Archive for the 'Bizarro' Category

Garota de NOVE anos recebe carta de “Cease and Desist”

O que você imagina que poderia acontecer a uma criança, que gosta muito de um aparelho e está aprendendo a escrever, que resolve enviar uma carta ao fabricante daquele aparelho que ela tanto gosta dizendo o que poderia, em sua inocente opinião, ser feito para que ele ficasse ainda melhor.

Não sei o que você imaginou, mas o que aconteceu com Shea O’Gorman, uma garota de nove anos que adora seu iPod, foi receber uma carta de Cease and Desist dos advogados da Apple. Para que não vive na internet e/ou não fala inglês o termo pode ser pouco conhecido, mas ele que dizer em suas entrelinhas: “pare, senão eu lhe processo”. O Judão já foi “premiado” com uma destas, enviada pela Warner Bros…

Os advogados poderiam ter sido um pouco mais didáticos e ter usado termos que a pequena Shea entendesse, como: “você pare com isso, senão eu conto para a “tia” e ela te coloca de castigo”…

É impressionante como uma empresa pode ser obtusa.

A notícia é da CBS13

McPizza ou McGororoba?

Não sou nenhum xiita anti-McDonalds, mas também estou longe de ser fã da cadeia americana, minha preferência no campo dos hambúrgueres ainda fica com algumas lanchonetes por aqui que preparam sua própria carne.

Mas falando com sinceridade, eu não encararia essa gororoba que esse cara fez…

A receita, para quem quiser é: Dois hamburgueres, um McNuggets pequeno, fritas, massa de pizza, molho de tomate e queijo, muito queijo…

Na extensão da postagem mais fotos.


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Clássicos da internet: a bagunçada casa de uma compradora compulsiva

Um político de nome Otávio Magabeira, segundo o Noblat, costumava dizer: “Pense num absurdo. Na Bahia tem precedente”. Hoje você pode substituir tranquilamente “Bahia” por “internet” e criar uma verdade incontestável.

Dando prosseguimento à série de artigos a respeito de passagens clássicas da internet, vou apelar novamente para o fórum do Somehting Awful, desta vez levando-os mais longe no tempo, para dezembro de 2003, quase quatro anos atrás.

Bem, se você conhece o modo de vida norte americano, pode querer pular este parágrafo. Se você não conhece direito, fica a informação. Por lá, quando o aluno está prestes a acabar o high school, ele faz uma prova chamada SAT. Ele irá então enviar o currículo dele juntamente com o resultado do SAT para as faculdades em que ele deseje entrar (isso é feito com orientação educacional, para o cara não levar muitos “nãos”), e fica aguardando o resultado. É muito comum o aluno terminar por estudar fora de sua cidade natal, quando não fora do seu próprio estado, é um costume por aquelas bandas.

A história que segue, é a de um cara que passou alguns meses fora de casa, na universidade, e voltou para a casa da mãe que morava sozinha para encontrar o caos. Nas palavras do próprio:

Minha mãe é insana. Insana do tipo que você vê no jornal local. E como é inevitável e vai terminar aparecendo, eu também sou, mas pelo menos eu tomo minha dose completa de medicação. Eu tenho esperado para fazer este tópico há pelo menos um ano, mas quanto mais eu esperava mais interessante a situação ficava. E outra, eu sou incrivelmente preguiçoso. Mas o caso é que estas fotos tem apenas três semanas*. Bem, vejam.
*aproximadamente 21/11/2003

O fato é que a mãe do cara é uma compradora compulsiva, e sozinha em casa, ela se fartou em compras pelo eBay. Por fora até que a casa não parece ter nada demais, mas apenas por fora.

Veja na extensão da postagem mais 50 fotos, e à exceção daquela casa em que as latas de cerveja se acumulavam a meio metro de altura, dificilmente vocês verão uma casa mais bagunçada. Me deu vontade de espirar só de ver a quantidade absurda de poeira…

A fonte é esta postagem no Something Awful, que no momento está sem as fotos, que eu ainda tinha no meu arquivo pessoal.


