Archive for February, 2009

Pacific Sea Flight – o barco que voa

Não, você não leu errado, sim, é um barco, e sim, voa.

Sabe quando um avião está quase pousando, vindo de uma descida com a velocidade reduzida e mesmo assim dá uma planada quando chega próximo ao chão? Isso acontece graças ao “efeito solo”. Veja, quando o avião se aproxima do solo, ele terminar por formar involuntariamente um colchão de ar que lhe dá um pouco mais de sustentação, no caso, provocando um “efeito solo” negativo, fazendo com que suas asas ganhem mais eficiência ao sustentá-lo.

Usando este efeito, na década de 1950 os russos desenvolveram o Ecranoplano, barcos que voam sobre a água, usando o poder do efeito solo negativo, mas com asas incapazes de voar mais alto já que sem o uso deste fenômeno, não tem capacidade de sustentabilidade para mantê-lo voando. Trocando em miúdos eles só pode voar quando próximo a alguma superfície, mesmo que esta seja a água.

Aí entra a beleza da coisa. Altas velocidades na água são tremendamente limitadas pelo atrito entre ela e o casco, por isso que as lanchas de competição parecem quicar sobre ela, aquilo é proposital para fazer com que seja reduzido o atrito e possibilitada uma maior velocidade final. No caso dos ecranoplanos, há a troca do atrito com a água pelo atrito com o ar, fazendo com que uma viagem em um deste aparelhos possa ser tremendamente mais rápida, e o melhor, sem a necessidade de brevê de aviação.

As duas fotos acima são do Pacific Seaflight, um modelo que ainda agora em 2009 deverá chegará ao mercado norte-americano – dependendo apenas da liberação da Guarda Costeira do país – , infelizmente, com a burrocracia brasileira, duvido muito que seja possível se importar, ou até mesmo construir um destes por aqui…

Na extensão da postagem, fotos e vídeo de Ecranoplanos russos.

Formatos de ecranoplanos


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Microsoft abrirá lojas com a bandeira da sua marca

Gostem ou não das práticas comerciais da gigante de Redmond, há de se convir que a Mircrosoft tem uma excelente linha de produtos, ok, algumas versões do Windows (as pré-NT e o Vista, mais especificamente) foram bizonhas, mas a linha de produtos da empresas continua sendo excelente, principalmente os hardwares da marca que têm excelente qualidade e vida útil muito duradoura (usei um TrackBall Explorer por 9 anos), a linha de games com o Xbox 360, com um pouco de boa vontade o Zune, e ainda os produtos de alto poder atrativo como a Microsoft Surface.

Ou seja, mesmo que se ignore o sucesso das lojas de sua concorrente mais próxima, a Apple, já não era sem tempo de a marca começar a ter lojas timbradas com seu nome na frente e começar a ter uma aproximação com o consumidor final, um contato mais pessoal. E parece que isso vai mesmo acontecer. Mês passado foi apresentada, em evento fechado, um modelo do que seria a loja da marca, que provocou, segundo o site DVice, reações misturadas. Tem gente que acha que faz sentido a marca ter suas lojas, e gente que rechaçou-a achando que seria simplesmente uma cópia capenga das Apple Stores.

Este mês, junto com a informação da contratação de um novo Vice Presidente de Lojas Varejistas (Retail Stores), David Porter, anunciou-se também que as lojas estão muito próximas de virar realidade. Já se prevê de antemão que a maior dificuldade das lojas da marca é que, ao contrário da Apple, que controla todos os hardwares e softwares que são lançados para seus produtos, e por conseguinte consegue prover um serviço como o “Genius bar”, que dá suporte a ambos em seus micros, como fica a Microsoft quando tiver que lidar com um problema de hardware, ou incompatibilidade entre programas causada por aplicativos de terceiros?

É esperar para ver como eles vão lidar com isso. É uma oportunidade de a empresa ganhar uma cara mais humana, ou de detonar de vez sua imagem.

Neste site é possível fazer um passeio virtual na loja.

Show: Eee PC na forma de tablet

Até o presente momento, eu não havia tido tesão em netbooks, sempre considerei que por uma mixaria a mais é possível comprar um notebook ‘de verdade’, o que é preferível à um netbook na imensa maioria das vezes.

Ok, achei muito bacaninha o teclado baseado no EeePC, o EeeKeyboard, mas para usar em conjunto com um home theater, confesso. Mas hoje, finalmente um protótipo de netbook acendeu a vontade de comprar. Pelo que apurei nos sites gringos, trata-se de um Ee PC 701 Touchscreen personalizado na forma de tablete, que simplesmente deixou de lado o teclado normal, em nome de um teclado virtual na tela.

Pelo acabamento que o protótipo tem, pode-se ver que não é gambiarra, é coisa bem feita, uma casca que aparenta plástico injetado. Agora sim, os netbooks encontraram um formato decente.

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Quer falar em paz ao telefone? Pula na piscina

Têm coisa que é bater o olho e já sabe o que é, já algumas outras coisa demandam uma explicação do que se trata. Sério, você imaginaria que o objetivo desta uruca atracada à cabeça das pessoas nestas fotos é uma forma de conversar completamente concentrado ao telefone?

