 hectares (algo próximo a 16 quarteirões) de sua fazenda no norte do estado de Nova York fosse usada para Woodstock, tornando assim o maior evento musical e cultural do século 20 possível.
Hoje, a casa, o celeiro e as terras da mais celebrada de todas as fazendas podem ser seus, uma vez que o cartaz de “A Venda” foi pendurado na propriedade de Max Yasgur.

Yasgur e sua fazenda foram celebrados na musica “Woodstock” de Joni Mitchell, popularizada no disco de Crosby, Stills, Nash e Young, Deja Vu, com a seguinte frase: “I’m going on down to Yasgur’s farm. I’m going to join in a rock ‘n’ roll band…” (“Eu estou indo para a fazenda de Yasgur. Eu vou juntar-me à uma banda de rock’n’roll…”)

No player abaixo está a música Woodstock citada acima, e a versão de Jimi Hendrix para o hino norte americano, tocado em um solo de guitarra.

Revelado o rosto de Tutankhamon

Semana passada foi revelado ao mundo o rosto de Tutankhamon, o “Faraó Menino”, que foi precoce em tudo: aos nove anos ascendeu ao trono do Egito, aos dez casou-se com Ankhsenpaaton (quero ver quem fala isso depois de tomar uma cerveja) e aos dezenove, depois de dez anos de reinado (1333-1324 AC), morreu sem deixar herdeiros.

Na realidade esta foi a segunda vez em um século que o seu sarcófago foi aberto. A primeira vez foi na década de 1920 para um propósito bem menos nobre que o atual, “livrar” o Faraó de seus bens materiais. Os exploradores que encontraram a tumba, uma das poucas que foram encontradas intactas, abriram o sarcófago para arrancar tudo que parecesse ouro, e o fizeram cortando o Faraó com facas quentes. Entre o que foi retirado à época, está a mais que famosa máscara mortuária em ouro, que estava grudada em seu rosto em decorrência do embalsamamento.

Foi revelada também a provável causa da morte do Faraó: infecção generalizada decorrente de uma perna quebrada.

Para a história com mais detalhes, vejam a Wikipedia ou a BBC (2).


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O Japão e as miniaturas

Alguém já disse que a necessidade é a mãe da invenção. Quando nos referimos ao Japão, a necessidade é fazer com que vários produtos e serviços não disputem com a população, de alto poder aquisitivo, o exíguo espaço territorial do país.

Estamos falando de um País com densidade populacional de 330 pessoas por Km², são 125 milhões de pessoas vivendo em uma área equivalente à menos de 5% do território brasileiro que abriga 188 milhões. Quando você considerar estes números, considere também que o país tem uma geografia muito montanhosa.

Este bem humorado texto do Inventor Spot, mostra um pouco sobre viver e conviver com coisas pequenas e com a necessidade de usar coisas pequenas…

10. Micro casas

As micro casas não são de fato uma surpresa, afinal, o preço dos terrenos em áreas urbanas no Japão são absurdamente altos (aliás, na áreas rurais não ficam muito para trás também), a maneira é miniaturizar até mesmo o local de morada. Na maioria das vezes as casas são medidas pela quantidade de tatames que cabem nelas, infelizmente para as empresas de tatame, não são muitos…


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Atores de Star Wars, 30 anos depois

Pouco mais de trinta anos atrás estreou nos cinemas de todo o mundo o primeiro filme daquela que seria a mais famosa série de ficção científica a chegar à tela prateada, “Star Wars – Episódio IV – Um Novo Começo”.

Quando eu assisti pela primeira vez o filme, eu não entendia o porquê da série começar no seu quarto capítulo, só anos mais tarde e com o manancial de informações que a internet trouxe, eu soube que foi devido à falta de tecnologia para começar a saga por sua primeira parte.

Mas o que aconteceu com os atores que estrearam a saga que chegou aos cinemas em 1977? Ok, Harrison Ford não é questão, ele encarnou Indiana Jones e Jack Ryan, e fez vários filmes de sucesso.

Aqui vai a tradução de uma peça comemorativa feita pelo site da ABC News, à este respeito, bem como fotos de todos os atores, àquele tempo, e agora (ou logo antes de suas mortes).

O que mais me impressionou, entretanto, foi o Mark Hamill, o tempo foi muito cruel com ele ;)

Kenny Baker (R2-D2)

Guerra nas Estrelas 30 Anos

Kenny Baker, um anão de 1,11 metros de altura, ficou livre dos estigmas da trilogia que atingiu os outros membros do elenco. Baker, um ex-palhaço de circo, continuou à entreter como um DJ, palhaço de circo e co-apresentador. Em adição à isso fez participações ocasionais em filmes, incluindo um elfo na produção de 1987, “A Bela Adormecida”, ele também desenvolveu um número de comédia musical, os Mini Tons. Bakar e o Anthony Daniel, que interpretou o C3PO são os únicos artistas que são creditados em todos os seis filmes da série “Star Wars”. Mais recentemente, Baker foi manchete, em 2005, ao ser preso por dirigir intoxicado (no original não diz se por álcool ou drogas)


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