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Inspirado pelo “sujeito que não gosta de plurais”, funcionário rebatiza o “CongreÇo”

O Danilo, uma das pessoas que me dá uma força na administração do Fórum do Uêba, me mandou essa pérola, que é um exemplo do zelo com o qual funcionários públicos tratam a coisa pública.

Talvez inspirado pelo Governador de Brasília que aboliu por decreto o uso de gerúndio pelas repartições públicas, e pelo sujeito que não gosta de plurais, alguma mente brilhante resolveu abolir os “s” também da palavra CongreSSo, rebatizando-a como CongreÇo, como pode-se ver na foto abaixo.

A notícia é da Folha Online:

Um único carimbo fabricado com pouco zelo em relação à língua portuguesa fez com que milhares de documentos oficiais da Câmara e do Senado trouxessem um “Congreço Nacional” estampado nos cantos inferiores de suas páginas.

O tropeço vocabular está grafado em documentos como medidas provisórias enviadas pelo Executivo. O carimbo, fabricado em meados de agosto, está em documentos com datas até cerca de três semanas atrás, quando finalmente alguém descobriu o erro.

Empresa aérea nepalesa faz manutenção sacrificando cabras…

Nota mental: nunca, jamais, em hipótese alguma, nem a pau, nem mesmo morto voar pela Nepal Airlines.

Ao não se ver livre de um problema técnico recorrente em um de seus Boeing 757, à despeito de todos os esforços de seu departamento técnico, a Nepal Airlines Corporation resolveu adotar um comportamento muito pouco ortodoxo: sacrificar cabras!

O Chefe de Engenharia da empresa encontrou a fonte de seus problemas em um sonho, Deus estaria muito, muito zangado com a empresa, que não estava fazendo sacrifícios em honra a ele. Então, a empresa resolveu que no domingo 3 de setembro, iria fazer adoração ao Senhor Bhairavnath (O Deus deles) através do sacrifício de duas cabras. Uma preta e outra branca, para que tudo ficasse bem com seus aviões…

O sacrifício foi feito no hangar da empresa no Aeroporto Internacional de Tribhuvan, com a presença de gerentes e diretores!

O avião em caso, havia apresentando problemas com um dispositivo anti-gelo logo após a partida de um vôo para Hong Kong, que obrigou o avião a retornar à terra para reparos, que duraram duas horas, antes de fazer nova decolagem. Para falhar novamente e voltar novamente à terra…

Não sei porque fica a impressão de que se fosse aqui no Brasil algum graduado indicado político da Ana(r)c já teria se apresado em dizer que o sacrifício de cabras é uma rotina de manutenção perfeitamente normal…

Fonte

4 Piores situações que vivi com meus servidores.

Desde o ano 2000 que eu só contrato hospedagem no exterior, e desde 2002 que venho trabalhando com meus próprios servidores dedicados. Comecei muito verde, com muita curiosidade e vontade de aprender, apanhei muito, contei com a ajuda de amigos, principalmente do Marcelo “][MoSCa][”, hoje já não sou mais tão neófito, e gerencio uma pequena rede de servidores.

Ontem pela manhã, eu recebi um email do suporte da LiquidWeb (jabá gratuito: o melhor datacenter com que já trabalhei) dizendo um dos servidores que tenho com eles estava com problemas, e que eles não estavam conseguindo logar na máquina para corrigir (o suporte é proativo, não espera que você solicite ajuda). Fui ver qual era o problema, e como não era nenhum bicho de sete cabeças, eu mesmo ajeitei, e depois fui ter com o suporte só mesmo para corrigir o problema de login. Tudo certo.

É a vantagem de operar em um datacenter de primeira linha. A tranqüilidade é sem igual. Ato contínuo à breve satisfação, eu comecei a lembrar das aventuras e desventuras que passei nestes cinco anos em que venho operando servidores dedicados, e separei as quatro piores desventuras, ou quatro maiores cagadas se preferirem.