Sério, é isso mesmo. A idéia do Isophone é que flutuando na água e com um capacete completamente fechado, haverá um bloqueio sensorial, criando um ambiente inteiramente livre de distrações, e, por conseguinte, sob medida para falar ao telefone.

Isso deve ser bom atracado na cabeça de algum claustrofóbico…

Me lembrou muito o ‘cone do silêncio’ usado na séria Agente 86.

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Nokia E71, avaliação depois de um mês de uso

Uma pequena prévia para colocar as coisas em perspectiva. Eu não sou fanboy de nenhuma marca, não vou nem falar o que acho da idolatria a marcas e objetos porque não vem muito ao caso. Considero que o objeto deve ser adequado à função que vai exercer, foi até mesmo por isso que na hora de optar por um smartphone, depois de ficar em uma dúvida cruel entre o iPhone e o Nokia E61. Optei por um E61, para o que queria, comunicação e gerenciamento dos meus servidores usando FTP e SSH, ele parecia, e posteriormente se mostrou, a melhor opção.

No final do ano passado, fui convidado à participar do 1º Nokia Social Media Connections, e como parte do programa, eu receberia aparelhos da marca para testar e se achasse conveniente falar sobre. O primeiro aparelho que recebi foi o Nokia E71, o modelo atual da que foca no uso profissional/empresarial dos aparelhos da fabricante e que chegou para substituir o E61, que é aliás, o meu smartphone atual.

Nokia E71 vs E61 by you.

Tamanho, construção e peso – antes mesmo de ligar, duas coisas são facilmente notadas quando o E71 é comparado com o seu antecessor, a primeira é o visual, ele é muito menos e a Nokia foi feliz em desenhar um aparelho bonito com teclado QWERTY, ao contrário do E61, que é desengonçado. A segunda coisa é sensorial, apesar de ter um chassi notadamente menor, o peso dos dois aparelhos é bem próximo, isso se deve à construção em aço inox do E71 contra a de alumínio do E61. Esta diferença de construção e peso VS tamanho, provoca outras duas sensações, a primeira é a de que o E71 é mais resistente ao uso em bolsos de calça, e a segunda é que uma queda lhe seria mais prejudicial, mas não tive coragem de testar a segunda. Outra coisa que chama a atenção antes mesmo de ligar o aparelho é o fato de que o cartão de memória do E71 é externo, eu não preciso mais fazer como no E61, em que tenho que tirar a casca traseira do aparelho, que guarda a bateria para acessá-lo.

Nokia E71 vs E61Nokia E71 vs E61


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Toda a singeleza de um A380 ‘particular’ – o avião com três suítes

Quando esta crise começou e vários bilhões de dólares foram dragados por picaretas junk bonds para outra dimensão, eu achei que a onda de artigos para os ultra-ricos fosse ser arrefecida, mas olha com o que eu topei hoje no Dvice.

Segundo o site, trata-se de um A380 que projetado pela Luftansa Technik, e suponho eu, destinado a algum bilhardário do petróleo, sim, porque só mesmo ouro negro é capaz de bancar uma brincadeira destas. Note na planta baixa, na última foto, que o avião tem TRÊS suítes.

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Aranha de 36 toneladas invade o centro de Liverpool

Uma aranha robô steampunk, mas não deixa de ser uma aranha de 36 toneladas.

Desta vez o palco foi Liverpool, cidade inglesa mais conhecida por conta dos Beatles, uma aranha gigante, de 36 toneladas, estava escalando a lateral de um prédio, parecia algo saído de um livro de Júlio Verne. La Princesse, A Princesa, foi o ponto central de uma instalação artística que durou quatro dias durante o mês de setembro de 2008 criada pela empresa francesa La Machine.

A instalação foi feita como parte da divulgação das grandes renovações que o centro da cidade vem recebendo, em parte devido ao status que a cidade recebeu em 2008 quando foi declarada Cidade Européia de Cultura, e teve um custo aproximado de meio milhão de libras esterlinas, quase 1.7 milhões de reais à taxa atual.

Seguem as fotos na extensão da postagem.


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Um apetrecho para quem joga Guitar Hero conseguir usar uma guitarra de verdade

Meu ritmo, e minha aptidão para instrumentos musicais é muito próxima a zero, acho que por isso, quando eu era bem molequinho, só mo colocavam para tocar “triângulo” nas festas juninas do colégio. Bem, depois eu fiquei com certo trauma e costumava dizer que só sabia tocar campainha, hoje em dia meu trauma se foi um pouco, o Guitar Hero foi de tremenda ajuda para isso, hoje sei que não sei tocar, mas pelo menos, por alguns minutos mirrados, eu pego a guitarra do vídeo game e quando consigo chegar aos 100% de aproveitamento vibro muito feliz.

Agora, vendo este apetrecho, criado pelo designer Eugene Cheong,  fiquei imaginando se eu não conseguiria tocar um violão ou até mesmo uma guitarra. Trata-se de um apetrecho que é preso ao pescoço do instrumento e em que você insere um cartão SD com suas MP3 preferidas, e ele converte para acordes de guitarra, ele então projetará pequenos lasers nos locais onde você deverá colocar os dedos.

Talvez eu até conseguisse um rock balada lento, mas definitivamente não valeria a pena tentar o Brasileirinho ;)

Mais fotos, como de costume, na extensão da postagem.


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