Anel Revólver
Por Gilberto "Knuttz" em 24/01/08 em Curiosidades
Hoje o Daniel me mandou estas fotos hoje, nem ele nem eu conseguimos maiores informações a respeito desta “jóia”, que como diz o título é um anel revólver. A única coisa que posso dizer, é que a bala parece ser calibre .22 curto (short), esta munição é normalmente utilizada em provas de tio de precisão.
Ela ainda é personagem principal da lenda urbana da bala capaz de entrar na corrente sangüínea e terminar por matar a pessoa. O que ninguém lembra de falar é que os únicos vasos sangüíneos que chegam perto de ser largos o suficiente para a bala “passear” por dentro são as artérias, e alguém com uma artéria que tenha um furo grande suficiente para entrar o projétil, não vai sobreviver tempo suficiente para a bala passear.




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Thipudim | Jan 25, 2008 | Reply
Pra que serve um anel revolver? eu hein!
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W.T.C. | Jan 25, 2008 | Reply
Hummm, faz menos estrago que uma aliança de casamento…
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Brito | Jan 25, 2008 | Reply
O Thipudim, o anel revolver serve pra apitar partidas de futebol! Coloca ele na bota, asopra e puxa o pininho ali… mas lembra de colocar as balas, pq ele não apita sem elas!!!
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taelesym | Jan 26, 2008 | Reply
Pensando em uns cem anos atrás deveria ser ideal colocado no dedo do pé.
Porém falto uma foto dele municiado.
Outro o tal lenda urbana conta que um projétil de .22”munições de choque” (9% de chance da vitima sentir um grande “choque ao receber o projétil não tendo como permanecer em é) ao sofrer o impacto com ela se fragmentam em pedaços tão pequenos que tendem a entrar na corrente sanguínea
Bom isso contava meus coroas,(papo de militar da 2ª guerra, porém vou da uma pesquisada mais a fundo…
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Caiapó | Jan 27, 2008 | Reply
Essa estória de fragmentação tão alta que entra na corrente sanguínea é exagero. Esse tipo de munição ainda é usado hoje, mas o objetivo é, primeiro, não trespassar o corpo da vítima (para não ferir outras pessoas) e tb para produzir hemorragia interna. O Jean Charles de Menezes morreu com esse tipo de projétil.
Outra coisa sobre o calibre 22, é que é muito penetrante, isto, dependendo da arma a ultilizar essa munição. Não creio que seja o caso aí. O “cano” de saída é mínimo e a força dos gazes logo se perdem, não gerando pressão suficiente pra impulsinar o projétil a grandes velocidades.
Mas, por mais letal que pareça, uns 25 anos atrás conheci um cara que foi vítima de 11 prójeiteis calibre 22. Tomou tiro na cabeça, nos membros, no tórax, nas nádegas…Ele estava em fuga e, acreditem, ele sobreviveu. Vi, sob a pele dele, seis projéteis que os médicos deixaram sei lá porque. Um deles na mandíbula, que entrou pelo pescoço. É o bicho!
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Epassos | Jan 28, 2008 | Reply
A história que eu conheço não é que as balas percorram a corrente sanguínea e sim a carne. Mas acredito que não passe de mais um lenda urbana.
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Anderson | Jan 28, 2008 | Reply
Quanta besteira, primeiramente esse tipo de munição não se fragmenta, pois o projetil é do tipo ogival, ou seja, não tem nenhuma deformação, incrustração ou furos no projetil desta forma ela nem se deforma muito no impacto com o alvo, em segundo lugar, dizer que o calibre .22 não tem velocidade é uma ignorancia total, pois por ser um projetil de baixo peso é muito mais facil de desenvolver velocidade final, é claro que o impacto no alvo é baixo, porem o suficiente para matar, é claro que isso tudo é proporcional à distancia do alvo, vamos lembrar que o calibre .22 ainda hoje é utilizado em provas de tiro olimpico e com uma absurda precisão, agora, quanto ao projetil ficar navegando pela corrente sanguinea, é pura lenda urbana, pois o que acontece na verdade, é que devido a grande velocidade obtida a curta distancia, pode ocorrer um ricochete em um corpo rigido como osso, dentro do corpo alvo e o projetil se desviar da sua trajetória original, por isso muitos projeteis foram encontrados por médicos legistas as vezes longe do orificio de entrada do projetil, espero ter esclarecido algumas dúvidas, um grande abraço a todos ….
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Carlos | Mar 27, 2008 | Reply
Quanto a munição acima, se for uma bala de calibre .22″ é adaptada pois a munição da foto nao possui o culote onde fica a mistura iniciadora que funciona como espoleta. Na foto pode-se ver um pino perpenticular ao eixo principal que certamente recebe a “pancada” do cão, nesse caso a estrutura maior em forma de lingua para detonar a espoleta interna e iniciar a combustão do propelente. Ja vi cartuchos com esse dispositivo e são os precursores dos atuais cartuchos.
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Anderson respondido em May 18th, 2008 15:35 pm:
Caro colega, esta munição não é adaptada, e sim um tipo de munição antiga denominada Lefaucheux, onde a iniciação da polvora era feita atravez da haste que sai para fora do cartucho, e ela foi fabricada em varios cartuchos e não só no .22 , outra coisa, a munição deste exemplar ai em cima não me parece ser de calibre 22 e sim de algo como o 5,5 ou 6 mm, espero ter ajudado..
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