4ª – Detonando o diretório /var/
Das dores de cabeça grandes, só esta foi minha culpa. Entre outras coisas, o diretório /var/ guarda todos os logs do sistema, todas as bases de dados, em alguns casos todos os websites instalados no servidor, guarda ainda arquivos de configuração e de update, só para citar uma parte. Eu tinha acabado de receber o servidor com uma configuração errada, e dei um “rm -f” (em Linux isso quer dizer: “apague tudo e não me encha o saco, faça o que eu mandei!”) achando que estava em outro local. Foi de longe a pior besteira que já fiz, felizmente a instalação que o datacenter fez havia sido errada e eu ganhei a re-instalação.

Moral da história: pense 10 vezes antes de dar um “rm -f”.

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3ª – The Planet e o HD perdido…
Toda máquina que eu pego, é contratada com uma unidade extra de disco, para backup on site. Bem, em uma máquina hospedada no The Planet, foi detectado durante um upgrade do gerenciador do sistema que o disco principal estava muito corrompido. Depois de trocado o disco e re-instalado o sistema, os caras perderam o disco secundário, onde estavam os backups on site de pelo menos 60 clientes (os backup off site já tinham mais de uma semana). E nada de ninguém encontrar o disco. Até que no dia seguinte, um técnico já com um novo disco na mão, indo instalar o encontrou: dentro da máquina. Ele estava lá, e estava ligado, só não aparecia no gerenciador de discos do Windows. Foi só mandar procurar por novo hardware, e tudo ficou são. Ufa…

Moral da história: manda o suporte olhar no lugar mais óbvio, por mais absurdo que seja.

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2ª – Managed.com e um revendedor autorizado-picareta
Quando eu fui contratar um servidor na Managed.com eles disseram que o equipamento que eu precisava não estava disponível, um revendedor tinha contratado em lote e eu deveria falar com o dito revendedor… oito meses depois o revendedor deu um calote e eu, junto com outros 150 clientes tivemos que pagar duas vezes pelo mesmo período para poder recuperar os dados. Só não foi maior o prejuízo porque eu consegui receber meu pagamento de volta com o Paypal.

Moral da história: só contrate de revendedor se você realmente o conhecer bem.

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1ª – Burst.net e o servidor perdido, literalmente…
Se vocês acharam surreal o The Planet perder o meu HD, imaginem quando descobrirem que a Burst.net perdeu o servidor INTEIRO!

Este servidor tinha um problema crônico de resfriamento, o que fez necessário a reposição por 4 vezes do disco principal, um aquecedor SCSI de 10.000RPMs. Na quarta substituição, o departamento técnico do datacenter TROCOU a tampa do servidor com um outro servidor qualquer… E era justamente na tampa que estava a etiqueta informando o rack/slot da máquina. Com isso meu servidor foi parar em um rack bem longe do correto, em outra sub-rede, que o tornou inacessível. Foram necessários 3 dias para encontrá-lo, aparentemente a cagada envolveu outros servidores.

Moral da história: fuja da Burst.net!

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Agora, estas histórias são lembranças, o rídiculo dos erros chega a ser tragi-comicamente engraçado, mas o stress que cada situação dessas causa, só sabe quem passou…

Conta de telefone de US$ 218 TRILHÕES

Recebe correspondência.

Abre correspondência.

Conteúdo:

Caro Sr.,
ou o senhor paga em dez dias os 218 TRILHÕES DE DÓLARES que nos deve de conta atrasada, ou nós vamos tomar as cabíveis medidas judiciais contra V.Sa.

A notícia surreal acima aconteceu na Malásia, onde uma empresa de cobrança à serviço da Telekom Malaisya Bhd., que é uma empresa pública (tinha que ser), fez a cobrança.

A fonte é o 11Alive, que entrou em contato com a empresa malaia, mas não obteve nenhuma declaração oficial.